AlôArtista Google
 
MY ACCOUNT
REGISTER NOW!

Sabe de nada... Inocente !
Acorda, mercado musical ! Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Ando achando que a “erudita” indústria da boa música não entende nada do mercado musical e não consegue reconhecer o talento e a eficiência que gêneros mais populares têm quanto ao quesito: “vender o peixe”.



Tomemos estilos como rock, jazz, blues, soul e o funk original (não vou tanger a música erudita): Obviamente que em todos eles existem os mestres inigualáveis, àqueles que serão reverenciados eternamente (assim como o sertanejo têm os virtuosos da viola), mas guardando esses distintos artistas à parte; essa indústria produz, mas não se renova!

Ou seja: Há inúmeros trabalhos novos saindo e os veículos (assim como boa parte do público) não absorvem esses lançamentos.

Ocorre que frequentemente as emissoras dedicadas aos estilos musicais anteriormente mencionados, apenas tocam as mesmas músicas de sempre, o que (ao meu ver) incorre na saturação de um público que já vem diminuindo a cada ano, por um motivo mais do óbvio: Ninguém consegue ouvir a mesma música sempre e não enjoar.

Sim, clássicos como The Wall (do Pink Floyd), All of Me (de Gerald Marks and Seymour Simons), Sweet Home Chicago (do Robert Johnson) e Chain of Fools (de Don Covay, na voz de Aretha Franklin) são maravilhosos e já sugiro que os procurem na Internet, mas não é possível pautar a programação de todas as rádios culturais apenas dentro do universo musical já consagrado!

Citei propositalmente o estilo sertanejo porque ele domina o mercado musical brasileiro há mais de duas décadas, tendo surgido do regionalismo e emergido do preconceito com a música “caipira” para ganhar o status do segmento mais produtivo e lucrativo de todo o show business brasileiro! O que não quer dizer que eu esteja confundindo a “qualidade” musical com a agenda programática, produtiva e a gestão executiva mais profissional da área!

Não há dia em que não seja lançada uma música, um disco, um clipe, um sei lá o que... E a cada dois ou três meses saem novos produtos desses que já haviam realizado lançamentos anteriormente. Além disso, artistas sertanejos maiores comumente migram dos palcos para os escritórios, inaugurando produtoras, gravadoras, estúdios e outras estruturas comerciais e produtivas que ajudam a alavancar seu segmento musical.

Isso deveria ser comum nos outros segmentos também, porque (tendo vivido a década de 1980) vi o rock nacional ser a bola da vez e no meio da década de 1990 vi o axé ultrapassá-lo, depois o sertanejo emplacou e não saiu mais, apenas sendo desafiado momentaneamente pelo pagode, depois pelo forró universitário e agora pelo funk carioca.

Em todas as vezes que o sertanejo bambeou popularmente, houve uma assimilação e uma reação imediata, culminando com esse novo subgênero, o “sertanejo universitário”.

Sim, o ouvinte do que se pode chamar de “boa música” é mais seletivo e exige melhor qualidade nos elementos musicais, assim como na letra, gravação, arte gráfica, postura dos artistas e em outros fatores e aspectos, mas quero lhes dizer que isso tudo (apesar de não ser facilmente atingível) existe e tem muita gente que possui esses atributos, mas ao lançar os seus trabalhos, esbarram em comparações injustas com os grandiosos mestres e boa parte do reacionário público volta a preferir a repetição ao invés do progresso!

Apenas um aviso: Os grandes mestres estão envelhecendo e muitos deles já estão tocando na orquestra celestial! Se não dermos espaço para a renovação, vamos viver de escutar e assistir a CDs e DVDs de falecidos... Não é um pouco mórbido?! E também tem aquela máxima: “Quem vive de passado é museu!”

Respeito profundamente toda a herança musical que temos, reverencio os grandes mestres assim como os gregos o faziam com Zeus, mas precisamos de novos heróis para nos inspirar, esses que num primeiro momento são apenas humanos, depois semideuses e que dado às oportunidades que tiveram, acabam por realizar atos heroicos e também passam a brilhar no firmamento. Assim como os gregos faziam...

Que a boa música e seu público se renovem e que os profissionais desses segmentos caiam na real, de que precisam se reciclar!

Novamente findo por desejar a todos um ótimo, revigorante e muito musical final de semana; desta vez ao som da música/clipe que acabo de lançar:

Questão de Respeito



P.S. Agradeço imensamente a todos que participaram das gravações da música, do coral e do clipe! Foram 114 participações ao todo e sem vocês, essa música seria apenas mais uma, mas com vocês ela é uma mensagem de todos nós!




Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br




******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Conheçam o trabalho da cantora Caroline Negrão !
- Uma mistura sonora com os melhores sabores da intensidade do rock e do lirismo das letras da MPB. Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Ela ainda insiste em andar por onde os anjos não ousam pisar e com açúcar ou adoçante vai discorrendo em perguntas sob o brilho de seu próprio remédio, em meio a uma harmonia descendente cheia de acordes menores, que rompe num clímax maior que o próprio piano que a acompanha quando sua alma vazia grita diante da prenunciada tragédia de um tango argentino.

Essa é a letra poética composta por Zé Rodrix e Etel Frota em que permeia a sétima faixa do CD de estreia de Caroline Negrão (álbum que recebe seu nome como título) e que mostra a personalidade densa dessa cantora paulistana.




Jovem, mas madura, essa artista apimentada faz uma mistura sonora com os melhores sabores da intensidade do rock e do lirismo das letras da MPB, registrando 11 músicas com sua voz larga e poderosa, que em certo ponto se contrapõe seu tamanho físico.

No show que assisti de sua banda, Jack Joe, ocorrido no Bourbon Street (www.bourbonstreet.com.br), vi o público correr para frente do palco para buscar seus CDs, um episódio que não presenciei muitas vezes e que somente ocorre quando o impacto do espetáculo é verdadeiramente forte.

O repertório do álbum foi especialmente selecionado (por Caroline e por seu marido, o músico Luiz Paraná) dentre obras de grandes compositores, como: Moska, Lenine, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Nasi e os dois já mencionados.

Foi observado o perfeito encaixe das melodias das músicas com a voz de Caroline e o conteúdo expresso nas letras, sempre de acordo com suas crenças pessoais e refletindo o que ela gostaria de ter escrito, de forma que o álbum se tornou uma expressão legítima da cantora.

As gravações foram realizadas no Mosh (renomado estúdio brasileiro), sob a produção do experiente Beto Paciello e com as participações de Roger Regelmeier Dias nas guitarras, violões e ukulele, Maguinho Alcântara na bateria, Claudio Rocha no contrabaixo e Marcio Forte na percussão.

A sonoridade do disco é bastante particular e próprio, equilibrada e moderna ao mesmo tempo em que reverencia as grandes influências de Caroline: Elis Regina, Elvis Presley, Pink Floyd, Doris Day. Há momentos em que guitarras distorcidas e baterias destacadas determinam a presença do bom e velho rock’n’roll, ao mesmo tempo em que arranjos minimalistas, apenas com voz e piano, criam um enorme contraste, mas mantendo a forte intensidade e a densidade constante no obra toda.

Interessou? Então seguem os canais oficiais de Caroline Negrão para que possam entrar em contato com a artista e com seu fantástico trabalho musical: www.carolinenegrao.com.br e YouTube.

Novamente desejo a todos um ótimo final de semana, revigorante, repleto de diversão e de descanso e com muita, mas com muita música mesmo, desta vez; ao som de Caroline Negrão!




Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br





******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Música clássica ´Ao MAr´
Duo Santoro e Sergio Roberto gravam videoclipe com lançamento em setembro... Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Duo Santoro e Sergio Roberto gravam videoclipe de música clássica com lançamento em setembro...


Paulo e Ricardo do duo Santoro e Sergio Roberto

É certo que o videoclipe já teve seus dias áureos e que na música clássica é, praticamente, uma jóia rara. Mas o compositor Sergio Roberto de Oliveira -já indicado ao Grammy Latino em música clássica por duas vezes- não pensou muito nisso e resolveu produzir um para a sua música "Ao Mar", todo em preto e branco e gravado com os gêmeos violoncelistas Paulo e Ricardo, do Duo Santoro, nas areias da Praia da Reserva e Guaratiba, no Rio de Janeiro. Com direção e co-produção de Alex Araripe e participação da atriz e soprano Gabriela Geluda, o curta-metragem, em fase de finalização, só será divulgado na íntegra no dia 20 de setembro de 2014, em evento

especial no Centro Cultural da Justiça Federal, às 18h30, com a apresentação de toda a equipe e a presença confirmadíssima dos irmãos Santoro. A idéia é, além da divulgação nas redes sociais, inscrevê-lo em festivais de cinema.
 




Fábio Cezanne
CEZANNE COMUNICAÇÃO
21-2551-8190 / 99197-7465
cezannedivulgacao@gmail.com


******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Duo Vipi lança CD ´Maracutando´
04/06/14 no Almanaque Café em Campinas - SP Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Duo Vipi lança CD de música instrumental brasileira ao som de piano e violão.


Show e exibição de documentário no Almanaque Café, em Barão Geraldo, revelam a arte dos músicos que se uniram em Campinas.

O Duo Vipi, de Campinas, formado por Guilherme Vieira (violão) e Thiago Lourenço (piano), lança seu primeiro CD de músicas autorais intitulado ”Maracutando”, no dia 4 de junho, no Almanaque Café, em Barão Geraldo. Além de apresentarem um show com as músicas do disco, o duo exibe um documentário de oito minutos que traz o making off da produção do CD, com o registro das etapas da elaboração do álbum.

Produzido ao longo de um ano, “Maracutando” - viabilizado pelo FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas) - reúne oito composições instrumentais embaladas pelos ritmos brasileiros e pela improvisação. Os músicos, que receberam influência de grandes nomes do cenário nacional e do jazz, como Tom Jobim, Chico Buarque, César Camargo Mariano, Bill Evans, Baden Powell e Pat Metheny apresentam, neste trabalho, composições que revelam a face autoral do duo e que foram arranjadas durante viagens a diferentes destinos, realizadas para a concepção do álbum e que serviram como inspiração para a música que queriam produzir.

O primeiro trabalho do Duo Vipi, o álbum "Antônio Brasileiro - um tributo a Tom Jobim" (2009), gravado de forma independente, já demonstra a estética autêntica de interpretação e arranjos dos músicos, que fazem da improvisação, tirada do jazz, o ponto chave de criação. "Esse exercício de criação espontânea é utilizado como unidade artística do duo e faz com que cada apresentação seja única e imprevisível. O ouvinte é levado a diferentes planos temáticos a cada execução, e isso exige do músico uma aptidão de contador de histórias", comenta Guilherme Vieira.

Outro recurso que a dupla usa nas apresentações é misturar música com poesia. A iniciativa já contou com a parceria dos poetas Guto Leite, Rafa Carvalho e Heyk Pimenta.

Trajetória
O duo foi formado em Campinas em 2007 e já se apresentou em diversas casas de música ao vivo e jazz da cidade e região. Os músicos também participaram de eventos no SESC Campinas, de projetos musicais de prefeituras do Estado de São Paulo, festivais de canção popular em várias cidades do Brasil, de duas edições do Festival do Instituto de Artes da Unicamp (2011 e 2012) e também gravaram trilhas sonoras para filmes e curta metragens.

Serviço:

Lançamento do CD “Maracutando”
Data:
4 de junho
Local: Almanaque Café
Avenida Albino José Barbosa de Oliveira, 1.240, Barão Geraldo - São Paulo - SP
Horário: 21 horas
Preço: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Informações: (19) 3249-0014

fotos de  Maria Clara Cervantes













Confraria da Informação - Assessoria de Imprensa do Duo Vipi

Atendimento:
Jornalistas responsáveis: Luciana Almeida (19) 9 9787-3362 / Sara Silva - (19) 9 9623-6681
Escritório: (19) 2511-3736 com Aline Saluotto


******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Ayran Nicodemo lança seu primeiro disco solo ´Pedra Cigana´
entre os dias 19 e 25/05/14, na Semana do Violino. Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Recém ingresso na Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, jovem violinista de 25 anos produz evento no Instituto Villa-Lobos, apresentando-se todos os dias em diferentes formações.


São grandes as realizações que fazem deste ano especial para o jovem Ayran Nicodemo, de 25 anos. O violinista mineiro, radicado no Rio de Janeiro, passou a integrar a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro desde fevereiro e lança, neste momento, seu primeiro disco solo, o CD “Pedra Cigana” (A Casa), produzido pelo também compositor Sergio Roberto de Oliveira. Para tanto, seguindo à risca a filosofia do it yoursef, pensou em algo excêntrico: uma semana, de segunda a domingo, na qual se apresentaria todos os dias com formações diferentes, do popular ao erudito, dando destaque ao seu instrumento. Assim foi concebida a Semana do Violino, que acontece entre os dias 19 e 25 de maio no Instituto Villa-Lobos, na UNIRIO (Urca), cuja programação traz o músico ora como protagonista, em apresentação solo ou com seu trio, ora como coadjuvante, em grupos e duos de câmara.

A Semana do Violino começa no dia 19, segunda, com o Trio D’Ambrósio, no qual o violinista se apresenta ao lado da harpista Maria Célia Machado e da pianista Maria Helena de Andrade, interpretando Bach, Mozart, Tchaikovsky e Chiquinha Gonzaga, dentre outros. No dia seguinte, o músico se apresenta com o seu grupo de câmara Gnu, celebrando o centenário de Guerra-Peixe tocando suas obras “Pequeño Duo” e  “Trio”, além de Villa-Lobos, Sergio Roberto e Tacuchian. Na quarta, será a vez de se apresentar com o Septeto Entre Irmãos interpretando composições de Jonas Corrêa. O lançamento do CD “Pedra Cigana” será na quinta, quando o jovem se apresenta, em solo, composições suas e de Paganini e Bach. O Duo Stretto (ao lado do pianista Pablo Panaro) interpreta, na sexta Beethoven (“Sonata A Kreutzer”) e Mignone (“Tango Habanera”).  O final de semana reserva sabores menos eruditos no sábado, com o Ayran Nicodemo Trio, no qual o músico se apresenta com o violonista Juliana Câmara e o baterista Nando Menezes. No programa, além de composições próprias, o trio interpreta Zé Paulo Becker (“Rua Bariri”), Garoto (“Desvairada”), Edu Lobo (“Ponteio”), Baden e Vinicius (“Afrossambas”), Hermeto Pascoal (“Bebê”), Django Reingnard (“Swing 39” e “Indiference”) e, até, Beatles (“Michelle”). A semana se encerra com o duo de violino e piano, com Flávio Augusto, no domingo, interpretando F. Schubert (“Fantasia em C - Opus Póstumo 159”) e J. Brahms (“Sonata 3 - Opus 108”).

 
CD "Pedra Cigana"
Desde 2010 como discípulo direto do violinista Paulo Bosisio, Ayran Nicodemo levou adiante sua paixão por uma de suas grandes influências, a música cigana, e reuniu neste disco oito faixas para violino solo, vibrando seu instrumento com delicadeza e sentimento.

“Pedra Cigana”, em sua maioria composta por obras autorais, tem apenas uma releitura, que fica a cargo de “HORA DE LA MUNTE”,  um folclore romeno tradicional, que ganha brilhante arranjo livre. Mas o CD abre mesmo com “Ciganada”, cheia de fogo e movimento, e segue com “Samsara”, com uma introdução que remete à gênese da vida, do lento desenvolvimento do embrião ao nascimento do ser.  A também autoral “Suíte Cigana” seduz pelo sabor da dança, e a faixa título “ Pedra Cigana” reproduz os contrastes do seu momento de criação: a fúria de uma súbita tempestade em dia ensolarado no verão mineiro de 2008. Neste mesmo verão, uma cigana encantadora lhe inspirou outra obra, “Ela Cigana”, com movimentos harmônicos de rara beleza. Em seguida, com uma narrativa longa e diversos episódios costurados, “De Luz e Trevas” traz uma atmosfera densa e carregada de sentimentos. “Improviso sobre um poema cigano” é uma homenagem do jovem violinista às crianças ciganas que sofreram nos campos de concentração durante a 2° Guerra Mundial, época em que seu povo sofreu por perseguição, tortura e extermínio. “Lua” encerra o disco, numa doce melodia que ilumina as noites dos povos ciganos.

SERVIÇO:

Semana do Violino

Quando:
de 19 a 25 de maio
Local: Instituto Villa-Lobos - UNIRIO
Av. Pasteur, 436 - Urca - Rio de Janeiro - RJ

Telefone: (21) 2542-4477
Ingressos: grátis
Classificação livre

Creditos fotos de Ariel Súbira

Dia 19 de Maio (segunda) às 20h - Trio D´Ambrosio - Sala Villa-Lobos (Capacidade: 80 lugares)

HARPA: Maria Célia Machado
PIANO: Maria Helena de Andrade
VIOLINO: Ayran Nicodemo

J. S. Bach - Allegro Moderato: Concerto em Lá Menor BWV 1041
W. A. Mozart - Andantino: Concerto para Flauta e Harpa
P. Tchaikovsky - Fantasia sobre o ballet "O Quebra Nozes"
N. Rimski-Korsakov - Scheherazade: Danças
C. Saint-Saëns - Dança Macabra
Francisco Braga - Episódio Sinfônico
Chiquinha Gonzaga - Grande Valsa Brilhante
E. Villani-Côrtes -  Impressões de uma Marcha Rancho

__________________________________________

Dia 20 de Maio (terça) às 20h30 - GNU - Música Contemporânea de Concerto - Sala Villa-Lobos (Capacidade: 80 lugares)

SOPRANO: Diana Maron
FLAUTA: Maria Carolina Cavalcanti
VIOLINO: Ayran Nicodemo
VIOLONCELO: Pablo de Sá
PIANO: Antônio Ziviani

Guerra Peixe - Pequeño Duo
Guerra Peixe - Trio
Villa Lobos - Suite para voz e violino
Sergio Roberto - Canção da Nuvem e Vento
R. Tacuchian - Canto do Poeta

__________________________________________

Dia 21 de Maio (quarta) às 20h - Septeto Entre Irmãos - Sala Alberto Nepomuceno (Capacidade: 60 lugares)

1º VIOLINO: Ayran Nicodemo
2º VIOLINO: Karin Verthein
VIOLA: João Senna
VIOLONCELO: Maria Clara Valle
CONTRABAIXO: Mayo Pamplona
TROMBONES: Everson Moraes e Jonas Corrêa

Músicas de Jonas Corrêa
- Pouco de Tantos
- Aurinha
- Conversa Entre Irmãos
- Em Paz

__________________________________________

Dia 22 de Maio (quinta) às 20h - Lançamento do CD Pedra Cigana - Ayran Nicodemo Violino Solo - Sala Villa-Lobos (Capacidade: 80 lugares)

J. S. Bach - Chaccona
N. Paganini - Capricho 24
Ayran Nicodemo - Suite Cigana
Ayran Nicodemo - Improviso Sobre um Poema Cigano

__________________________________________

Dia 23 de Maio (sexta) às 18h - Duo Stretto - Sala Guerra Peixe (Capacidade: 40 lugares)

VIOLINO: Ayran Nicodemo
PIANO: Pablo Panaro

L. van Beethoven - Sonata A Kreutzer
F. Mignone - Tango Habanera

__________________________________________

Dia 24 de Maio (sabado) às 18h - Ayran Nicodemo Trio - Sala Villa-Lobos (Capacidade: 80 lugares)






VIOLINO:
Ayran Nicodemo
VIOLÃO: Juliano Camara
BATERIA: Nando Menezes

Ayran Nicodemo - Lua
Ayran Nicodemo - Ciganada
Juliano Camara - Baru
Zé Paulo Becker - Rua Bariri
Garoto - Desvairada
Edu Lobo - Ponteio
Baden e Vinicius - Afrossambas
Hermeto Pascoal - Bebê
Django Reingnard - Swing 39
Django Reingnard - Indiference
Beatles - Michelle

__________________________________________

Dia 25 de Maio (domingo) às 18h - Duo de Piano e Violino - Flávio Augusto e Ayran Nicodemo - Sala Villa-Lobos (Capacidade: 80 lugares)

F. Schubert - Fantasia em C - Opus Póstumo 159
J. Brahms - Sonata 3 - Opus 108


Fábio Cezanne
CEZANNE COMUNICAÇÃO
21-2551-8190 / 9.9197-7465
cezannedivulgacao@gmail.com


******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




AQUILES PRIESTER RECEBE PRÊMIO INTERNACIONAL
INÉDITO PARA A MÚSICA BRASILEIRA... Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

O DVD Aquiles Priester’s Top 100 Drum Fills foi eleito o melhor DVD Educational de 2014, segundo a bíblia da bateria mundial, a revista Modern Drummer USA. Em 37 anos de existência da revista, Aquiles é o primeiro baterista brasileiro a ocupar o primeiro lugar no ranking mais cobiçado do mundo da bateria.



Considerado por doze anos consecutivos o melhor baterista de heavy metal do Brasil pelas principais revistas e sites especializados, Aquiles Priester já tinha sentido o gosto de estar nesse pódio ocupando o 5º lugar como melhor baterista de Prog Metal do mundo, em 2011, ao lado de nomes como Neil Peart, Mike Portnoy, Gavin Harrison e Marco Minnemann. Nesse mesmo ano, seu DVD The Infallible Reason Of My Freak Drumming (2010), ficou em 3º lugar no ranking mundial.

Aquiles Priester já realizou mais de 300 workshops em vários países e participou dos maiores festivais de bateria ao redor do globo, como Modern Drummer Festival (Estados Unidos), Montreal Drum Fest (Canadá), Batuka! International Drum Fest (Brasil), La Rioja Festival (Espanha), Laguna Drum Fest (México), London Drum Show e Drummer Live (Inglaterra), Musikmesse Frankfurt (Alemanha) e Namm Show (Estados Unidos).

Recentemente, Aquiles foi convidado pelo guitarrista americano Tony MacAlpine para gravar seu novo disco Concrete Gardens que tem previsão de lançamento no segundo semestre. Também será gravado ao vivo em estúdio um DVD em Santa Rosa (EUA), em junho desse ano, que acompanhará o lançamento do novo disco do guitarrista. Aquiles Priester começou a tocar com Tony MacAlpine em 2012 realizando uma tour pela a Europa, depois de ser indicado por John Petrucci para Tony, após sua audição com a banda Dream Theater.

Nascido na África do Sul, ainda criança Aquiles veio para o Brasil, passando a infância e parte da adolescência na cidade paranaense de Foz do Iguaçu. Em 1988, mudou-se para Porto Alegre e, em 1997, montou o grupo de heavy metal Hangar, quando começou a desenvolver o estilo que o tornaria conhecido mundialmente. Com o Hangar já lançou cinco discos de estúdio e um CD/DVD acústico e ao vivo. Aquiles também teve uma passagem de sete anos pela banda Angra e atualmente também integra a nova banda brasileira Noturnall.

Ele vai lançar um CD com o guitarrista americano Tony MacAlpine (vão gravar o DVD deste CD em junho deste ano), e também, no segundo semestre, lança o DVD, gravado agora março, da sua nova banda, Noturnall.



Giovanna Leopoldi
gio.leopoldi@gmail.com







******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Clipe ´O SOL E A PENEIRA´
O Teatro Mágico fala sobre manifestações de junho, COPA E HOMOFOBIA! Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

NOVO CLIPE DO TEATRO MÁGICO ABORDA MANIFESTAÇÕES DE JUNHO, COPA E HOMOFOBIA.

Em seu quarto álbum de estúdio “O Grão do Corpo”, recém-lançado no mês passado em São Paulo, o grupo O Teatro Mágico questiona - entre outras coisas - o significado de ser um indivíduo - ou um pequeno grão - em algo maior, como a sociedade. De carona na nova fase de trabalho, e lançando uma reflexão sobre as manifestações de Junho de 2013, que sacudiram o país, o TM estreia nesta semana o primeiro videoclipe do novo trabalho.

A letra “O sol e a peneira”, composta pelo vocalista e um dos fundadores da banda, Fernando Anitelli, além da alusão à ida do povo brasileiro às ruas, comenta o Brasil como sede DA Copa do Mundo de 2014, as desocupações decorrentes do evento, as recentes ondas de violência homofóbica e a intolerância. “No ano passado, após as manifestações, fizeram uma pesquisa na USP sobre as músicas mais ouvidas pelos manifestantes, que impulsionavam a ida às ruas. Em primeiro lugar, Chico Buarque de Hollanda, e em segundo, O Teatro Mágico”, comenta Gustavo Anitelli, produtor executivo do TM.



O SOL E A PENEIRA
Por Fernando Anitelli

A conduta tá toda curiosa
Outro dia era um bando de sem causa
Causando caos por alguns centavos de réis
Invertendo os papéis

A repressão levou pra rua
Nosso tom, nossa amargura
E a justiça, onde vai?
D´onde vem? Quem a escreve?
É a favor de quem?

Querem tapar
O sol com a peneira
Querem tapar
O sol com a peneira
Querem calar a nossa maneira
De brincadeira
Aqui ninguém tá

A cocaína, o craque, a copa
A coca, a desocupação da oca
D´aldeia Maracanã!

Morre a juventude à luz do dia
Já não dorme a periferia
A perícia constata:
É polícia quem mata também à revelia!

Querem tapar
O pó com a peneira
Querem tapar
O pó com a peneira
Querem calar nossa bandeira
De que maneira?
Sabe-se lá!

O preconceito eleito
A culpa imoral
A violência descabida
Orientação sexual
Falta de respeito
No púlpito, no pleito
Homofobia, quem diria!
Amplificada pela ma-fé!
Homem, mulher
Somos todos bichos
Nichos de mercado
Datados!
Dotados de amor e querência
Por isso não esqueça:
Onde sobra intolerância, falta inteligência!

Querem tapar
O sol com a peneira
Querem tapar
O sol com a peneira
Querem calar a nossa maneira
De brincadeira
Aqui ninguém tá!

Querem tapar
O sol com a peneira
Querem tapar
O sol com a peneira
Querem calar nossa maneira
De brincadeira
Aqui ninguém tá!

De brincadeira aqui ninguém tá
De brincadeira aqui ninguém tá
De brincadeira aqui ninguém tá

-------------------------------

Informações para imprensa:

Hussein Rimi
Brunno Almeida Maia

E-mail: imprensa@agenciablush.com.br


******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




LEO GANDELMAN
Show ´Vip Vop & Novas Ideias´ Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious



"Em fins dos anos 50, até meados dos 60, o Brasil produziu a melhor música popular do mundo. Leo Gandelman traz nesse trabalho sua visão pessoal desta cultura que nunca deveria ter sido perdida — e que só continuou a existir na discoteca [e na memória] dos que sabiam valorizá-la.” - Ruy Castro


O show "Vip Vop & Novas Ideias" mescla o repertório autoral e inédito do disco Vip Vop (lançado em 2012) com repertório de samba jazz brasileiro em arranjos inusitados e refinados.


Formação: sax, baixo, bateria, piano e participação especial de Serginho Trombone.




ASSISTA AO SHOW/DVD VIP VOP COMPLETO


Um dos mais celebrados instrumentistas do Brasil, Leo Gandelman associou seu nome à excelência e ao virtuosismo da música de concerto, em performances como solista de orquestras consagradas e em recitais de câmara.

Leo Gandelman ultrapassa as fronteiras entre clássico e popular a bordo da qualidade de seu saxofone, conferindo um grau avançado de apelo e emoção pop às peças de concerto e, por outro lado, exercitando o talento na interpretação, na pureza e na precisão do som na musica popular e instrumental.








    SAIBA MAIS




******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"






Bem vindos ao Infernynho de Marília Bessy!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

A minha felicidade em pautar novamente um artista é quase indescritível!

Ainda me lembro de quando descobri o trabalho de Marília Bessy, o que aconteceu na época em que o Orkut era a mais popular das redes sociais da Internet e diante dessa memória, pesquisei em meus arquivos pessoais e identifiquei que a primeira publicação que fiz sobre ela ocorreu no dia 08 de abril de 2011, pelo mesmo veículo – Opinião Jornal.

De lá pra cá, Marília veio traçando uma brilhante caminho musical, no qual encontrou excelentes parceiros de alto nível artístico e musical, tais como Ney Matogrosso, Guto Goffi, Arnaldo Brandão, Fernando Magalhães, Big Gilson, Rodrigo Santos, Eduardo Dussek e Fausto Fawcett entre diversos outros nomes de grande peso da música brasileira!

Certamente sua voz forte com pronúncia clara e debochada são predominantemente marcantes em sua veia roqueira, o que só valoriza seu encaixe nesse estilo musical nada comportado e que exige a sincera e verdadeira identificação dos seus intérpretes. Se não, não cola...

Mas isso Marília Bessy tira de letra, porque seus cromossomos guardam o código genético das ovelhas negras, dos que gritam e que na orquestra desafinam (embora ela seja profundamente afinada), por fim; daqueles que andam de olhos abertos percebendo o mundo ao seu redor e sem a enferma passividade tradicional do povo brasileiro (pelo menos até então) grita e expurga os seus fantasmas! Sim, ela grita enquanto canta, mesmo quando o faz chorando baixinho...

Marília Bessy tem três discos lançados, o primeiro leva seu próprio nome e foi lançado de forma independente (sem gravadora), o segundo se chama “Doce Devassa” e saiu pela Warnel e pelo selo Descobertas e, seu mais novo trabalho se chama “Infernynho”.

Ele traz 18 músicas gravadas ao vivo no Teatro Rival, na cidade do Rio de Janeiro e, vem dois formatos: em CD e DVD. Este é seu terceiro álbum e o primeiro que sai em vídeo também, que para tanto; contou com a produção do Canal Brasil e de Rodrigo Faour.

O repertório traz clássicos do rock nacional, músicas inéditas de Marília Bessy e a participação mais do que especial de Ney Matogrosso, que de uma forma musicalmente sensualíssima dividiu o palco com ela fazendo com que realmente o teatro virasse um “inferninho”, cheio de segundas intenções. Bem sabe a Ana Maria! (risos)

Para quem estiver estranhando a participação de Ney Matogrosso num disco de rock, vale salientar que ele foi fundador e vocalista de um dos principais e pioneiros grupos desse estilo no Brasil, o “Secos & Molhados”. Que para mim, está entre os top five desse estilo.

Em entrevista, Marília me disse em primeira mão, ao telefone, que em breve virá para São Paulo fazer o lançamento deste álbum e que já está preparando a produção de um novo disco composto por músicas inéditas, algumas releituras e com novas parcerias, elementos que vão resultar num “caldo” ainda mais picante. Oh Yeah!

Para esse novo trabalho ela promete enormes surpresas e diz ao público que aguarde por grandes novidades, as quais me comprometo a noticiar por aqui e nas minhas redes sociais!

Interessou? Então segue o site oficial dessa fantástica roqueira brasileira: www.mariliabessy.com.br




* Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Teoria Especial das Estrelas Humanas
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

De forma assemelhada aos astros do cosmos, nós (seres humanos) figuramos em comportamentos que discorrem padrões analogamente parecidos aos diversos corpos celestes.

Nem pela divindade, tampouco pela humanidade, essa semelhança projetada parece acontecer em vários aspectos, níveis e proporções, não importando sequer o tamanho do que se esteja observando.

Ao se pegar um átomo, com seu núcleo e elétrons orbitando ao redor, é impossível não perceber a similaridade com um sistema solar (tipo o nosso), onde ao centro está uma estrela e os plantes que a circulam descrevendo órbitas.

Partindo de um átomo para um sistema solar e indo além: como para uma galáxia inteira, caso em que também temos um núcleo denso ao centro e ao seu redor, uma série de corpos e sistemas que o rodeiam.

Agora, no espaço também há (depois de sua descoberta) a “matéria negra”, que promove uma espécie de interação gravitacional que impede o desgarrar dos astros que percorrem órbitas, fator fundamental para entender o comportamento astronômico dado à altíssima velocidade em que os astros viajam.

Voltemos aos humanos:
Há homens relevantes como as estrelas, aqueles que durante sua breve passagem nessa terrinha emitem tanta luz que suas vidas são lembradas (tanto para o bem como para o mal) por gerações e gerações, alguns deles por milênios e milênios e poucos por eras inteiras... Esses são os imortais!

Outros não têm a mesma força, mas ainda têm um papel importante em certos locais, ou regiões. Como alguns políticos, artistas e personalidades, mas não são responsáveis por mudanças mundiais, globais, de toda a humanidade...

Também existem àqueles que habitam os cinturões de asteroides. São milhares e milhares e sem eles, nem a luz do sol, nem a gravidade dos planetas teriam um propósito. Essas são as pessoas que dão beleza a Saturno, que com seus anéis maravilhosos o destacam de todos os demais planetas. Júpiter pode ser o maior, mas sem o carisma necessário, não tem os fãs e nem os anéis para os dedos... Também não tem a vida que uma pequena bolinha azul, na 3ª fileira das órbitas solares, ostenta com tanta pompa, a Terra!

Além dos milhões de asteroides, há também os cometas, perigosos porque andam desgarrados, vem e vão como e quando querem e deixam rastros por onde passam. Ocasionam visões espetaculares, mas também colisões infernais que podem destruir tudo. É preciso ficar de olho nesses caras...

E a mágica não pode ser esquecida! Chamem como quiser... Equivalente à “matéria negra” ela faz seu papel, mas é invisível. Sem a atuação de algo como ela não se pode entender como as coisas se dão, mas sua aceitação é contraditória porque não se pode tocá-la, vê-la, aspirá-la... Ela só está lá, com a sua primordial presença de organizar as coisas, mas cuja principal característica é sua ausência... Chamem do que quiser...

Por fim, existe o tempo e, olhar para o céu é observar o passado. A distância entre as estrelas é medida em “anos luz” então e simplesmente ao olharmos para o sol, estaremos vendo nossa estrela guia como ela era há aproximadamente 8 minutos atrás (tempo que sua luz demora para chegar na Terra). Nunca veremos o presente de nossa maior fonte de energia e de vida, mas sempre desfrutamos e recebemos o presente que ela nos dá! Dia após dia...

Estamos atravessando um momento tenso em nosso país, não me lembro de ter visto, sentido e vivido outra época tão sem perspectiva e esperanças. Ondem se está vivo, mas não se está feliz... Essas são impressões que guardo sobre aspectos coletivos, que vejo todos os dias nos noticiários e com quem converso pelas ruas.

É um ano de Capo do Mundo (sediada aqui) e é o momento em que o país parece despertar para entender que suas prioridades não estão no campo de futebol. É um ano de eleições, tudo está apático e temos o mesmo elenco de políticos há mais de 30 anos. Nada de novo... Já sabemos o que acontece com eles na administração. Já sabemos...
Vejo amigos dizendo que vão se mudar para outros países, vemos erros de cálculo incompreensíveis (de 40 milhões de dólares para mais de 1 bilhão na Petrobrás) e ninguém que assuma responsabilidades, sequer a de instaurar uma CPI. Assistimos ao Supremo Tribunal de Justiça mandar e depois se auto desmandar-se a si mesmo (escrevi errado de propósito) e garanto que não foi tão errado quanto aos desmandos do tribunal...

Tenho tentado entender as coisas e o que me parece, é que tem muito cometa andando solto, deixando rastro, colidindo por aí e bagunçando as coisas. É hora de pensar bem e de fazer a coisa certa! Vamos fazer mágica e transformar isso num ambiente melhor para nós mesmos e para os nossos filhos...

Novamente desejo a todos um ótimo, revigorante e maravilhoso feriado da Páscoa, assim como é espetacular o simples fato de estarmos vivos aqui e agora!




* Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br





******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"





Laura Finocchiaro cultiva a música orgânica em Copy-Paste...
Gravado no Recife com apoio artístico do maestro Spok e direção musical e arranjos de Renato Bandeira. Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Precursora da música eletrônica declara seu encantamento pela natureza, ritmos e pelo povo nordestino em um projeto musical autêntico e corajoso, que cruza suas raízes gaúchas com a cultura nordestina.

Hoje, na maior parte das prateleiras, há um produto livre de agrotóxicos, teoricamente sadio, e que, normalmente, pode ser consumido sem moderação. São os chamados produtos orgânicos. Pois bem, “Copy-Paste, Música Orgânica”, de Laura Finocchiaro, é o primeiro CD de “Música Orgânica” lançado no mundo. A homenagem à música de raiz brasileira foi inspirada no espírito brincante da cultura Nordestina, além da originalidade e natureza exuberantes da região. O trabalho é puro em sua composição, arranjos, instrumentação, interpretação e todo processo de mixagem e masterização.

Ciranda, embolada, frevo, forró e baião movimentam poesias e melodias que sintetizam, ilustram, ironizam, “copiam e colam” arranjos para viola, violão, sanfona, sax, alfaia, pandeiro, zabumba, triângulo e ganzá, estabelecendo conexões entre o estilo pop da música de Laura e a sonoridade regional brasileira.

Copy-Paste, Música Orgânica”, sexto CD da artista, foi gravado no Recife com apoio artístico do maestro Spok e direção musical e arranjos de Renato Bandeira, instrumentista da “Spok Frevo Orquestra”.

Cantando suas dores e alegrias, Laura enaltece as belezas da natureza e as do povo nordestino ao mesmo tempo em que expõe e faz uma crítica à cultura da cópia, da banalização e da massificação da indústria cultural contemporânea.

De Laura Finocchiaro e Maria Cleidejane Esperidião, Copy-Paste - música que dá nome ao disco - é um autêntico “côco”. O pandeiro, a viola, o triângulo e a sanfona dão o tom da Feira de Caruaru, que serviu de inspiração para a canção. A letra faz um paralelo entre a originalidade - inspirada na diversidade da Feira -, e o contraste com a banalização da cópia generalizada, condição que fica muito clara quando o barro é substituído por matéria plástica na construção do artesanato local. Copy-Paste homenageia artistas originais como Mestre Vitalino, Luis Gonzaga, Virgulino, Dominguinhos, Oscarito e Valentino.

Na também inédita “Cirandar”, parceria com Leca Machado e João Luiz Vieira, o forró é tocado com contrabaixo, zabumba, caixa, triângulo, agogô e ganzá, além da sanfona e da viola que choram e animam a história de fé e coragem, baseada na vida dos artistas que saem de casa a procura de seus próprios sonhos.

Olinda, parceria com João Luiz Vieira e Renato Bandeira, é um autêntico “frevo de bloco” que tem a participação do maestro SPOK no saxofone.

A história segue por Quatro por Quatro, O Mundo Gira Sem parar, Conexão, Pandeiro de Prata e Todo Mundo pro Mundo, todas composições da artista.  Quatro por Quatro é uma ciranda inspirada no povo de São Miguel dos Milagres, município no estado de Alagoas. O Mundo Gira Sem Parar é um “côco” leve, que destaca a magia do peixe–boi. Conexão - já gravada no CD LAURAS, de 2008 - aqui ganha uma versão de baião com levada de forró. A letra traça um paralelo entre a natureza e o “jogo do bicho”. Como não poderia faltar, Pandeiro de Prata é uma declaração de amor e conta com a participação do maestro Spok ao saxofone desenhando melodias emocionantes. Todo Mundo Pro Mundo finaliza o CD com um alerta para a necessidade de união neste momento caótico, de desordem mundial.

Laura Finocchiaro atualmente está em destaque no documentário musical Lira Paulistana, do diretor Riba de Castro, que conta a história do fenômeno cultural que tomou São Paulo entre os anos de 1979 a 1986, e de onde saíram nomes como Itamar Assumpção, Premeditando o Breque (Premê), Titãs, Ná Ozzetti e a própria Laura, que estreou na casa em 1983.

No final de 2013, a artista assinou a trilha sonora do documentário “Cassandra Rios: a Safo de Perdizes”, com direção de Hanna Korich, que retrata a trajetória da escritora perseguida pela ditadura.

Laura é uma artista de personalidade inquieta e irreverente. Cantora, compositora, guitarrista e produtora musical, possui composições em parceiras com letristas e poetas como Cazuza, Tom Zé, Vitor Martins, Glauco Mattoso, Caio Fernando Abreu, Cassandra Rios, Leca Machado e João Luiz Vieira, além de composições próprias incluídas em inúmeras coletâneas distribuídas por vários países. Em 30 anos de carreira, criou uma sonoridade própria, refinada, pop e inusitada. Além de cantora, compositora e instrumentista, Laura desenvolve um trabalho de produção musical para programas de televisão (Tv Colosso, Casa dos Artistas, A Fazenda, etc.), cinema, documentários, teatros, blogs, sites e desfiles de moda.



Maiores informações:

www.laurafinocchiaro.com.br
www.facebook.com/laurafinocchiarosorte
www.youtube.com/user/LauraFinocchiaro

Assessoria de Imprensa:  
Daniella Turano

daniturano@turanoimprensa.com.br
(11) 98596-7477(11) 98596-7477



******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Landau lança novo CD ´Casca Grossa´
"Deixe a porta aberta, tenho um par de asas e quero voar! Isso me basta!"... Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Com uma poesia sincera e afiadíssima, Landau acaba de lançar seu 7º álbum, celebrando 15 anos de carreira, com 10 músicas coesas e cujo senso de composição e arranjo se mostram acuradíssimos!

Se o nome do disco é “Casca Grossa”, o seu conteúdo, por sua vez, é bastante refinado dentro de uma proposta musical que mescla o blues, ao rock e ao folk e, com todas as letras em português. O que para mim é um ponto fortemente positivo, visto estarmos no Brasil e que acredito ser a melhor forma de estreitar uma boa comunicação com o público.

Assumidamente “um roqueiro da roça”, Landau canta contando histórias, daquelas que não se ouve faz tempo, sempre contemporâneas, repletas de verdades individuais, outras coletivas e sempre com a sinceridade e muita exposição do autor. É um raio x da alma do autor!

Isso é algo do qual padece a música brasileira mais popular, na atualidade: Não há mais sinceridade e os olhos abertos dos autores que não se levam pelo que se diz, mas pelo que se vê, retratando a pura realidade nos versos de suas letras, assim como os grandes faziam: Zé Ramalho, John Lennon, Cazuza, Lobão, Chico Buarque, Raul Seixas, Alceu Valença, Luiz Gonzaga, Bob Dylan, Johnny Cash, Creedence Clearwater Revival e outros expoentes...

Eventualmente mais lentas e profundas e outras vezes mais agitadas e festivas, as músicas vão transcorrendo de forma bastante orgânica, sempre com as presenças marcantes dos vocais, guitarras, violões, contrabaixos, bateiras e com os backing vocais afinadíssimos e vibrantes de Adriana Farias, que para mim, se configuram como um dos pontos altos dos arranjos!

Landau compôs, arranjou e cantou e tocou todos os instrumentos desse novo trabalho, que foi gravado e mixado por Paulo Senoni (em São Paulo) e masterizado por Steve Corrao, em Nashville – USA. Para os teclados, pianos e orquestrações houve a contribuição do músico Tiago Mineiro e para os registros dos slides e das stills guitar, o disco contou com a participação de Netto Rockfeller.

O resultado é um trabalho contemporâneo, muito bem contextualizado e maduro, de boa música, bom rock, bom blues e bom folk, ora urbano, ora rural, mas sempre muito musical, que só vêm para afirma a já sabida qualidade de um artista que transita há 15 anos pelo amplo e plural universo musical, mas sempre sabendo aonde pisa e por onde vai. Definitivamente não anda por andar!

Um dos destaques do CD é a versão de “Eu Sou Terrível”, de Erasmo e Roberto Carlos (a única não composta por Landau), que ficou mais densa. Esse novo formato coloca essa canção sob uma aura mais sombria e pesada, que tira aquela sensação descompromissada da original (típicas da Jovem Guarda), a deixando mais coerente com a própria letra. Vale à pena conferir!

Interessou? Então segue o site de Landau, onde poderão encontrar todos os seus trabalhos e também ficar por dentro da agenda de shows de sua nova tour: www.landauonline.com

Mais uma vez me despeço com a alegria de trazer outro trabalho musical de qualidade, desta vez com a alegria amplificada por ter pautado novamente um artista que se mantém numa linha produtiva, positiva e que desta vez nos brinda com mais 10 músicas para nosso acervo musical de cabeceira!

Que todos tenhamos um ótimo, divertido e revigorante final de semana, desta vez ao som do álbum “Casca Grossa”, do músico, cantor, compositor e brother: Landau!




* Nando Pires (guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br





******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




MIS apresenta exposição sobre David Bowie!
Por Nando Pires* Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

O MIS – Museu da Imagem e do Som, instituição da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e situado em sua capital, está apresentando uma exposição de importante relevância artística, histórica e cultural, tanto por seu conteúdo quanto pelo seu formato.



O tema é o músico, cantor, ator e compositor britânico (nascido em 08 de janeiro de 1947), David Bowie, que é tido como o “camaleão do rock” por suas dezenas de facetas sonoras, funcionais e visuais, assim como são plurais as suas prerrogativas. Ele teve diversas passagens pelo cinema, ora em papeis menores, outras em papeis maiores, mas por diversas vezes em filmes de grandes produções hollywoodianas.

David Bowie também pintou e escreveu muito além de atuar, mas o seu maior destaque certamente veio da música, onde fez parcerias homéricas com nomes como John Lennon, Freddie Mercury, Annie Lennox, Iggy Pop e Stevie Ray Vaughan entre tantos outros superstars da música mundial.

Para se ter uma ideia: Em 2004, a Rolling Stone (um dos mais relevantes veículos que pautam o cenário musical mundial) o colocou na 39ª posição na lista dos "100 Maiores Artistas do Rock de Todos os Tempos" e em 23º lugar na lista dos "Melhores Cantores de Todos os Tempos".

David Bowie também teve forte engajamento nos movimentos de libertação gay da Europa e USA, onde seu visual e postura andrógenas ajudariam a determinar novas fronteiras sociais e comportamentais para a juventude daquela época.

Voltemos à exposição: Toda organizada pelo V&A – Victoria and Albert Museum (de Londres - UK) e contendo mais de 300 itens do acervo pessoal do artista, a mostra oferece um “mergulho literal” no universo psicológico, cultural, artístico, histórico e criativo de David Bowie.

E quando usei o termo “mergulho”, não foi por acaso! Para adentrar à exposição cada pessoa recebe um par de fones de ouvidos que vão mudando de som de acordo com a aproximação que o visitante estabelece com os itens expostos. Some-se a isso que três andares do MIS foram totalmente revestidos com carpetes pretos (no chão, paredes e teto), que são percorridos por finos tubos luminosos de LED que seguem tridimensionalmente em ziguezague.

Desta forma, você sente absorver-se num ambiente em que perde a noção espacial por um breve momento e passa por todo um roteiro de itens, textos, vídeos e sons onde praticamente não é possível se comunicar com os demais visitantes, visto que seus ouvidos estão vedados e sonorizados pelos fones. Em entrevista à TV Gazeta, a produtora do MIS, Larissa Peron, fala sobre o caráter totalmente imersivo da exposição e tenho de concordar em gênero, número, grau e ressaltar o quanto é interessante essa experiência multissensorial, individual e intransferível! Remete muito às diversas músicas com temas espaciais de David Bowie.

Permaneci por aproximadamente uma hora em visitação, mas sugiro que vão sem pressa e atentos às entrelinhas, porque além dos figurinos extravagantes, também estão diversas pistas de seus métodos criativos, muitos textos e vídeos explicativos, um software que o artista idealizou e encomendou para auxiliá-lo em suas composições e dois lances de escada com seus tetos recobertos por dezenas de livros que Bowie escolheu como fortes fontes de informação e conhecimento. Pretendo fazer uma segunda visita e depurar todo esse conteúdo, por quanto tempo for preciso!

Interessou? Então segue o endereço do site oficial do MIS, onde a exposição (que teve início em 31 de janeiro) fica até o dia 20 de abril de 2014: www.mis-sp.org.br




* Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br




******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




´Aqui pra você!´ novo CD de Big Gilson
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Que bom poder falar isso num artigo: Aqui está um CD com timbres viscerais de guitarra!

Desde as músicas mais leves até as mais pesadas, todas trazem execuções primorosas com vários canais de guitarras, muito bem divididas e colocadas em panoramas de estéreo, cada uma com seu arranjo específico e “conversando” simultaneamente com as outras linhas. Tudo isso, em cada música do disco!

O álbum em questão chama-se “Aqui pra Você!” e o responsável pela obra é o veterano expoente do blues nacional, da guitarra brasileira e reconhecido internacionalmente; o carioca Big Gilson!

Praticamente se trata de uma “aula” de composição, arranjo e de como tocar guitarra, demostrando o enorme potencial que esse instrumento oferece. Também com relação às afinações especiais e ao uso das técnicas de slide (onde se utiliza um tubo de vidro ou de metal para tocar). Show de bola!

Rasgando o verbo com frases por vezes escatológicas, outras politizadas, Big Gilson fez esse disco integralmente em português, buscando estreitar uma comunicação de forma direta com o público brasileiro e mostrando sua versão linguística de como compor rock e blues neste idioma cuja poesia parece fugir desses estilos mais viscerais e pesados, indo em direção a uma erudição europeia, porém sem deixar de ser tupiniquim.

Estranho, não é?! Um país tão assediado pela pobreza (inclusive a política e a mental), com uma língua tão barrocamente rebuscada... Esse é o Brazil, ops: o Brasil!

O projeto gráfico do CD é dos seus pontos de destaque e de uma forma bastante minimalista, o ilustrador Hermé, em conjunto com o projetista Leão Leibovich e com o artista finalista Vladmir Avellar, resolvem a capa com uma silhueta de Big Gilson e sua guitarra, com apenas meia dúzia de traços. Bem legal!

Ao todo são 10 músicas muito bem mixadas e masterizadas por Pedro Garcia, que soube dar equilíbrio aos volumes dos elementos musicais, fazendo que o álbum soe como uma banda completa tocando junta e não como comumente soam os trabalhos solo (principalmente os do pop), onde acorrem destaques verdadeiramente egocêntricos dos vocais, o que relega os instrumentos à insignificância e faz com que se perca a riqueza dos arranjos. Muito bem produzido, o “Aqui pra você”!  é um disco em que se pode ouvir todos os instrumentos, seus diversos timbres, os vocais, as guitarras e o desempenho de cada músico: Excelente!

A banda que acompanhou Big Gilson (que responde pelas guitarras e vocais) na gravação do CD, conta com Kadu Mota também na guitarra e backing vocal, Pedro Leão no contrabaixo e Gil Eduardo na bateria e percussão.

Além desse elenco permanente, também houve participações especiais de grande importância, são elas: BNegão colocou voz e Antonio Gil Esteves fez percussão em “Tormenta”. O pessoal da banda Autoramas participou da música “Hey Hey”. Pedro Gil Esteves tocou percussão e Jefferson Gonçalves gravou gaita na música “Fumando na Escuridão”. Otavio Rocha também colocou a guitarra e Pedro Strasser a bateria em “Blues & Afins”. Sallo Szrajbman gravou os backing vocais da música “Fechada pra Mim” e Humberto Barros contribuiu tocando os teclados do CD. Todos são músicos de grande destaque, de notada e reconhecida qualificação!

O resultado é um álbum primoroso em vários aspectos e que percorre uma ampla gama de gêneros musicais, transitando pelo blues, passando pelo r&b, rock’n’roll, surf music e sempre com latentes pitadas de rockabilly! Muito bom, não é Mariana?! (risos)

Interessou?! Então seguem os canais oficiais onde poderão entrar em contato com o artista e seu trabalho: Site – www.biggilson.com e Facebook.

Mais uma vez me despeço com o bom sentimento de oferecer um bom trabalho musical e desejando a todos um ótimo, divertido e revigorante final de semana, desta vez ao som do disco “Aqui pra você!” do guitarrista, compositor e cantor carioca, Big Gilson!




* Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Jefferson Gonçalves lança seu 1º DVD!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Esse é um artigo que eu já deveria ter escrito há tempos e com ele brindo o lançamento do mais novo trabalho de um grande instrumentista e artista brasileiro, o carioca e também amigo, Jefferson Gonçalves!

Aí está um músico que se cerca de toda a brasilidade que o Brasil pode oferecer, miscigenando seu blues através das vertentes regionalistas e folclóricas dessa terra de sol ardente, fazendo com que sua banda e gaita passeiem por convenções (passagens musicais com o ritmo, a harmonia e a melodia sincronizadas) de uma forma aparentemente casual e descontraída, o que por vezes disfarça a enorme complexidade de seus arranjos.

Tive o prazer de conhecer Jefferson quando se apresentou no II Campos Jazz Fest (festival realizado pela Lucas Shows em Campos do Jordão-SP), o reencontrando no Bourbon Festival Paraty (iniciativa produzida pelo Bourbon Street em Paraty-RJ). Ambos os shows ocorreram em 2013 e contaram com a participação especial do guitarrista e blueseiro, Big Joe Manfra, seu parceiro de longa data.

Jefferson Gonçalves literalmente bota o público para vibrar e em seu repertório encontram-se melodias incidentais e conhecidas, que são identificadas e fazem com que a música instrumental atinja as pessoas com grande força.

Ao seu lado está o violonista, guitarrista e cantor Kleber Dias e o contrabaixista Fábio Mesquita, a bateria e o metalofone fica por conta de Marco BZ e na percussão, Marco Arruda batuca abrasileirando tudo. Esse é o mesmo time que gravou este último trabalho e que o acompanha desde 2004.

O referido álbum se chama “Encruzilhada Ao Vivo” e vem coroar os 23 anos da carreira de Jefferson! Seu formato é o de um “box” onde vem um CD e um DVD. O primeiro registro videográfico oficial de sua carreira!

Contudo, não se enganem, por Jefferson já conta com outros 5 CDs solos lançados anteriormente e uma infinidade de gravações com grandes artistas, onde dentre eles contam nomes como o de Lulu Santos, Belchior, Celso Blues Boy, Taryn Szpilman, , Big Gilson e Big Joe Manfra e diversos outros.

Um fator que chama muito a atenção sobre esse trabalho é o sistema de captação de recursos para custeá-lo, que foi o de crowdfunding. Esse é um dispositivo que disponibilizado um espaço para que pessoas e empresas façam donativos (através da Internet), que em geral envolve algum retorno para o doador; como o recebimento do próprio disco e pode ir aumentando o benefício proporcionalmente ao valor doado.

Em meus 14 anos na redação desses artigos jornalísticos, apenas noticiei duas iniciativas realizadas por esse método e, para mim, isso expressa significativamente o quão querido pelo público é o artista em questão! Parabéns Jefferson Gonçalves e Claudia Dorei (a cantora pautada anteriormente)!

O box “Encruzilhada Ao Vivo” teve seu áudio e vídeo gravados durante um show realizado no “Centro de Referencia da Música Carioca”, traz composições do próprio Jefferson (eventualmente em conjunto com seus amigos) e também clássicos do blues mundial! Em seu release está escrito que os músicos de sua banda “são tão protagonistas como ele” e posso afirmar ser verdade. Trata-se de um time escolhido a dedo, tanto pelo entrosamento quanto pela musicalidade e o DVD é uma forma de vivenciar a força de suas apresentações “ao vivo”!

Esse é um trabalho que soa de forma pitoresca e cosmopolita, assim como nas ruas do Rio de Janeiro se falam diversas línguas em diversos sotaques, as músicas tocadas por Jefferson Gonçalves e sua banda transitam por uma plural e rica diversidade sonora!

Interessou?! Então segue seu Facebook e o site oficial onde poderão entrar em contato com o artista e sua obra!

Mais uma vez me despeço com a alegria de oferecer uma dica musical de tamanha qualidade e me despeço desejando a todos um ótimo, divertido, revigorante e muito musical final de semana, desta vez ao som do álbum “Encruzilhada Ao Vivo” do gaitista e blueseiro carioca, “Jefferson Gonçalves”!





* Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br





******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Tuto Ferraz lança novo álbum ´À Deriva´
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Num universo de relações musicais simbióticas, onde os músicos traçam melodias assertivas e envolventes, é o ambiente no qual transcorre o novo CD do compositor, produtor e baterista, Tuto Ferraz.



Originalmente baterista, Tuto, mantém a intensidade rítmica sempre presente nas músicas, mas sua pulsante veia de compositor fica bastante evidente nas melodias que compôs para esse disco e seu tino para produtor e arranjador se manifesta brilhantemente pela forma hábil com a qual distribui suas frases melódicas pelos instrumentistas de sua banda.

Assistindo ao show do lançamento de seu álbum (À Deriva), no teatro Solar de Botafogo no Rio de Janeiro, assisti a uma manifestação musical de altíssimo nível, cuja inteligência na gestão dos talentos e características de cada integrante da banda ficou plenamente evidente.

Para tanto, o CD conta com um time de instrumentistas que são verdadeiros craques! No organ ficou o sempre parceiro e amigo de Tuto, o cubano Pepe Cisneros e, a ele foram atribuídos os elementos latinos do jazz, que espontaneamente fazia brotar improvisos em meio às melodias das músicas, também mantendo a “percussividade” nas harmonias.

A guitarra ficou a cargo de Agenor de Lorenzi, que tem um tom mais formal na forma de tocar e com sua Gibson Les Paul (equipada com cordas 0.11) percorria escalas jazzísticas alternadamente às harmonias dissonantes, sempre com o tradicional timbre “abafadinho” do jazz.

No saxofone estava Josué dos Santos, que usou dois tipos do instrumento (um tenor e um alto). A perfeita fluência de suas execuções me chamou muito a atenção e em diversos momentos fez remeter ao grande saxofonista, Jan Garbarek. Muito bom!

O contrabaixo foi um show da verdadeira “malandragem” (no bom sentido) e swing que esse instrumento pode e deve ter! Quem destilava essa intensidade nas espessas cordas do double bass (contrabaixo acústico), foi o virtuoso instrumentista Sidiel Vieira. Fantástico!

Obviamente que na bateria ficou o próprio Tuto Ferraz e além de assinar o conjunto todo da obra, nitidamente se divertia tocando no show, o que ele também salientou ao vivo, acrescentando que em inglês a palavra para tocar e para brincar é a mesma – play. Suas expressões (musicais e pessoais) durante o show eram de verdadeira felicidade e o espírito roqueiro do músico vinha na forma de veementes acentuações rítmicas. Show de bola!

Vale salientar que estes são os mesmos músicos que gravaram o disco, que por sua vez foi registrado em execuções “ao vivo” no estúdio Grooveria em São Paulo. Para atingir a sonoridade equilibrada, fiel e pura que possui, foram usados microfones e técnicas específicas para cada instrumento e como a banda tocou tudo em conjunto, o álbum soa com a mesma intensidade e vigor do que no show.

Interessou? Então seguem os canais oficiais de Tuto Ferraz, onde também poderão ouvir seu novo trabalho “À Deriva”, página no Facebook e SoundCoud.




* Nando Pires (guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Sidiel Vieira lança seu 1º CD!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Há raríssimas oportunidades em que na busca de um, encontra-se dois e saímos com cem por cento de lucro.

Assim foi a audição do show de lançamento do baterista Tuto Ferraz, ocorrida no teatro Solar de Botafogo.

Naquela oportunidade observei o destacar de um de seus músicos, mais especificamente do contrabaixista Sidiel Vieira, que eu até então não conhecia. Vale salientar que tal destaque fica ainda mais proeminente diante do exímio time de instrumentistas daquela banda.

Logo após o show, procurei o contrabaixista para parabeniza-lo e o adjetivo que usei foi o de que suas execuções vinham repletas de “malandragem”. Quando não conheço um músico, me preocupo com a recepção de uma observação dessas e no caso de Sidiel, ela veio com alegria, expressa por um sorriso largo que culminou com o presentear de seu CD, disco do qual passo a tratar nesse artigo!

O álbum em questão se chama “Sidiel Vieira Quinteto” e traz oito músicas instrumentais no melhor do estilo jazz brasileiro, todas compostas e arranjadas pelo próprio Sidiel.

A história da concretização dessa obra é muito interessante por conta de sua casualidade e da confirmação do constante alto desempenho do contrabaixista nos palcos. Sidiel acompanhava o músico cubano Ricardo Castellano em um show no “All Of Jazz” (bar de São Paulo), sem saber que na plateia estava um observador peculiar que havia notado seu evidente talento musical e que ao término da apresentação, esse ouvinte, lhe abordaria oferecendo custear seu primeiro disco. Tratava-se do esloveno e altruísta amante de jazz, Silvo Gustin.

A partir deste momento houve a materialização desse trabalho que foi gravado e mixado no estúdio BRC por Bruno Cardoso, masterizado no Reference Mastering Studio por Homero Lotito e conta com fotos de Duda Ramos e Dani Gurgel, esta última que também assina o design gráfico do CD.

Os músicos que integram sua banda são: Serginho Machado na bateria, Felipe Silveira ao piano, Jefferson Rodrigues no saxofone, seu irmão Sidmar Vieira no trompete e o próprio Sidiel Vieira que assume todos os contrabaixos.

Vale enfatizar que um disco cujo instrumento principal é o contrabaixo acústico (semelhante ao das orquestras) precisa ser muito bem produzido, visto que o universo das frequências graves é bastante circunscrito e extrair uma perfeita definição e timbre desse instrumento, bem como mixá-lo junto aos demais elementos da banda é uma tarefa bastante delicada. O que neste caso foi realizada com muita perícia e o resultado sonoro do CD é impecável!

Como compositor e contrabaixista, Sidiel mostra grande maturidade na distribuição das linhas melódicas para cada instrumento, também deixando claro o pulso e o forte swing que seu instrumento (em conjunto com a bateria) traz originalmente.

Trata-se de um brilhante trabalho de estreia, muito equilibrado e que denota amplo potencial. Para mim, a musicalidade do jovem Sidiel Vieira não é uma promessa e sim um fato!

Findo por transcrever as palavras que o grande mestre da música, Sizão Machado, dedicou ao disco de Sidiel Vieira: “A música é quem escolhe seus eleitos, aqueles que têm a missão de viver e de emocionar as pessoas. Sidiel é um deles e sabe bem escolher seus companheiros, rapaziada da melhor qualidade! Ao ouvir esse mágico CD, certamente entenderão o que digo.”

 Interessou?! Então segue o Facebook do artista www.facebook.com/sidiel.vieira e seu site, www.sidielvieira.com, que está sendo produzido e deverá ser publicado em poucos dias.




Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br





******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Coletânea Made in New York Jazz Competition.
Com a participação do guitarrista Demma K. Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Demma K. participou em 2013 do Made in New York Online Jazz Competition e teve o prazer de ter uma música selecionada entre 16 mil concorrentes de 37 países para participar de uma coletânea com 18 artistas.

Aqui, no AlôArtista, temos o prazer de divulgar a apresentação do Global Jazz Album. E claro, quem quiser pode participar. É uma campanha de financiamento coletivo.




******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Funk Brasil lança seu 1º CD!
Um repertório influenciado pelo Soul, Jazz e Rock... Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

A banda “Funk Brasil” acaba de lançar seu 1º disco, trabalho que reúne um repertório influenciado pelo Soul, Jazz e Rock, repleto de grooves funkeados e com toda a brasilidade que se pode desejar. Yeah!

Apenas a título de ilustração; vale salientar que o termo funk (aqui utilizado) se refere ao estilo original, norte-americano, cuja musicalidade é indiscutível e influenciou a arte e a cultura do mundo inteiro.

O band leader – Rubem Farias – é o idealizador do projeto, da banda e desse álbum de estreia! Nele também estão outros músicos renomados e de consagrada musicalidade, são eles: Marco da Costa (baterista), Gileno Foinquinos (guitarrista), Ary Holland (pianista e tecladista), Jorginho Neto (trombonista), Márcio Negri e Vinícius Chagas (ambos saxofonistas).

Nos contrabaixos e respondendo por toda a produção do CD (executiva e artística) está o virtuoso multi-instrumentista, produtor musical e arranjador, Rubem Farias, que também assina todas as composições do disco. Ele conta que foi através da influência do amigo e trombonista, Bocato, que decidiu montar um projeto musical próprio (em 2010) e o resultado acaba de se materializar nesse fantástico e pulsante trabalho!

O disco recebe o nome de “Acid Funk Brasil” e consegue trazer toda a intensidade dos shows para as gravações! Foi muito bem captado, gravado e mixado em São Paulo, cidade onde também moram os integrantes da banda e pela qual circulam fazendo shows!

Rubem tem apenas 28 anos de idade, foi um prodígio musical desde a infância, possui 3 álbuns gravados e coleciona inúmeros carimbos em seu passaporte, por conta das diversas idas e vindas das turnês internacionais. Seu currículo também contém parcerias musicais impressionantes, tendo tocado ao lado de grandes nomes da música mundial!

Seguem alguns deles para exemplificar: Filó Machado, Mafalda Minnozzi, Gilberto Gil, Bocato, Leyde Zú, Negra Lee, Cidinho Teixeira, Banda Red, Fafá de Belém, Toquinho, Dom Paulinho Lima e Soul Train além dos músicos já mencionados e tantos outros talentos que seria impossível de citar!

Retornando ao álbum: O disco tem uma sonoridade muito madura e um equilíbrio musical imenso, onde não se encontram arestas nos arranjos das músicas e mesmo sendo todo instrumental, leva o ouvindo a cantarolar suas melodias por conta da clareza, objetividade e beleza das mesmas!

Há casos onde a reunião de músicos tão virtuosos incorrem no exagero e aí pecam pelo excesso, fato comum observado em CDs com integrantes de tamanho nível técnico, mas no disco em questão (Acid Funk Brasil) houve uma conjunção simbiótica e positiva dos talentos musicais, o que se consolidou numa obra prima da música instrumental brasileira. Sem sombra de dúvida!

Trata-se de músicos de primeira grandeza tocando juntos, em prol da sonoridade e do melhor resultado musical possível. A banda e o disco mostram uma intensidade enorme dentro de um universo hermético, ao mesmo tempo em que também conseguem divagar pela suavidade que devaneia! É um disco que realmente tenho imenso prazer em recomendar!

Interessou?! Então segue o canal oficial onde se pode entrar em contato com a banda e sua obra: www.rubemfarias.com.

De posse de uma grande alegria em ter mais um exímio trabalho musical como pauta, despeço-me desejando a todos um ótimo, divertido, revigorante e musical semana, desta vez ao som funkeado, alegre e perfeito da banda “Funk Brasil” em seu disco “Acid Funk Brasil, ”do estimado amigo “Rubem Farias”!

P.S. Feliz aniversário Rubinho!!! (risos)



Nando Pires (guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




EXCLUSIVO PARA MEMBROS PREMIUM!
Professores(as) de Ballet Avançado - Método Livre - SP Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

A


está selecionando professores(as) de ballet avançado

- método livre na região de Campinas - SP

Serão aulas semanais no período da noite e manhã, na cidade de Sumaré - SP


******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"








Artur Menezes disponibiliza seu primeiro clipe...
´Damn! You Know I’m a Man´ Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Filmado em Fortaleza, terra natal do artista, o novo clipe de Artur Menezes, “Damn! You Know I´m a Man”, segue a trilha do country com cromatismos que levam ao bebop, e aproxima duas paixões do artista: música e humor.

Dirigido por Glauber Paiva Filho ("Bezerra de Menezes" e "Mães de Chico Xavier") e Roger Capone, e com fotografia de Leo Mamede, o clipe conta com as participações dos humoristas Bolachinha e Picolina, do motoclube Dry Quinze, da cantora Lúcia Menezes, entre outras figuras icônicas da cena rock´n´roll cearense.

“Damn! You Know I´m a Man” foi filmado com câmera de cinematografia digital Red - a mesma de  O Senhor dos Aneis” –, que permite um visual de cinema, com alta sensibilidade, baixo ruído e imagens de perfeita qualidade.

A música “Damn! You Know I´m a Man” está no último álbum do artista, #2, que foi pré-selecionado para o Prêmio da Música Brasileira na categoria de melhor disco de música estrangeira.

Artur Menezes vem se destacando entre os guitarristas brasileiros como um dos melhores músicos de sua geração. Este ano, esteve em turnê pela Argentina e circulou em diversos festivais pelo Brasil, como o Fest Bossa & Jazz Pipa (RN), o Garanhuns Jazz Festival (PE), Manguinhos Jazz e Blues (ES), Festival de Inverno de Pedro 2 (PI), entre outros. Também em 2013, foi convidado para ser um dos palestrantes do TEDx Fortaleza, encontro anual licenciado pelo TED - Technology, Entertainment, Design.

Em 2012, abriu os shows da turnê do Buddy Guy no Brasil (RJ e SP), além de ter sido uma das atrações do Rio das Ostras Jazz e Blues Festival - o maior do gênero na América Latina. Foi um dos finalistas do concurso "Crossroads Guitar Festival 2013", competição medida em popularidade em que o ganhador dividiria o palco com Eric Clapton.

Ficha técnica:

Direção: Roger Capone e Glauber Paiva filho
Direção de arte: Juliana Ribeiro
Direção de fotografia: Leonardo Mamede
Produção: Lucas Onofre
Figurino: Daniella Milerio
Montagem e Finalização: Roger Capone
Mixagem, Desenho de som: Paulo Tomé (Wideopenmind)

Banda:

Artur Menezes (voz e guitarra), Lucas Ribeiro (Baixolão), Claudio Mendes (Piano), Wladimir Catunda (Bateria)




Assessoria de Imprensa do artista
Daniella Turano
- daniturano@turanoimprensa.com.br
Tim (11) 98596-7477

Produção: Érika Breno - erika@erikabreno.com.br

Maiores informações
www.arturmenezes.com.br
www.facebook.com/arturmenezesoficial
www.youtube.com/arturmenezes
http://twitter.com/@art_menezes


******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Marcelo Gross lança seu 1º CD solo!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Se há uma imagem que possa esboçar a sensação de ouvir o primeiro álbum solo de “Marcelo Gross”, é a do piscar azulado das válvulas do amplificador vintage da guitarra, que literalmente fazem com que as notas saiam com aquele tão desejado timbre robusto e caliente!



Mesmo nas baladas, os riffs de “Marcelo” percorrem os arranjos de forma marcante, deixando claro que se trata do trabalho de um guitarrista, muito embora ele também toque bateria e assuma todos os vocais desse novo disco!

No show de lançamento do CD – “Gross – Use o Assento para Flutuar”, realizado no último dia 12/DEZ no “Beco 203” (www.beco203.com.br - casa de shows situada na Rua Augusta em São Paulo/SP), pude assistir a um power trio (banda formada por 3 componentes) botando para quebrar, sem dó, nem piedade!

Esse tipo de formação é antológica por ter apenas o contrabaixo, a guitarra e a bateria, onde um dos músicos também canta e, no caso específico: O marcante e pesado contrabaixo ficou por conta de “Fernando Papassoni”, a pulsante bateria ficou a cargo de “Clayton Martin” e as guitarras e vocais foram assumidas pelo próprio “Marcelo Gross”.

Curiosamente, a história do rock mostra que apesar do sucinto número de componentes, em geral as bandas com formato de power trio têm uma sonoridade mais crua e bastante pesada, onde os músicos necessitam se desdobrar para produzir um maior corpo sonoro. Muito legal!

Vale lembrar que “Gross” também responde pelas veteranas guitarras da renomada e premiada banda de rock “Cachorro Grande” e, que esse seu novo trabalho (paralelo) vem para resgatar diversas composições que tinha engavetadas e, que caminhavam por um horizonte mais pessoal.

O novo disco foi gravado em São Paulo nos estúdios “Trama” e “Submarino”, por “Luis Paulo Serafim” e “Clayton Martin”, este último que também assina a produção em conjunto com “Marcelo Gross” e a capa foi um projeto gráfico de “Bernardo Abreu”.

Como o próprio nome do álbum propõe, “Gross – Use o Assento para Flutuar”, fica evidente o convite para o desfrute de um novo trabalho, onde a sonoridade e as poesias verdadeiras das letras querem conduzir os ouvintes por um passeio sonoro através músicas de um CD inédito, totalmente autoral e que vem a contribuir para com a lista dos bons lançamentos fonográficos brasileiros! Universo que anda árido e que trabalhos de empenho artístico (como é o caso), ajudam a melhorar!

Interessou? Então segue os canais oficiais de “Marcelo Gross”, onde poderão ouvir seu novo trabalho, na íntegra: Site – www.marcelogross.com  –  SoundCloud  –  Twitter

Desta forma, despeço-me desejando a todos um ótimo, divertido e revigorante final de semana, desta vez somado ao desejo de um “FELIZ NATAL” ao som do álbum “Gross – Use o Assento para Flutuar”, do multi-instrumentista, cantor e compositor, “Marcelo Gross”!




Nando Pires (guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br



******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Bourbon Street, um oásis da boa música!
A excelência é sua tônica e para oferecer shows de enorme envergadura ao seu público... Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

O “Bourbon Street Music Club” (www.bourbonstreet.com.br) é um amálgama de ingredientes que geram um fenômeno sinérgico cuja entalpia resultou em 20 anos de uma trajetória ímpar e singular, na direção e no fomento do melhor que a música tem a oferecer!



A excelência é sua tônica e para oferecer shows de enorme envergadura ao seu público, o Bourbon (como carinhosamente é chamado) investiu pesadamente numa estrutura de sonorização e iluminação que apenas se vê em grandes festivais!

Como músico, sempre digo que se um bar quer oferecer música ao vivo aos seus clientes, ele deve investir no equipamento necessário para fazê-lo com qualidade e com o devido dimensionamento para que o som fique bem distribuído e num volume adequado. Ensurdecer as pessoas deve ser evitado e volume não é sinônimo de qualidade!

Para tanto, também são necessários profissionais qualificados para operar os complexos equipamentos de sonorização e iluminação a fim de que se consiga extrair resultados de alto nível, o que no caso específico, é de qualidade fonográfica.

Em 2013 a renomada revista Veja de São Paulo novamente premiou o Bourbon como o “melhor na categoria música ao vivo”. Sem dúvida um importante e merecido reconhecimento nacional, evidenciando sua dedicação e qualidade.

Contudo, os prêmios conferidos pelo “Comer & Beber” (do referido veículo) são enquadrados em categorias individuais, o que não comtempla o trabalho gastronômico que o Bourbon detém. Tanto para a música quanto para a culinária, a casa conta uma minuciosa atenção, realizada por um corpo dedicado de experts!

Não pensem que esse artigo se trata de uma propaganda e quero que isso fique bem claro! O que expresso aqui é o que vivenciei com proximidade sobre uma empresa que encerra múltiplas atividades: a de bar, casa de shows, buffet e a de produtora de eventos e festivais.

Sendo que este último ponto (o dos festivais) é uma de suas mais nobres iniciativas, porque leva toda a sua qualidade e know how no show business para fora dos limites das paredes de sua casa e oferece grandes shows para verdadeiras multidões, tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro, Paraty e Brasília. Tudo gratuitamente para todos que quiserem e puderem ir: Isso é maravilhoso!

Em 2013 tive a oportunidade de cobrir todos os festivais realizados pelo Bourbon e o que mais me impressionou foi o brilho nos olhos do publico, que se deleitava com toda àquela musicalidade. Os semblantes, as danças espontâneas das pessoas e as expressões de felicidade são realmente impressionantes!

Posso garantir e, quero convidar a todos para que se programem a fim de ir a esses grandes espetáculos! Seguem seus sites (em ordem cronológica) para que vejam suas datas e locais: www.bourbonfestivalparaty.com.br - www.bourbonstreetfest.com.br - www.paratylatino.com.br.

Outro fator importante dos festivais é o da inclusão de ações pedagógicas que, em conjunto com escolas de música, dança e de galerias de arte, levam exposições e workshops ministrados por grandes artistas para localidades que de outra forma não teriam tais oportunidades. Isso é fomento à arte e à cultura, o que também é digno de elogios!

Saliento que não mencionarei nomes nesse artigo, porque o Bourbon é uma empresa familiar, cujos membros (consanguíneos ou não) têm plena importância nessas realizações todas, realizando com apreço as suas funções, sejam elas quais forem!

Devido a isso, parabenizo à “família” Bourbon Street Music Club, toda a equipe da empresa e estendo esse cumprimento a todos os terceiros que também participaram dessa trajetória significativa e contribuíram para a realização dos primorosos trabalhos, que gerou a colheita de resultados tão expressivos!

Também é imprescindível salientar e enaltecer a importância das parcerias que as gestões públicas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e de Paraty, bem como do MinC (Lei Rouanet), da Secretaria de Estado da Cultura de SP (ProAc) e do apoio das empresas patrocinadores de todos os projetos e festivais que levaram arte e cultura à população.




Nando Pires (guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Centro de Difusão Cultural da Unicamp conquista prêmio especial de Música Erudita da APCA
Entre as realizações, a arrojada e criativa temporada da Sinfônica da Unicamp, além do rico acervo de produção contemporânea. Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

O Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural (Cidicc) - Unicamp conquistou o Prêmio Especial na categoria Música Erudita da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). O anúncio foi feito nesta semana e votaram os especialistas Eduardo Escalante, Léa Vinocour Freitag e Luís Roberto A. Trench.



Com direção da compositora e professora Denise Garcia, o Ciddic realizou, entre outras ações, uma temporada artística arrojada e criativa da Orquestra Sinfônica da Unicamp, com a intervenção de várias linguagens artísticas.

O Ciddic mantém, ainda, um representativo acervo de música contemporânea com mais de seis mil partituras, de 1.500 autores brasileiros e 1.200 estrangeiros, além de livros e CDs também disponíveis à consulta.

“Esse reconhecimento é importante e inesperado porque não estamos no eixo Rio-São Paulo”, afirma Denise Garcia. “Acrescenta valor e visibilidade por parte da comunidade como um todo para o trabalho que o Ciddic tem desenvolvido em prol da música brasileira contemporânea, tanto na questão do acervo quanto da divulgação e preservação que a Orquestra Sinfônica faz desse repertório,verdadeiro patrimônio nacional”, conclui.

A premiação da APCA contemplou 11 categorias: arquitetura, artes visuais, cinema, dança, literatura, música popular, música erudita, rádio, teatro, teatro infantil e televisão.

A cerimônia de entrega a todos os artistas contemplados desta 57ª edição do Prêmio APCA acontecerá em março de 2014, em data a ser divulgada, no Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, em São Paulo.

Assessoria de Imprensa
Maria Claudia Miguel (
Cacau)
(19) 99743.2142


******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Banda V.O.S. lança o 2º CD ´Conflito da Mente´
“Do que é que nós vamos falar?"... Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

O novo álbum se chama “Conflito da Mente” e logo em sua primeira música, a tônica da letra é a pergunta “do que é que nós vamos falar?” fazendo óbvia menção ao grande e plural universo das letras dos diversos segmentos do rock. Bem diferente de gêneros que só falam de amor...

Desde aí, pode se notar o questionamento que percorre o disco inteiro e como o próprio nome da banda expressa, “V.O.S. – Veteramos Old School”, trata-se de um conjunto cuja faixa etária beira os 40 anos e já coleciona experiência de vida!

É bastante interessante assistir ao exercício da filosofia punk por parte desses quatro caras e que para isso foram se reinventando dentro de um estilo musical cuja tônica é a rebeldia, e que por agora compõem letras que abrangem desde o pagamento de boletos até a indagações profundas sobre a sociedade e a vida, ao mesmo tempo em que permanecem ostentando suas cervejas geladas, enaltecem a diversão e soltam altos berros viscerais. Muito bom!

Talvez essa seja a dose ideal entre a displicência que mantém a bem humorada atenção para com os problemas sociais, ao mesmo tempo em que é preservada a atitude de protestar, que por sua vez é mesclada com a disciplina do trabalho e com os cuidados necessários ao quotidiano. Bem interessante!

A V.O.S. é uma banda de Araras/SP, que nasceu em 2010 quando lançou o primeiro CD, “Libertados por Mau Comortamento” (que foi gravado totalmente ao vivo), e que de lá para cá trocou de guitarrista, devido a saída do amigo “Alcir Figueira” que deu lugar ao também amigo “Thiago Bozza”.

A principal diferença entre os dois discos está na técnica utilizada para gravar os diversos elementos, que desta vez foi a de multipista (onde cada instrumento e voz são gravados separadamente), o que garante maiores recursos para o trato do áudio e resulta numa sonoridade mais moderna e elaborada!

Outra diferença nítida incorporada nesse segundo trabalho está nas guitarras, que dado às características do novo integrante, caminhou em direção ao rock’n’roll através da inclusão de riff’s e solos bastante legais!

Os demais componentes do time continuam sendo os originais: “Dú Grachet” na ensurdecedora bateria, “Fábio Estação” no marcante e muito bem timbrado contrabaixo, além dos backing vocais agudos e “Fernando Vitrola” nos graves, gritados, pesados e grotescos (isso é um elogio! risos...) vocais principais!

Ao todo, o álbum “Conflito da Mente” reúne 14 músicas e soma aproximadamente 25 minutos do mais puro “Punk’n’Roll”, um gênero híbrido, divertido e autêntico, com músicas de protesto que vão de 19 segundos de duração à canções mais melodiosas com os usuais 3 minutos de comprimento.

Interessou?! Então sugiro uma busca pela Internet com nome da banda, onde encontrarão seu canal do YouTube, sua página oficial no Facebook e poderão ouvir o disco inteiro!




* Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br




******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Festival Expresso Jazz SP IV utiliza estratégia de financiamento coletivo...
O Festival já atraiu mais de 6 mil pessoas com entrada franca nas últimas edições. Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Festival Expresso Jazz SP IV utiliza estratégia de financiamento coletivo como alternativa de viabilização.

Desde a sua 1ª edição em 2010, o Festival Expresso Jazz SP vem incentivando as novas produções musicais do jazz paulista, apresentando artistas novos e consagrados, e promovendo debates, palestras, exposições e oficinas educativas sobre o tema.

A caminho de sua 4ª Edição, em 2013, previsto para acontecer nos dias 14 e 15 de Dezembro, o Festival enfrenta o desafio de realizar sem patrocínio e inicia uma estratégia de realização inédita em sua história, o financiamento coletivo.

Mesmo com ampla experiência nos mecanismos de financiamento cultural, após um ano e meio de tentativas para obter patrocínio público e privado, a produção do festival não teve êxito na captação de recursos para sua 4ª edição. E agora, utilizando a plataforma de arrecadação Catarse, a produção transfere o mérito desta realização, do Estado para as mãos do público e artistas.

O Festival, que já atraiu mais de 6 mil pessoas com entrada franca nas últimas edições, agora aposta na participação ativa dos fãs de jazz e músicos para se concretizar.

Contribuindo com quantias a partir de R$20,00, os apoiadores recebem como recompensas: ingressos, camisetas, adesivos, eco bags e cursos. E na política do “ou tudo, ou nada”, caso o projeto não atinja a meta de arrecadação do Catarse, o dinheiro volta para o apoiador e o festival será cancelado. O prazo final para a arrecadação é 1º de Dezembro.

A programação que está condicionada ao sucesso do financiamento coletivo, apresentará artistas paulistas que apoiam o projeto e aceitaram participar deste desafio. São eles: Bocato, Guilherme Kastrup, Zeli Silva, Swisss College Dixie Band, Liquidus Ambiento e DJ Tahira.

Além dos shows, o Festival levanta discussões importantes para o atual sistema cultural, promovendo uma Palestra sobre as atuais políticas culturais para a música, com Inti Queiroz e Karina Poli; e um Seminário de Festivais aonde produtores de 8 festivais independentes vem apresentar suas iniciativas, experiências e modelos de financiamento para suas produções.

Completam a programação, uma Feira de Vinil e uma Aula de Lindy Hop* com os HopAholics (dança para swing jazz, charleston e ritmos similares*).

O Expresso Jazz SP, a fim de pegar carona nos trilhos da malha ferroviária metropolitana, pretende levar sua programação de São Paulo a Paranapiacaba. A locomotiva em sua logomarca representa a trajetória do jazz em São Paulo e seu desenvolvimento. E vem se inserir ainda mais no circuito turístico, como um festival que promove a cultura e a memória paulista.

Com o intuito de registrar este desafio cultura e abrir um canal de comunicação com o público e artista, a produção do Festival criou um Diário de Bordo onde atualiza as etapas e desafios desta estratégia de realização.

Bocato - credito foto: Ariel Martini -->

O Festival é produzido pela Erativa Cultura e Comunicação, que também produz o Festival PIB – Produto Instrumental Bruto, desde 2007 e o Projeto Cafetinas – Café, Jazz e Cinema, desde 2008.

Erativa Cultura e Comunicação | erativacultural@gmail.com
Fone: (55) (11) 971 329 648

Histórico:

A 1ª edição do Festival aconteceu em 2010 no Espaço Cultural Valentina apresentou 6 shows: Mama Gumbo, Saunoflex, Martinez, Otis 3, Pé na Cozinha e Marcelo Monteiro Trio. Sem financiamento.

Na 2ª edição, em 2011 com apoio do Programa de Ação Cultura do Estado de SP (Proac-ICMS) e patrocínio da DIAGEO apresentou, além de oficina, palestras e feira de vinil, os seguintes artistas: Bocato e o saxofonista cubano ganhador do Grammy Felipe Lamoglia; Arismar do Espírito Santo e Thiago do Espírito Santo; São Paulo Ska Jazz, Popó Moreira e os 3 de Paus, Marcos Paiva Trio, Hot Café Club, Otis Trio 5 e Saunoflex.

A 3ª edição, em 2012, aconteceu com o apoio do Fundo Nacional de Cultura e apresentou palestras, oficinas, exposição, feira de vinil e shows dos seguintes artistas: Trio Corrente, Tito Martino Jazz Band, Skafandros Orkestra, Marcelo Monteiro Trio, André – e Le Petit Comité, Anderson Quevedo Quarteto e Martinez. Além disso, a feira de vinil, palestras e oficinas completaram os eventos nas edições anteriores. Ambos tiveram sucesso de público alcançando a marca de 7 mil pessoas em suas 3 edições.

Links:

www.catarse.me/festivalexpressojazzsp
www.desafioexpressojazzsp.blogspot.com.br
www.festivalexpressojazzsp.com.br
www.erativa.art.br
www.festivalpib.com.br
Evento: www.facebook.com/events/550092678405430











Contato:

Mariane Bonarde - Coordenadora de produção
expressojazzsp@gmail.com | fone: (55) (11) 971 329 648
facebook/marianebonarde
twitter/marianebonarde



******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




A banda Vespas Mandarinas lança o CD Animal Nacional!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious



Trata-se de um álbum de rock que abre bradando “só o silêncio”, em sua primeira música, que também traz bases distorcidas pesadas e um solo de guitarra muito bem timbrado, deixando bem claro que já “chegou chegando”!

Na segunda faixa o estilo musical segue por um viés totalmente diferente e vai percorrendo uma latinidade inesperada, até que entra o refrão com as distorcidas guitarras pesadas e com uma marcante linha vocal melodiosa, que são algumas das características que se encontra nas 12 músicas do primeiro álbum – “Animal Nacional” – da banda paulistana – “Vespas Mandarinas”!

Desde a primeira música também é possível notar outra particularidade interessante na linha de composição de suas letras: que é a da observação perspicaz do quotidiano somada a uma boa dose de relatos auto confessionais, ora postos de formas ásperas e ora de maneiras mais amenas. Literalmente vão das tripas ao cérebro, ou seja, do visceral ao racional...

Com frases como “eu já fiz comédia, eu já fiz drama”, “sou do asfalto”, “deixa eu caminhar, Santa Sampa”, “tudo tem seu preço, mas de você eu gosto de graça”, “eu sou o cadafalso, harmônico e dissonante”, “o herói é o último na fila dos covardes” e “eu que não vou dar a outra face, cada um é pro que nasce” (entre tantas outras) o disco deixa bem claro que se trata de uma obra madura, apesar de se tratar de um álbum de estreia e de apresentar bastante frescor em algumas levadas bastante animadas, caricatas e provocativas.

O nome “Vespas Mandarinas” faz alusão ao inseto asiático que figura no topo dos mais temidos do mundo (vitimando cerca de 40 pessoas anualmente) e título do CD – “Animal Nacional”, também evoca os sentidos e papeis do “bicho homem” na vida e no mundo. Afinal, diante de tudo o que passamos, fazemos e provocamos, ainda há quem possa não nos considerar “animais”?! E nisso, eu concordo plenamente!

A banda é composta por “Chuck Hipólito” e por “Thadeu Meneghini”, ambos nos vocais e guitarras, por “Flávio Guarniere” que assume os contrabaixos e por “André Dea”, responsável pela bateria. Uma das qualidades marcantes de sua sonoridade são os timbres de guitarra, que presenciei ao vivo (no palco Cásper Líbero da Virada Cultural de São Paulo de 2013) e que foram fielmente reproduzidas no CD. Muito bom!

Também vale salientar o papel na valorização da boa música que “Chuck” desempenhou enquanto atuou como VJ da MTV, quando esta ainda se encontrava como canal aberto, sob a gestão do Grupo Abril. Um exemplo disso foi o projeto “Faixa a Faixa de Verão”, no qual bandas fizeram regravações de clássicos do pop e rock nacional, o que resultou na construção de novas versões interessantíssimas! Sugiro uma busca pelo nome do projeto no “Youtube”, para que confiram.

Interessou? Então segue o site oficial das Vespas Mandarinas para que possam desfrutar de 41 minutos e 20 segundos do bom e velho Rock’n’Roll, distribuídos pelas 12 músicas do álbum “Animal Nacional”!





* Nando Pires (guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Música de qualidade e organização levam 80 mil pessoas ao Caldas Country
O evento que é elogiado por artistas se tornou tradição na cidade de Caldas Novas/GO. Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Apoio da Prefeitura garantiu, também, segurança do lado de fora do evento que é elogiado por artistas e se tornou tradição na cidade de Caldas Novas.


Israel Novaes - Ivete Sangalo - Gusttavo Lima e Monica Iosi - credito fotos de Rosa Marcondes

Da tradição de Chitãozinho e Xororó até a folia baiana de Ivete Sangalo e Claudia Leitte. As duas noites – que só acabaram após o amanhecer – da oitava edição do Caldas Country Show reuniram público de 80 mil. Eram pessoas que procuravam diversão e música de qualidade em um ambiente seguro, características presentes no evento desde 2006, quando foi organizado pela primeira vez.

Como todo ano o evento apresenta uma novidade, em 2013 mereceram destaque - além da lista de artistas – o open bar total dentro do evento e a tranquilidade do lado de fora. “Acho que o principal ponto é que neste ano a cidade está mais segura e demonstrando comprometimento. Nós sempre prezamos pela qualidade do evento e com a troca do prefeito e o Estado envolvido podemos ver a cidade nesta tranquilidade. No ano passado, os problemas foram do lado de fora do evento, mas acabamos sofrendo com isso”, explicou Fernando Clemente, um dos organizadores do Caldas Country Show. Além de um policiamento efetivo nos arredores do festival e comandos da Lei Seca espalhados pela cidade, não se via ambulantes nas ruas ou brigas.

O pontapé inicial do festival – que é prestigiado não só pelo público, mas também por artistas – foi dado às 21h30 da noite do dia 15, quando os portões do evento se abriram. E foi o locutor de rodeios e cantor Cuiabano Lima quem deu as “boas-vindas” à multidão.  “Para mim, todo ano é como se fosse o primeiro. Com emoção, com uma gratidão imensa pelo público que me respeita muito e veste a camisa do evento”, disse ele enquanto ajeitava o microfone para iniciar a apresentação e convidar Henrique e Diego para serem os primeiros artistas a subirem no palco gigantesco, com passarelas que aproximavam os artistas da plateia.

Famosos por músicas como “Zuar e Beber”, “Oh Delícia” e a romântica “5 Horas da Manhã”, que foi escolhida para ser a primeira do show, Henrique e Diego comemoraram o retorno ao festival. “É sempre muito bom tocar no Caldas Country. É um dos eventos mais importantes do Brasil por causa da visibilidade. Participamos de três edições”, disse Diego.

Enquanto a arena era ocupada pelo público e artistas se preparavam para suas apresentações e atendiam a imprensa, os organizadores do Caldas Country Show acompanhavam, nos bastidores tudo de perto para que nada saísse fora do planejado. “A prioridade do Caldas Country é satisfazer o público, fazer com que ele se sinta em casa e vá embora falando bem. Conseguimos isso todos os anos”, afirmou Cristiano Martins, outro organizador da festa. Para isso, os preparativos da festa começou um ano antes e o investimento foi de cerca de R$ 10 milhões.

A organização foi motivo de elogio da dupla Chitãozinho e Xororó, que se participou, em 2013, pela sexta vez no evento. “A gente adora cantar neste festival, porque a gente que viaja tanto pelo Brasil sente falta de eventos assim tão bem organizados e 100% sertanejo. E quando a gente encontra um festival com toda essa estrutura, para gente é a Disney!”, disse Xororó.

A dupla, que comemora 43 anos de carreira, levou para a segunda noite do Caldas Country o novo show da turnê “Do Tamanho do Nosso Amor”, uma releitura mais pop-rock dos sucessos acumulados neste tempo todo de estrada. No setlist estavam “Evidências”, “Página de Amigos”, “Nascemos Para Cantar” e as inéditas “Do Tamanho do Nosso Amor”, que foi gravada em parceria com Fernando e Sorocaba, e “E Aí Tempo?”.  “É um show mais pra cima”, disse Chitãozinho, que espera ser convidado para a edição de 2014.

A primeira noite do evento teve as participações de Israel Novaes, a musa do axé Ivete Sangalo, Humberto e Ronaldo, Gusttavo Lima, Cristiano Araújo e, para encerrar no trio elétrico.

a banda Tomate. Uma das surpresas foi quando Cristiano Araújo, o dono de “Bará Berê”, convidou para cantar ao seu lado antes de se despedir do público Israel Novaes e Gusttavo Lima. Juntos, os três deixaram o público sem fôlego no amanhecer do dia.

Com seu típico bom humor, Ivete Sangalo, entrou no palco já no pique do DVD que será gravado a Arena Fonte Nova, em Salvador. Ela, que já participou do evento em 2007, disse adorar a mistura axé e sertanejo. “É tudo música”. A apresentação, que começou exatamente  1h36 teve desde “Arerê” até a romântica e recente “No Brilho Desse Olhar”.

No segundo dia do evento foi a vez de Gabriel Gava e sua “Fiorino”, iniciarem a festa. Depois vieram ninguém mais, ninguém menos que Cleber e Cauan, Zé Ricardo e Thiago, Lucas Lucco, Chitãozinho e Xororó, Jorge e Mateus com participação de Matheus e Kauan cantando “Mundo Paralelo”, Guilherme e Santiago e, no trio elétrico, toda a magia de Claudia Leitte.

Aliás, vale lembrar que Jorge e Mateus participaram de todas as edições do evento e pretendem voltar em 2014. “Não tem jeito de você ser artista de uma musica só e estar oito vezes no mesmo festival”, disse Jorge. A dupla começou e terminou o show com a música “A Hora É Agora”, que dá nome ao DVD gravado em Jurerê e foi uma das mais comentadas do evento.

Guilherme, da dupla Guilherme e Santiago, até levou seus dois filhos mais velhos (uma menina e um menino) para curtirem o evento. “Eles ficam aproveitando enquanto eu me preparo para cantar”, disse o cantor que no dia 11 foi pai pela terceira vez, desta vez do menino João Guilherme. A dupla selecionou para o show sucessos da carreira como “E daí?” e “Do Outro Lado da Cidade” e deixou a galera no pique para acompanhar Claudia Leitte no trio elétrico.

“O Caldas Country está cada ano melhor. Venho para cá desde 2010 e pretendo voltar no ano que vem. Só tem artista bom e esse ano, fiquei mais tranquila em saber que teria segurança depois que saísse daqui. Antes, parecia que a cidade estava largada”, disse a estudante paulistana Andreia Marzan, de 21 anos.

(texto: Cristiane Bomfim)

____________________________________________________________________________________________________________________________

Notas sobre cada apresentação

15 de novembro – Primeiro dia de festival

Lucas Lucco - Chitãozinho e Xororó - Jorge e Mateus - Fernando Clemente e sua esposa Diana - Credito fotos: Rosa Marcondes

Às 21h30, do dia 15, foram abertos os portões de acesso ao público para a oitava edição do Caldas Country, um dos maiores eventos de música sertaneja do país. Como já é tradição, a abertura da festa ficou por conta do locutor e cantor Cuiabano Lima.
“Para mim, todo ano é como se fosse o primeiro. Com emoção, com uma gratidão imensa pelo publico que me respeita muito e veste a camisa do evento”, disse ele enquanto ajeitava o microfone para iniciar a apresentação e convidar a primeira dupla para o show.

Para quem não sabe, Cuiabano Lima é o anfitrião do Caldas Country desde a primeira edição. Mesmo assim, seus textos nunca são iguais. “Eu tenho um roteiro com começo, meio e fim, mas vou muito pelo que sinto do publico e improviso. Isso torna cada apresentação única”, disse.

Segundo o organizador do evento, Fernando Clemente, a maior novidade da festa em 2013 é o apoio da administração pública de Caldas Novas (GO) que investiu em segurança. “O evento prezou na qualidade e com a troca do prefeito fez com que a cidade ficasse nessa tranquilidade que está”. Foram 365 dias de trabalho para que o Caldas Country acontecesse. O investimento foi de cerca de R$ 10 milhões.

 E foi com a romântica “5 Horas da Manhã” que Henrique e Diego iniciaram o show às 22h25. Em seguida, levantaram o público com a animada “Oh Delícia”, que faz parte do mais recente trabalho de carreira da dupla.  “É sempre muito bom tocar no Caldas Country. Participamos de três edições. É um dos eventos mais importantes do Brasil por causa da visibilidade”, disse Diego.


Israel Novaes volta ao Caldas Country e enlouquece público com arrocha e rebolado único.
Camisa pink, calça pretas e suspensórios e uma rebolada que nenhum outro artista consegue copiar. Israel Novaes subiu no palco do Caldas Country pouco depois das 23 horas e levou o público à loucura com seus sucessos “Vem Ni Mim Dodge Ram”, “Vó Tô Estourado” e “Canção Perfeita”.

O cara do arrocha, como o cantor é conhecido, começou a carreira no Caldas Country, em 2011. Naquele ano, ele participou do show de Jorge e Mateus. “Eu dublei Vem Ni Mim Dodge Ram. Eu lembro que eu não sabia o que eu podia fazer no palco, nem o jeito de me comportar. Hoje eu já vejo que faço tudo o que posso fazer”, lembra Israel.

De lá para cá muita coisa mudou na carreira do cantor, mas o entusiasmo em participar do Caldas Country continua o mesmo. “É um evento que abre muitas portas. É muito organizado e tem o respeito do público e da mídia”, conta ele que também foi atração do evento em 2012.


Ivete Sangalo transforma Caldas Country em folia baiana.
Prestes gravar o DVD comemorativo de 20 anos de carreira, Ivete Sangalo foi a quarta atração da primeira noite do Caldas Country Show, em Caldas Novas (GO). A cantora, que já participou do evento em 2007, afirmou, antes de subir no palco para um público de 30 mil pessoas que “a energia do sertanejo é muito boa, muito carinhosa. Eu ando por aqui corriqueiramente. É música”.
 
Sobre o DVD – que será gravado no dia 14 de dezembro na Arena Fonte Nova, em Salvador – ela disse que não tem dormido mais por causa dos preparativos e da ansiedade. “Emoção é emoção. Eu fico excitada mesmo e querendo é entrar não é sair não”, disse ela que não se lembra de nenhuma passagem ruim nos 20 anos de carreira.

Ivete iniciou seu show exatamente às 1h36 com a música “No Brilho Desse Olhar” e arrancou gritos enlouquecidos da plateia que mais parecia pipoca, apesar da música ser romântica. Depois vieram as animadas “Arerê” e “País Tropical”. Para mostrar que sertanejo tem tudo a ver com axé, a musa até cantou “Nuvem de Lágrimas”, sucesso de Chitãozinho e Xororó.

Para o organizador do evento, Fernando Clemente, a escolha da cantora para o show de hoje e de Claudia Leitte marca uma nova fase do Caldas Country Show.

“Já rolou o convite para voltarmos para o Caldas Country em 2014”, dizem Humberto e Ronaldo.
 “Eu Vou Contar Procêis” que Humberto e Ronaldo fizeram bonito no palco do Caldas Country. Afinal, a dupla de Goiás se sente em casa no evento que está na oitava edição. Para a apresentação deste ano, os amigos levaram o novo show, do DVD “Sonhei Com Você”, lançado recentemente pela Som Livre.

 No repertório, além de “Eu Vou Contar Procêis” e “Hoje Sonhei Com Você”, Humberto e Ronaldo apresentaram sucessos como “Eu Não Sou de Ninguém”, “Só Vou Beber Mais Hoje” e “Dia de Sorte”.

 Pelo terceiro ano consecutivo no evento, Humberto e Ronaldo podem voltar ao Caldas Country Show em 2014. “Sempre que viemos para cá rola esse convite. Acho que estaremos novamente aqui e é sempre um prazer. E toda vez é aquele friozinho na barriga”, disse Humberto.


Gusttavo Lima arrepia público do Caldas Country com repertório romântico.
O novo CD de Gusttavo Lima, penúltimo artista a se apresentar no palco do Caldas Country, chega às lojas em dezembro. A novidade é que o álbum com 12 faixas será predominantemente romântico. Apenas três canções serão “chicletinho”, como ele próprio define, e com a pegada de “Tche Tche Re Re”.  

“Eu estou na fase em que não preciso mais provar nada pra ninguém e agora estou cantando aquelas modas mais doidas, que é o que eu gosto”, afirmou ele para a imprensa no backstage do local.

E foi com uma música romântica que Gusttavo Lima começou o show as 3h15 da manhã para um público ainda eufórico depois da passagem de Ivete Sangalo. A canção escolhida foi “Diz Pra Mim”, que teve cada refrão repetido como se fosse eco, o que justifica a frase do cantor de que os frequentadores do Caldas Country estão entre os mais queridos do País. Também fizeram parte do repertório “Gatinha Assanhada” e “Fui Fiel”, que está entre as mais tocadas nas rádios de todo o País.


Cristiano Araújo apresenta novidades de show e repertório no Caldas Country.
Mais uma vez quem encerrou a primeira noite do Caldas Country 2013 foi Cristiano Araújo. O moço que no ano passado entrou no palco usando óculos de sol e teve o som do seu show desligado graças uma fã afoita que invadiu o palco e tropeçou em um fio, afirmou que adora encerrar o evento. "Ver as pessoas me esperando depois de tanta gente boa que já cantou por aqui não tem preço.

O cantor disse ainda que é no Caldas Country que ele apresenta novidades que irão percorrer outras cidades do Brasil. "O que deu certo no Caldas Country eu levo para o Brasil inteiro. Até porque tem pessoas do Brasil inteiro aqui".

Entre as novidades que foram apresentadas primeiro no evento que completa este ano oito edições estão novos cenários e a mistura do funk com o sertanejo no repertório. Para esta noite, a surpresa fica por conta dos efeitos especiais a laser.

16 de novembro – Segundo dia de festival

Gabriel Gava inicia segunda noite do Caldas Country.
Gabriel Gava não chegou de fiorino, mas é lógico que a música de mesmo nome que o levou para as rádios de todo o país estava no repertório de seu show na Caldas Country. Ele foi o primeiro a subir no palco na segunda noite do Caldas Country esquentando a multidão para o que ainda vem pela frente.

“Dois anos atrás eu estava no meio da multidão assistindo aos shows e hoje subi no palco. É uma sensação muito boa. É o maior evento sertanejo do Brasil e tocar no Caldas Country todo artista almeja”, contou o artista que já está em estúdio separando o repertório para o novo CD, que deve ser lançado no até o fim deste ano.

“A prioridade do Caldas Country é satisfazer o público e fazer com que ele se sinta em casa e volte no ano seguinte”, afirmou Cristiano Martins, um dos organizadores do evento. Ele ainda garantiu que sua equipe já esta pensando na festa de 2014 e que, provavelmente Chitaõzinho e Xororó estarão na lista de artistas participantes.


Cleber e Cauan se apresentam pela primeira vez no Caldas Country e realizam sonho.
Foi por causa do clipe de “Mel Nesse Trem”, que já foi assistido mais de duas milhões de vezes na internet, que Cleber e Cauan chegaram ao palco do Caldas Country. Agora, com a nova música de trabalho “Só Que Não”, a dupla espera que o evento dê a dupla o mesmo reconhecimento que já deu a artistas como Zé Ricardo e Thiago.

 “É uma adrenalina muito louca. Nos últimos dois dias, dormimos mal, reviramos a cama porque Caldas Country é um sonho que está se tornando realidade e vai ser o maior show da nossa vida”, disse Cauan.

 
Zé Ricardo e Thiago voltam turbinados ao Caldas Country.
Em 2012, Zé Ricardo e Thiago tiveram a chance de cantar três músicas ao lado de Cristiano Araújo no Caldas Country.  Este ano, a dupla que estourou com “Sinal Disfarçado” voltou ao evento para fazer todo mundo dançar também com o sucesso “Turbinada”.

“Cantar neste evento já é uma vitória para qualquer artista. E neste ano, a gente volta com a nossa equipe, com a nossa estrutura”, disse Zé Ricardo.

A dupla, que foi a terceira a se apresentar, já está preparando o repertório para o segundo DVD da carreira, que será gravado em janeiro de 2014 em Goiânia.


Após breve participação no Caldas Country em 2012, Lucas Lucco volta ao festival com show solo de uma hora.
Gritos enlouquecidos. Suspiros. Lucas Lucco entrou no palco usando um paletó e calça brancos, no mais típico estilo sedutor. O repertório do show da mais nova revelação da música  se apresentou pela primeira vez sozinho no Caldas Country, o maior festival de música sertaneja do Brasil.

Em 2012, o cantor se apresentou ao lado de Israel e Rodolffo e teve a oportunidade de cantar três canções. Na segunda noite da oitava edição, o cantor que acredita  que foi convidado por causa de sucessos como “Pac Man” e “Princesinha”, fez um show agitado. Mas não deixou de lado românticas como “Pra Te Fazer Lembrar”.

“Tocar no Caldas Country é motivo de nervosismo porque está todo mundo aqui. Quem curte sertanejo de verdade, que espera muito de você.  E é uma oportunidade única mostrar meu trabalho”, disse Lucas Lucco.


Chitãozinho e Xororó fazem show de nova turnê no Caldas Country e agitam galera com pegada mais rock no estilo sertanejo.
Pela sexta vez, os irmãos Chitãozinho e Xororó são as principais estrelas do Caldas Country, que está em sua oitava edição. Se no ano passado a dupla mais popular do Brasil comemorou neste evento o prêmio Grammy Latino de melhor álbum sertanejo, a novidade para este ano foi o show do CD e DVD “Do Tamanho do Nosso Amor”, lançado oficialmente há cerca de dez dias pela Universal.

Chitãozinho e Xororó fizeram uma multidão de jovens vibrar com os sucessos como “Página de Amigos” e “Evidências” que foram repaginadas e ganharam uma pegada mais rock. Também fizeram parte do repertório “Do Tamanho do Nosso Amor”, que dá nome ao álbum e teve a participação de Fernando e Sorocaba. Aliás, o novo álbum tem a assinatura de Fernando na produção musical.

Para a dupla, um dos principais motivos para a assiduidade no evento é a organização. “Isso é muito importante para um show de qualidade e o Caldas Country respeita muito isso”, disse Xororó. Os irmãos paranaenses que completaram quatro décadas de carreira pretendem voltar ao Caldas Country em 2014.


Autores do hino oficial do Caldas e Country em 2010, Matheus e Kauan cantam com Jorge e Mateus e mostram repertório do primeiro DVD da carreira.
Em 2010, Matheus e Kauan fizeram o hino oficial do Caldas Country Show. Neste ano, a dupla volta ao local para se apresentar ao lado de Jorge e Matheus e cantar músicas como “Mundo Paralelo”, que faz parte do primeiro DVD da dupla gravado em Goiânia com a participação de Jorge e Mateus. “É um dos maiores eventos do Brasil. Todo artista sonha em colocar o pé em cima daquele palco e a energia é muito boa mesmo”, confessou Matheus.

Matheus lembrou que o primeiro show no Caldas Country foi quando a dupla tinha três meses de formação. “Foi bem importante no inicio da carreira porque já deu uma alavancada”. Já Kauan falou sobre o público da festa: “É um público formador de opinião. O que fizer aqui e der certo, pode levar adiante”.

“Não tem jeito de você ser artista de uma musica só e estar oito vezes no mesmo festival”, dizem Jorge e Mateus sobre o Caldas Country


Pela oitava vez consecutiva, Jorge e Mateus participaram do Caldas Country Show.
A dupla iniciou a apresentação às 3h35 com a música “A Hora É Agora”, que dá nome ao DVD gravado em Jurerê, Santa Catarina. A chuva não desanimou o público que não arredou o pé do evento e cantou em coro cada uma das músicas da dupla.

A dupla, apesar de aparecer pouco em programas de TV, arrasta multidões por onde passa e faz cerca de 200 shows por ano, elege o evento realizado em Caldas Novas, um dos melhores do Brasil e atribui ao repertorio de qualidade o feito. “Não tem jeito de você ser artista de uma musica só e estar oito vezes no mesmo festival”, disse Jorge aos jornalistas nos bastidores. “Um festival como este é um bom termômetro para sabermos como anda o show”, completou Mateus.

“Seu Astral” foi a segunda música escolhida para o show que está na estrada há cerca de um mês. De acordo com a dupla, a lista e ordem de canções são reformuladas a cada três meses; Na sequência, os amigos emendaram com mais uma romântica: “Amo Noite e Dia”.

Jorge e Mateus aproveitaram e anunciaram que o DVD gravado em Londres no ano passado deve chegar às lojas antes das festas de fim de ano. Segundo a dupla o CD já está nas lojas, mas não teve um lançamento oficial. Matheus e Kauan participaram da apresentação cantando “Mundo Paralelo”.


Guilherme e Santiago encerram apresentações no palco do Caldas Country.
Guilherme e Santiago são experientes em Caldas Country. A dupla que se apresentou no amanhecer do dia 17 pela sétima vez no evento só não participou na edição do ano passado. E foi no Caldas Country que eles fizeram o show mais tarde – ou cedo, para quem preferir. Em uma das edições eles iniciaram a apresentação depois das sete da manhã, em cima do trio elétrico. “Naquele dia ficamos preocupados porque nunca tínhamos tocado nesse horário. Mas a galera veio com tudo”, lembrou Guilherme, que acaba de ser pai do seu terceiro filho, João Guilherme.

Em 2013, a dupla foi a última a se apresentar no palco do festival, antecedendo a cantora baiana Claudia Leitte. Para o show, que teve pouco mais de uma hora de duração a dupla não alterou o repertório. “Selecionamos as melhores músicas do nosso repertorio para bater na veia e o pessoal curtir bastante. Mas serão desde as mais antigas, as mais animadas até os modões”, explicou Guilherme. Entre elas estava “Do Outro Lado da Cidade”, que é uma moda mais tranquila, como a dupla define e “E Daí?”, que é mais agitada. O público, de 30 mil pessoas, continuava animado apesar da maratona de shows e acompanhou – cantando – música por música.

Para fechar a festa com chave de ouro, a escolhida pela organização do evento foi a baiana Claudia Leitte. Ela subiu no trio elétrico com o dia já claro e emendou  - com o pique que só ela tem - sucessos de carreira. Embaixo, os participantes da festa se transformaram em foliões animados. Caldas Novas virou Salvador na quarta micareta da artista na semana. Mesmo assim, a cantora - que já participou do evento em 2011 - disse que se preparou porque já  sabe a energia do evento.


Caldas Country Show 2013

Dayane Vasconcelos / Karine Alcantara
(11) 2341-1497 / 2305-6953 / 7868-7251/ ID: 9*309417
email: dayane@caldi.com.br




******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Carlinhos Vergueiro lança CD em homenagem a Paulo Vanzolini
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

O cantor, compositor e produtor fonográfico, “Carlinhos Vergueiro”, acaba de lançar seu mais novo trabalho, o álbum “Paulo, Poeta, Compositor, Cientista, Boêmio, Vanzolini”, numa homenagem sincera ao antológico compositor “Paulo Vanzolini”!


Carlinhos Vergueiro e Paulo Vanzolini

O CD traz 10 músicas muito bem gravadas e mixadas, com toda a qualidade sonora que a tecnologia atual possibilita, mas com todo o carinho para com a obra original do grande autor.

“Carlinhos” já havia lançado dois discos anteriores com o viés do resgate musical, artístico e cultural: um dedicado a “Adoniram Barbosa” e o outro a “Nelson Cavaquinho”. Ambos trabalhos importantes de pesquisa e de manutenção de obras tão relevantes.

Desta vez, a tônica é a perspicácia quase científica da observação da vida de um compositor macroscópico e que de uma forma muito clara e, não menos poética, cantou e contou o quotidiano de uma forma um tanto ácida, mas muito melodiosa. Se é que dá para tentar definir “Paulo Vanzolini”...

Este trabalho me chegou através de um grande amigo apaixonado pela boa música, o enciclopédico “José Nogueira”, da “Rádio Eldorado FM” de São Paulo. E aqui registro minha gratidão pela indicação de uma obra tão primorosa!

“Carlinhos Vergueiro” não economizou recursos musicais para regravar as clássicas obras e o resultado do CD oferece a sua particularidade quando comparado a outros registros da música de “Paulo Vanzolini”.

O repertório do álbum contempla as seguintes composições: “Toada da Luz”,  “Mente” (que “Paulo” compôs em parceria com “Eduardo Gudin”), “Maria Que Ninguém Queria”, “Cara Limpa”, “Boca da Noite” (composta em parceria com “Toquinho”), “Mulher Que Não Dá Samba”, “José”, “Juízo Final”, a famosíssima “Ronda” e “Volta Por Cima”. Todas elas, canções clássicas do acervo musical e cultural brasileiro!

Interessou? Então sugiro que deem um “Google” para encontrar esse maravilhoso trabalho e, para que estiver em “São Paulo” na terça-feira que vem (dia 20/11/2013), vai a dica do show que “Carlinhos Vergueiro” realizará no Passatempo, casa de shows que fica na rua Jerônimo da Veiga, 446 – Itaim Bibi em São Paulo/SP.

Por fim, novamente deixo meus votos de que esse final de semana estendido seja muito alegre, divertido, revigorante e, sobretudo, muito musical!




* Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Feliz aniversário ao programa “Tah Ligado”!
Apoiar a música é uma das coisas mais importantes e essenciais que vejo. Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Há quem possa dizer que a arte seja de importância secundária diante dos pontos de infraestrutura de um país e das necessidades de segurança, saúde e, no caso do Brasil, do combate à corrupção instituída nas esferas governamentais.

Mas as artes, ciência e a cultura têm um papel fundamental na construção do indivíduo e antes de um país ser feito por obras, ele é composto por pessoas, que se forem mais preparadas, idôneas e produtivas, terá um reflexo importante nos resultados de uma nação.

A soma de todos nós resulta num povo e o seu maior preparo e cultura são os sustentáculos que fazem a grandiosidade de um país. Apenas para ilustrar, em 1945 a Alemanha, boa parte da Europa e o Japão haviam saído destruídos da 2ª Guerra Mundial e em menos de 40 anos esses mesmos países (que estavam em ruínas) já figuravam dentre as principais economias do mundo.

Ou seja: Uma nação não é apenas feita de ferro e cimento, ela é feita de gente! Das pessoas que compõe o seu povo! E o Brasil precisar dar o passo definitivo nessa direção e ver que seu povo é seu maior patrimônio!

Nesse sentido, venho parabenizar o programa “Tah Ligado”, que é apresentado pelo amigo “Paulo Ragassi” e por “Carolina Hossri”, que todas as sextas-feiras (às 15h) dão espaço a novos talentos e produções musicais brasileiras inéditas, documentando e divulgando a mais popular de todas as artes – a música!

O programa acaba de completar 5 anos e é exibido pela All TV (uma emissora que tem sua programação exibida pela Internet). Uma vitória!

A merecida festa acontecerá no Ao Vivo, bar de São Paulo que fica na Rua Inhambu, nº 229 – bairro de Moema (mapa) e que é um espaço que sempre oferece uma programação musical de qualidade, levando excelentes novidades musicais ao público!

As atrações da festa de aniversário ficarão por conta dos shows de “Izzy Gordon”, “Beatriz Rodarte”, “Thiago Varzé”, “Lucy Campos”, “Gerson Conrad & Trupi; Tavito”, “Andrea Costalima” e “Tercio Guimarães”. Um time musical pesadíssimo que certamente vai abrilhantar ainda mais esse momento memorável!

Portanto, deixo os meus parabéns aos colegas apresentadores “Paulo Ragassi” e “Carolina Hossri”, bem como à emissora e a toda equipe do programa “Tah Ligado”, desejando que venham mais 5, 10, 15 anos de sucesso e de relevantes serviços prestados à música e à sociedade brasileira! Meus Parabéns!

Novamente findo por desejar a todos um ótimo, divertido, revigorante e muito musical final de semana, deixando a dica de que também confiram as novidades do mundo da música, através do programa “Tah Ligado”!
                                                                                                                                                                                  


Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br





******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




´Clássicos do Blues´
- Novo CD da banda Caça Níqueis... Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Com uma boa dose de selvageria, a banda “Caça Níqueis” acaba de lançar seu terceiro CD, que leva o nome de “Clássicos do Blues” e, como seu próprio título já diz, ele traz dez releituras de músicas antológicas do estilo.



Uma das características que a “Caça Níqueis” sempre teve é a intensidade de suas interpretações e desde sua estreia em 1.995, vem se confirmando com um dos maiores expoentes do segmento blues/rock brasileiro.

Esse novo disco foi gravado e mixado com o objetivo de buscar as melhores e mais fortes características dos clássicos álbuns do gênero, o que eles atingiram em cheio! A sonoridade do “Clássicos do Blues” realmente nos remete às mais importante gravações dos maiores artistas do blues mundial!

Vale salientar a qualidade dos timbres das guitarras e a força ela traz em todos os solos, por conta de frases muito impactantes e repletas de licks e bendings prá lá expressivas!

A formação da banda é a mesma desde sua fundação e conta com “André Belleza” nos vocais e nas guitarras, “Izal de Oliveira” apresentando linhas muito pulsantes no contrabaixo e “Caio Dohogne” completando o power trio com sua bateria repleta de swing!

Ao longo de 18 anos de carreira, a “Caça Níqueis” se consolidou com uma das principais bandas do circuito do motociclismo nacional, já tendo realizado mais de uma centena de shows nos maiores encontros de motos do Brasil.

Seu primeiro CD foi lançado no ano 2.000 e saiu pela “Gravadora Eldorado”. O segundo disco veio três anos depois (em 2.003) e foi gravado ao vivo, na cidade de Penedo – RJ.

A “Caça Níqueis” é uma banda que tem um som muito forte e cheio, preenchendo todas as necessidades sonoras e musicais que os arranjos mais complexos necessitam; fato que conseguem devido à qualidade técnica individual de cada um e ao entrosamento entre os integrantes. Não é difícil ouvi-los e achar que se trata de uma banda composta por quatro ou cinco músicos, mas na verdade são apenas três caras que botam quebrar!

Eis um bom exemplo do que é um power trio do bom e velho rock’n’roll! (risos)

Interessou?! Então seguem os endereços oficiais da banda, onde poderão entrar em contato e conhecer a impactante musicalidade da “Caça Níqueis”: www.facebook.com/banda.cacaniqueis - cacaniqueis@gmail.com








Já vi muitos shows deles e hoje me despeço com grande a alegria de passar essa super dica, findando por desejar a todos um ótimo, divertido, revigorante e muito musical final de semana; desta vez ao som do blues/rock dessa antológica banda paulistana, a “Caça Níqueis”!




Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Adriano Grineberg lança o CD ´Blues For África´
O mundo fica pequeno quando definitivamente, nos tornamos grandes! Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Navegando pelos sete mares musicais e com todos eles levando ao mesmo destino (uma obra completa), “Adriano Grineberg” apresenta seu mais novo trabalho, o álbum “Blues For Africa”!



Trata-se de um disco ímpar dentro do universo do blues, porque na busca de suas origens sonoras ele acaba por ultrapassar as fronteiras desse estilo norte-americano que descende da cultura musical africana e literalmente migra de corpo e alma para o continente original, a África.

Desde as línguas em que as músicas são cantadas as músicas (ioruba, zulu, bembé, igbo, swahili e inglês), Adriano consolida uma proposta musical cercada de conceitos antropológicos, que certamente demandou profunda pesquisa para acessar e adentrar a essas culturas ancestrais.

O CD possui 14 faixas e surge no momento da comemoração do mesmo número de anos de sua banda. Um belo presente de aniversário com o qual Adriano presenteia seu público!

Além de seus tradicionais parceiros de grupo: Edu Gomes (na guitarra), Rodrigo Jofré (no contrabaixo) e seu irmão Sandro Grineberg (na bateria), o álbum traz as participações especiais da cantora Graça Cunha, do gaitista Vasco Faé, do contrabaixista Fábio Sá, da percussionista Michelle Abu, do baterista Daniel Lanchinho e do cantor e educador nigeriano Rex Thomas. Nomes que representam grande musicalidade e vêm povoando estas linhas musicais há muitos anos!

Do ponto de vista técnico, o “Blues For África” traz uma sonoridade equilibrada, rica em harmônicos e cujas características dos timbres acústicos dos instrumentos foram perfeitamente representadas. Um trabalho exímio de captação, mixagem e masterização realizado no Cakewalking Studio, em São Paulo!

Quanto aos músicos: Não seria nem redundância atestar as suas qualidades, na verdade poderia se tratar de um caso de “retumbância” (risos), tamanhos e numerosos são os currículos, trabalhos e exemplos de seus sonoros talentos!

Outro fator de destaque deste álbum é seu material gráfico, que foi produzido por Sheila Oliveira; todo com elementos típicos das artes tradicionais africanas e além de ir ao encontro com a proposta do disco, também contribui para com a obra, por torna-la muito bonita!

Vale ressaltar a coragem de Adriano Grineberg em zarpar do consagrado porto do blues, onde reside como um dos principais expoentes do gênero no país, para buscar águas experimentais e trilhar os caminhos que seus instintos sensitivos e que os ventos musicais lhe deram como direção!

Sim, o álbum “Blues For África” é uma passagem para uma viagem musical repleta de incursões inesperadas, mas conduzidas pela serenidade e suavidade de um trabalho contemplativo, que transita com muita fluência e delicadeza por um enorme universo sonoro!

Interessou?! Então seguem os endereços dos canais oficiais de Adriano: www.youtube.com/agrinebergwww.facebook.com/adriano.grineberg.

Mais uma vez me despeço com a alegria de passar uma grande musical e, findo por desejar a todos um ótimo, divertido, revigorante e muito musical final de semana, desta vez ao som do álbum “Blues For África”, do músico Adriano Grineberg!




Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br








******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"





Sandro Albert, a guitarra a serviço da música!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Nessa última terça-feira (15/10) assisti a um show muito marcante no Bourbon Street (www.bourbonstreet.com.br), tal espetáculo foi apresentado pelo projeto “JAZZ.BR – O Jazz no Domínio Brasileiro”, que foi idealizado por esta renomada casa e usualmente povoa seu palco com atrações de grande envergadura no cenário musical!

Na noite em questão, o espetáculo ficou por conta da música do guitarrista e compositor brasileiro, Sandro Albert, que há tempos adotou New York – USA como sua morada e vem colecionando músicas e histórias fantásticas dentro do mais elevado nicho do jazz mundial.

Sandro veio para o Brasil especialmente para realizar uma breve tournet (produzida pela Lucas Shows – www.lucasshows.com.br) e a banda que montou para lhe acompanhar nessa empreitada é um espetáculo à parte: O contrabaixo ficou por conta do talentoso Rubem Farias, os teclados foram assumidos pelo maestro Jota Resende, os sopros (sax e flauta) ficaram a cargo de Rodrigo Ursaia, a bateria foi assumida pelo músico Vítor Cabral e a complementação rítmica desse time veio com a integração de Fernando Hashimoto, que além dos tradicionais instrumentos de percussão também tocou vibrafone.

O projeto “JAZZ.BR” é uma iniciativa que apresenta shows musicais e além disso oferece uma conotação didática aos espectadores e músicos, trazendo a possibilidade de que os interessados participem de ensaios abertos, workshops e destacando jornalistas especializados em música para “entrevistar” os músicos, de forma a trazer informações biográficas e musicais sobre a atrações. Vale à pena ficar de olho!

Nesta oportunidade, Sandro Albert, pôde mostrar (ao vivo) o que lhe salienta em meio a tão renomados nomes com os quais já tocou. Sim, a lista é grande e faço questão de colocá-la para que tenham ideia do currículo deste músico! Ela reúne artistas como Milton Nascimento, Brenda Russell, Dionne Warwick, Rita Coolidge, Ruben Blades, Victor Bailey, Abraham Laboriel, Jimmy Haslip, Alphonso Johnson,Daryl Jones, Herb Alpert, Bill Charlap, Toninho Horta, Claudio Roditi, Russell Ferrante, Kenny Garrett, Omar Hakin, Harvey Mason, Peter Erskine, Antonio Sanchez, Terri Lyne Carrington, Vinnie Colaiuta, Airto Moreira, Flora Purim, Luis Conte, Leon Ware, grupo War, Raphael Saadiq, James Ingram e Robben Ford entre outros.

Impressionante, não é? Mas o porquê de toda essa aceitação ficou evidente na técnica aguçada da guitarra de Sandro, o que possibilitava que melodias expressivas e suaves brotassem de suas cordas e que o som tomasse conta de todos os presentes!

Como guitarrista, percebi o quanto Sandro trabalha com arranjos amplos para com sua banda, inúmeras vezes iniciando frases musicais pela guitarra e que iam migrando para os demais instrumentos (teclado, sopro e baixo), o que denota uma compreensão profunda das possibilidades e recursos musicais, algo digno de um verdadeiro maestro!

Outra particularidade que chama bastante atenção na música de Sandro, são os finais intempestivos que irrompem abruptamente depois de intensos “crescendos”, à lá rock’n’roll, o que para mim (um roqueiro confesso) e para o público foi de extasiar, ao ver toda àquela banda crescer e crescer e crescer e, crescer na dinâmica musical para fechar instantaneamente!

O que posso dizer sobre Sandro Albert?! É que se trata de um guitarrista a serviço da boa música e desta forma convidá-los para que conheçam seus trabalhos, que já contam com 4 álbuns lançados! Segue seu site oficial: www.sandroalbert.com

Assim sendo, me despeço com a felicidade de trazer esta ótima dica musical e findo por desejar a todos um excelente, divertido, revigorante e muito bem musicado final de semana!




* Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br





******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Conheçam o CD ´Spritz´ de Mafalda Minnozzi!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Houve uma época em que o encanto pairava no ar, em que o flerte nos salões de baile se dava pela troca de olhares um tanto tímidos, carregados de grandes expectativas e com a ciência de que a boca a ser beijada pertencia a uma pessoa completa, com brilho, vida, anseios e sentimentos.



Por décadas, Hollywood iluminou tal romantismo nas grandes telas dos cinemas fazendo com que corações ardentes suspirassem por um instante daquele amor platônico, mas que se realizava. O melhor das duas lendas: Uma fusão do sentimentalismo do Pierrot e com a fúria carnal do Arlequim ao envolver uma colombina, que dessa vez não precisava buscar tais contrastes na infidelidade!

Um mundo que não tinha espaço para personalidades como a do personagem Christian Gray, da atualidade. Um época da qual apenas ouvi falar, mas que ainda sobrevive através das canções e dos casamentos de 35, 40, 50 anos de duração, perdurando e atravessando o tempo, com respeito e admiração...

De que estou falando?! Da belíssima “Mafada Minnozzi”, a embaixadora da música italiana no mundo e que este ano lançou seu mais novo álbum, o “Spritz”!

Nesse disco, ela provoca uma viagem no tempo fazendo com que os ouvintes possam vivenciar momentos de épocas onde sequer tinham nascido, dado à força de sua musicalidade. Impressionante!

Ouvi o disco antes de ler seu release e nele encontrei tudo o que havia percebido. Um rompante de suavidade entrelaçada ao bom gosto, que convida para o astral das décadas de 1950 e de 1960.

O nome “Spritz” vem de um típico cocktail comum às happy hours de “Roma” e de “Milão”, cujas características são suas cores vivas e suavidade, o que analogamente representam a mistura da música italiana com a originalidade e contemporaneidade da música de “Mafalda” e ao swing americano.

Nesse álbum ela faz releituras de clássicos da música italiana, como "Io Che Non Vivo", "Al Di Lá", "Dio Come Ti Amo", surpreendendo os ouvintes por conta de sua irreverência e originalidade.

Tive a oportunidade de conhecer “Mafalda Minnozzi” quando fiz a cobertura jornalística do “II Campos Jazz Fest” (realizado pela “Lucas Shows” em “Campos do Jordão” no início de 2013) e lembro-me perfeitamente do brilho de seu olhar, da aura que emanava de si e de seu desempenho no palco. Tem gente que nasce artista e acreditem: Certamente esse é o caso dela!

O disco apresenta 16 canções, todas com arranjos da própria artista em conjunto com o guitarrista e produtor “Paul Ricci” e também conta com participações especialíssimas, como a da cantora carioca “Isabella Taviani” (que faz um dueto com “Mafalda” na música “Metti Una Sera A Cena”), além de solistas como o acordeonista “Toninho Ferragutti” (que toca na música Roma Nun Fa La Stupida Stasera), o trombonista “Bocato” (que participa em Arrivederci) e o clarinetista “Alexandre Ribeiro” (solando nas músicas “Via Con Me” e “Tu Vuo´ Fa l´Americano”).

O projeto gráfico do disco é de responsabilidade da agência “Nação Design” e buscou o visual dos antigos discos de vinil de 45 rotações (aqueles pouco menores do que os long plays). As fotos são de “Bianca Tatamiya”.

Interessou?! Então segue o site oficial para que possam entrar em contato com o CD “Spritz”: www.mafaldaminnozzi.com.br

Novamente findo por desejar a todos, um ótimo, divertido e revigorante final de semana; além de muito musical e desta vez, italianíssimo, ao som da maravilhosa “Mafalda Minnozzi”!




* Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Irmandade do Blues lança novo CD ´Fronteiras´!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

O disco se abre com uma chorada guitarra, tocada com slide nas cordas mais graves e com um efeito de vibrato já arrebata o ouvinte e o joga para os campos de plantio e colheita de algodão do delta do Mississipi...



Logo após, entra o vocal, depois o baixo, a bateria e o caminho foge do blues tradicional, trazendo pitadas latentes de uma modernidade pujante, que por vezes remetem até ao rock progressivo.

Na segunda música (Find The Way), o solo de gaita distorcida rasga no bom e velho blues’n’roll, enquanto os timbres  “zepelinianos” da bateria e do baixo fazem o swing da cozinha ganhar um tempero forte e denso que caminha entre o rock e o blues com extrema fluência.

A terceira faixa (Correndo Risco) vem com a letra em português, uma linha vocal um tanto mecanizada e uma base pesada, com densidades musical e no recado que a canção traz: “Tenho certeza de que dá pra melhorar!”

Depois da quarta música, que apresenta alguns elementos ao estilo grunge, a quinta faixa nos devolve ao anacronismo que o CD inteiro propõe: O de respeitar a centenária origem e tradição do blues, mas de tocá-lo com a contemporaneidade de 2013!

Sem dúvidas é um disco de peso em seu conceito, produção, musicalidade e, para mim, um marco na produção nacional desse estilo!

O time que deu forma a esse trabalho musical contou com “Vasco Faé” nos vocais e nas gaitas, “Edú Gomes” nas guitarras e violões, “Sílvio Alemão” nos contrabaixos e “Fernando Loia” nas baterias. Além da banda, também houve as participações de “Daniel Lanchinho” que gravou, mixou e masterizou o disco e, “Sheila de Oliveira” que acrescentou cor ao projeto visual do CD com suas fotos e sua direção de arte. Por fim, também houve a supervisão linguística de “Danny Smedley” e de “Alex O’Day”, visto se tratar de um álbum bilíngue.

Entre o ontem e o hoje, o blues e o rock, o inglês e o português, o swing dançante e o peso dos riffs distorcidos de guitarra, esse novo trabalho da “Irmandade do Blues” desfaz fronteiras e finca novos limites para a forma de pensar, de ouvir, de compor e de produzir o bom e velho, blues!

Quero dar uma menção especial a décima faixa do disco – “Sad” – que busca sua força nas bucólicas influências das paisagens e sonoridade campestres do blues tradicional, o que faz dela uma balada chorada e profundamente bela: Emocionante!

Uma dica aos guitarristas: Quem gosta ou é fã das clássicas guitarras marca “Gibson” e do antológico modelo “Les Paul”, ouça esse trabalho porque acredito que “Edú Gomes” (meu guru espiritual da guitarra) certamente detém o melhor timbre desse instrumento no Brasil!

Outra música que merece um destaque especial é a décima quinta faixa do álbum – Hallelujah (última música), onde a interpretação de “Vasco Faé” somada ao inédito arranjo da banda, fazem soar a força do pulsar dos corações nessa extraordinária à canção! Aplausos!

Eis um trabalho que ouvi com grande prazer e o tenho maior ainda por indicar aos meus queridos leitores, como uma obra realmente fantástica: O novo CD, “Fronteiras”, da banda paulistana – “Irmandade do Blues”!

Interessou?!  Então segue o endereço oficial da banda: www.irmandadedoblues.com.br





* Nando Pires
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br








******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Confiram o CD ´Paulo Meyer & The Thunderheads´!
por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Entre os astrais de Liverpool e do Hawaii, o álbum “Paulo Meyer & The Thunderheads” vai surfando nas notas do blues/rock com batidas radicais de irreverência, letras inusitadas e românticos solos de guitarra, enquanto as frases de gaita vão dando um contorno colorido aos arranjos!

Mergulhada nas ondas desse disco, está a música “Another Mule” (Has been kickin´ in Stall) – 4ª faixa do CD – onde o swing do “mambo blues” conduz o ouvinte por um balanço à lá bolero, enquanto a guitarra destila notas levemente distorcidas num solo que mescla blues e rockabilly.

Ainda nessa canção entra um segundo solo (desta vez de teclado) que me remeteu em alguns momentos ao início da carreira do “Ten Years After” por conta das alternâncias entre o jazz e o rock, com um belo timbre vintage de hammond m3!

Muito bem gravado, tocado, mixado e masterizado, o álbum “Paulo Meyer & The Thunderheads” mantém o alto astral do início ao fim e é uma boa pedida para deixar rolar numa viagem de carro, enquanto pitorescas paisagens bucólicas vão passando pela janela!

À frente do projeto está o veterano cantor paulistano, compositor e gaitista de blues/rock, “Paulo Meyer”, que é um dos pioneiros desse cenário musical no Brasil e tem como característica a influência das décadas 1960 e também a de 1970. Creio que as melhores, não é mesmo?!

Os músicos que completam a formação são o guitarrista e corista “Alexandre Spiga” e o baterista “Paulo Resende”, que junto com o baixista “Caio Góes” dão todo o peso e swing que o álbum exigiu, com temperos de uma cozinha primorosa!

Também houve as participações especiais do tecladista e amigo “Adriano Grineberg”, do saxofonista “Hugo Hori” e da backing vocal “Ariela Parreira”, além da colaboração técnica do produtor “Alexandre Fontanetti” (que também tocou violões e lap steel guitar) e do técnico de estúdio “Bruno Fiacadori”, ambos do Space Blues Studio em São Paulo!

Interessou?! Então vou ter de contrariar o artista e passar seu e-mail, porque ele não dá (segundo canta na letra da música “Meu E-mail”), mas vou passar mesmo assim! (risos) Os contatos são: www.paulomeyer.comprsetenta@yahoo.com.br – (11) 99176-9443 (Paulo Resende) e (11) 97692-0793 (Caio Góes).

Então vou me despedindo, feliz por mais uma dica musical quentíssima ao som de “Paulo Meyer & The Thundirheads”!




* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br





******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Conheçam o novo CD de Dora Vergueiro!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Sob o dourado dos cacheados cabelos de Dora Vergueiro, reluz o samba e a bossa-nova em seu novo disco!

De seus olhos profundos e verdes pode-se notar um olhar que penetra em décadas da música brasileira e que vem ao encontro do hoje, com toda a reverência ao passado, utilizando-se de recursos e sonoridades modernas.

Esse é o quarto álbum da paulistana de nascimento, mas carioca de coração, Dora Vergueiro. E como ele coroa seu reingresso às suas origens, recebe seu próprio nome como título. Nada mais justo!

Sua infância foi no produtivo ambiente da boemia musical paterna, onde aquela menina curiosa, tímida e muito afinada saltava aos olhos dos presentes. Tanto que aos 15 anos já estava pelos palcos da vida e, nesta oportunidade, acompanhada por um time de “Pelés”: Robertinho Silva, Raul de Souza, Ron Carter e o pianista Guilherme Vergueiro (seu tio).

Certamente o álbum “Dora” é uma obra heterogênea onde a artista mergulha na música brasileira e até utiliza elementos inesperados, como a viola caipira da sétima faixa – “Tanta Água”. Uma de minhas preferidas!

Com dez faixas e parcerias com grandes nomes da música popular brasileira, como: Toquinho, Carlinhos Vergueiro (seu pai), Marlon Sette, Rogê, Luiz Carlinhos, Cris Delan e Izabella Rocha, a cantora, apresentadora e compositora percorre inúmeras vertentes musicais e retrata com suavidade a pluralidade de nossa música.

Na música “Meu Drama”, a introdução dá sinais de que virá um rock (exceto pelo tamborim em meio à guitarra e ao teclado), mas um samba com elementos eletrônicos emerge logo após, chamando a atenção para a criatividade dos arranjos!

Na próxima faixa (a nona – “Quero te Encantar”) as guitarras vêm ainda mais fortes e mesmo com pontuais efeitos distorcidos, ainda mantém a suavidade que impera no álbum, como um todo!

Neste disco, Dora Vergueiro ainda presta homenagens a dois ícones da música brasileira: Para Cartola na canção “Meu Drama” (de Silas de Oliveira e J. Ilarindo) e para Clara Nunes, na música “Ijexá” (de Edil Pacheco), onde Dora acrescente uma citação de própria autoria – “Mamãe Oxum”.

Sob a produção primorosa de Marlon Sette, somada ao experiente elenco de músicos: Lincoln Olivetti nos teclados, Alberto Continentino no contrabaixo, Paulinho Braga na bateria, Laudir de Oliveira na percussão e também Donatinho, Daniel Jobim, Matheus Alcântara, Thiago Silva, Diceu Leite, o álbum resulta numa sonoridade consistente com todos os músicos gravando juntos!

Interessou?! Então seguem os canais oficiais da cantora: www.doravergueiro.com.br  e  www.biscoitofino.com.br.

Novamente me despeço desejando a todos um ótimo, divertido e revigorante final de semana; desta vez ao som brasileiro de “Dora Vergueiro”!





* Nando Pires è músico (guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br







******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Um brinde à música boa (de verdade)!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Você prefere redondilha maior ou menor? Versos rimados ou livres?

Pode parecer papo furado, inusual, um pouco rebuscado e até saudosista, mas até pouco tempo atrás se tinha uma preocupação com a língua portuguesa, a estética e o conteúdo quando o assunto era composição.

Depois do advento do funk carioca (que poderia ter recebido outro nome para não se confundir com o gênero americano, original da década de 1970) passou a se aceitar qualquer coisa como letra. Sempre brinco com os críticos musicais, músicos, professores de português e de outras disciplinas das humanas e, em algumas palestras realizadas; propondo para que façam a “análise morfológica” da letra da música “Créu”. Pois é, além desta palavra não constar no dicionário e de ser uma onomatopeia com o sentido de uma interjeição de intensidade; essa popular “poesia” possui apenas uma única palavra, tanto em sua letra quanto em seu título!

Mas quem tomou um “créu”, foi a língua portuguesa e a mentalidade expressa nas canções que passaram a perambular pelos vãos das pernas das dançarinas turbinadas...

A música erudita, o blues, samba, choro, MPB, jazz, soul, r&b e o rock (palavra que hoje passou a representar apenas o subgênero do “metal”) ficaram guardadas nos corações dos que se apaixonaram por elas antes de sumirem da grande mídia e hoje são passadas de geração em geração no ceio íntimo da família de cada um. Ou seja: O filho de um roqueiro ouvirá rock em sua casa e provavelmente dará continuidade à manutenção do estilo pessoalmente. O mesmo ocorre com a música erudita, o blues, samba, choro, MPB, jazz, soul e r&b. Para ter uma ideia, é muito comum encontrar gerações de famílias em shows de expoentes desses gêneros musicais.

Mas o pior ainda estava por vir: Quando pensávamos que era o fim do poço, veio o sertanejo universitário e com todo o seu know-how acadêmico extraiu a única palavra que as poéticas letras das músicas ainda tinham e a substituíram por simples grunhidos! Tchu, tcha, lê, lê, lê, lá, lá, lá e o escambau a quatro... Tem coisas que realmente precisam de um nível de expertise para se conquistar: Parabéns ao sertanejo universitário!

Obs: Falar bobagem é uma coisa, mas não falar nada é outra! E isso é de f... (“ferrar” – risos)

Mas calma, a reação não tardava e veio eleita pela mídia musical “especializada”, sob a forma do estilo “Indie”, repleto de melodias choradas, cantadas por vozes enrouquecidas (normalmente pouco afinadas) pelo álcool, tabaco e cânhamo, trazendo letras “cabeça” para a degustação dos “intelectualoides” de plantão.

O termo “intelectualóide” é uma forma carinhosa usada para destacar alguns usuários de camisetas do “Che”, que deixam a barba por fazer, o cabelo despenteado, trajam-se como hippies e andam em carros novos, vivendo uma filosofia cínica (os cínicos eram os filósofos pregavam a volta à vida em estrita conformidade com a natureza) no verbo, enquanto normalmente desfrutam dos confortos da modernidade, bancados pelos pais.

Obviamente que o esboço dessa frondosa reação foi um enfraquecimento ainda maior da música “boa”, até porque (com parcas exceções) a música desse gênero não é boa mesmo... Assim como os ideais vigentes de beleza, linguagem e sonoridade também não têm nenhuma relação com os expoentes desse estilo.

Creio que estejamos reféns de uma mídia macroscópica onde há o império da estética e da pobreza de conteúdo e de uma mídia secundária (dita especializada) que reage a isso oferecendo o extremo oposto e só perde força em sua audiência e patrocinadores. Lamentável...

Mas onde estão as músicas realmente boas? Encontram-se na Internet, rádios e televisões culturais e educativas, em revistas especializadas de música, em boas casas de shows e festivais e, em certas regiões do país que costumam não se conectar com os grandes centros. Ou seja, tem que procurar para achar, mas lhes garanto que vale o trabalho, pois àquele que vê a luz não se contenta mais com a escuridão!

Sei o que a música boa faz: Ela pega as pessoas que nunca tiveram contato consigo e às arrebatam. Entra em seus poros, toma seus corpos com a dança, pulsa em seus corações contagia, mesmo que esse(a) ou aquele(a) jamais tenha tido contato com um determinado artista, instrumento ou canção. Estou falando de talento, de dom, de energia pura e isso; não há como se produzir em laboratório!

Que tenhamos um ótimo, divertido e revigorante final de semana (prolongado para muitos), repleto de brindes felizes, regados à música boa de verdade!




* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Gaspa - The Bass Player!
por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Ricardo Gaspa, ex-contrabaixista da antológica banda de rock brasileiro – Ira!, acaba de lançar seu primeiro álbum solo, o “Gaspa – The Bass Player”!

Esse disco representa a retomada de uma das principais paixões do músico, o contrabaixo acústico, bem como a coroação da careira solo que o baixista vem trilhando após o término de sua consagrada banda anterior.

Nesse CD; Gaspa apresenta uma sonoridade mais acústica, que tem uma estreita relação com o grave e amadeirado som do contrabaixo acústico e, dá grande vazão ao seu lado de “compositor”, assinando a autoria de 8 das 10 música do álbum. Nas canções inéditas, “Sobre o Outono” e “Rosa dos Ventos”, Gaspa contou com a parceria de Ricardo Alpendre nas letras e nos vocais.

Já na primeira faixa (“Sobre o Outono”) é possível perceber o caminho musical pelo qual as notas do walking bass vão dando a direção e a sonoridade do álbum se compõe bastante homogênea e agradável!

O trabalho recebe a evidente participação especial de Marcelo Nova (vocalista do Camisa de Vênus) e em “Outubro de 65” (2ª faixa), minutos antes do ano 2000, brota um solo de guitarra semiacústica com arranja à lá rockabilly que realmente nos traz todo o swing dos acordes levemente distorcidos dos anos dourados.

A terceira música se abre com uma guitarra de pegada mais rock e os arranjos de teclados puxam sua sonoridade  algumas décadas para frente!

Outra participação mais do que especial desse disco, é a do cantor e compositor trovadoresco – Wander Wildner, que empresta sua voz para a décima faixa – “O Tolo dos Tolos” e também canta “Eu Não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro” (a 4ª música), que é de sua própria autoria.

Em “Gaspa – The Bass PLayer”, o contrabaixista assume pela primeira vez os microfones e “duelando” com Marcelo Nova, canta e toca a “Tanto Quanto Eu” (6ª música), que ainda conta com um primoroso solo de piano.

Uma curiosidade é que encontrei três grandes amigos na ficha técnica desse trabalho: O roqueiro rural Flávio Landau, que dá os tons românticos às canções “Mistério” e “Tudo em Mim” (3ª e 5ª faixas respectivamente). É preciso salientar a participação especial de Karol Sun, que junto com Landau deixa os refrães de “Tudo em Mim” ainda mais apaixonantes!

Os outros parceiros de décadas são o meu guru espiritual da guitarra – Edu Gomes, que além de ter gravado as guitarras também assina a produção artística do disco e o pianista e tecladista Adriano Grineberg, que ao lado de seu irmão, o baterista Sandro Grineberg, participa da gravação do álbum todo.

Netto Rockfeller assina a coprodução artística do disco, quem assume a produção executiva de todo o projeto é Marcelo Fontanesi e a parte comercial fica a cargo de Maura Costa – (11) 9.8512-4265!

O álbum “Gaspa – The Bass Player” traz uma evidente maturidade nos arranjos, nas composições e um equilíbrio fantástico de mixagem e masterização, que somados ao som acústico do contrabaixo, culminam num trabalho bastante coeso, completo e harmonioso!

Interessou? Então seguem os canais oficiais de Ricardo Gaspa: Facebook - TwitterSoundCloud.

E, como tradicionalmente, vou finalizando o artigo dessa semana desejando a todos um ótimo, divertido, revigorante e muito musical final de semana; desta vez ao som do disco “Gaspa – The Bass Player”!




* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Ivan Barasnevicius Trio lança CD ´Síntese´
Trabalho totalmente instrumental... Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious


Projeto do músico Ivan Barasnevicius, o grupo começou como um quarteto em 2007, apresentando um trabalho totalmente instrumental, com arranjos e adaptações próprios feitos para temas de Nico Assumpção, Pat Metheny, Milton Nascimento e João Bosco, entre outros, e tocando em diversos lugares voltados para a música instrumental em São Paulo.

Em 2010, o grupo estabilizou-se como um trio, contando com Ivan Barasnevicius (guitarra), com Dé Bermudez (baixo) e Thiago Costa (bateria), sendo que o foco do trio no momento é apresentação de repertório autoral, também totalmente instrumental, e que irá compor o seu primeiro CD, com composições e arranjos elaborados pelo guitarrista Ivan Barasnevicius, porém com muito espaço para experimentações com ritmos brasileiros, tais como baião, xaxado e samba, e também para as influências que vão do rock progressivo brasileiro dos anos 1970 até o jazz-fusion.

Contatos:

www.ivanbarasnevicius.com
www.youtube.com/ibarasnevicius
ivan@venegasmusic.com
(+55 11) 2068-6638

O disco pode ser ouvido AQUI






Ivan Barasnevicius Trio










******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




T.F.Style Cia de Dança apresenta espetáculo TEMPO
coreografado por profissionais do exterior... Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Diferentes coreógrafos apresentam seus recortes sobre o tempo. Tempo que passa constante; que está por vir; tempo cronológico a contar no relógio, tempo subjetivo que passa ou tarda a passar... Passado, presente e futuro. O que o tempo imprime no corpo e o que reflete na vida das pessoas?



Livremente inspirado na obra Sonhos de Einstein, de Alan Lightman, cada um dos seis coreógrafos recebeu a mesma missão: apresentar o seu olhar sobre o tempo. O espetáculo é uma reflexão sobre o viver vertiginoso do nosso tempo; tempo que já passou, deixando marcas em sua história; tempo de agora; e tempo futuro, que a cada segundo se torna presente... E passado... Conforme o tempo passa...

Um projeto com direção geral de Igor Gasparini, direção artística de Frank Tavantti e direção de vídeo de Rodrigo Gontijo; o espetáculo tem coreografias dos próprios Igor e Frank somadas aos olhares e técnicas de Neil Schwartz (EUA), Daniel Elahi (Suécia), Angel B (Brasil e EUA) e DS Fuel (Brasil). A obra busca encontrar sentido no tempo, revelando metáforas da subjetividade deste tema. Entre encontros e desencontros de tempo e a ilusão de certo controle sobre ele, o T.F.Style Cia de Dança apresenta o quarto espetáculo de seu repertório.


De 26 de maio a 02 de junho
Sábados, às 21h e Domingos, às 20h.
Sessão EXTRA: Sábado, dia 1º, às 17h.
Sala Crisantempo
Rua Fidalga, 521 - Vila Madalena - São Paulo/SP

Ingressos: R$30,00 (R$15,00 a meia)
Duração: 60 min
Classificação: Livre

Ficha Técnica:

Direção Geral: Igor Gasparini
Direção Artística: Frank Tavantti
Direção de Vídeo: Rodrigo Gontijo
Coreografias: Igor Gasparini (BRA); Frank Tavantti (BRA); Neil Shcwartz (EUA); Daniel Elahi (Suécia); Angel B (EUA e BRA); DS Fuel (BRA).
Elenco: Bruna Sant´Anna, Fabio Rantiquieri, Frank Tavantti, Helon Hori, Igor Gasparini, Márcia Marcos, Marcos Werneck, Melissa Fernandes e Natália Moura.
Estagiários: Allan Leroy, Bianca Emy, Jonathan Santos, Luiz Paulo Cordeiro, Mayara Rosa e Verônica Lopes.
Iluminação e Sonoplastia: Gustavo Guerra.


Coreógrafos e seus Recortes

1. Que tempo é esse?
por Igor Gasparini

Livremente inspirado na obra Sonhos de Einstein, de Alan Lightman, os mistérios do tempo e do espaço instigam as coreografias deste trabalho. Por ora, passado, presente e futuro parecem se confundir no tempo; tempo cronológico e tempo subjetivo que se apresentam no corpo de cada bailarino, fazendo o público refletir. Uma vida sem futuro; tempo com três dimensões, vivendo três versões diferentes e simultâneas de suas vidas; a imprevisibilidade do tempo, entre outros recortes que fazem com que pensemos todos sobre a condição humana, em uma aventura entre a matemática e a realidade da vida, entre a lógica e a arte.

Igor Gasparini
Formado em Jornalismo pela PUC e em Ciências da Atividade Física pela USP. Pósgraduado em Jornalismo Cultural, com ênfase em crítica de dança. É professor e coreógrafo de Danças Urbanas há mais de 10 anos e também ministra aulas de Fundamentos Biológicos, Didática e Psicologia da Dança. Diretor e coreógrafo da companhia profissional T.F.Style Cia de Dança, recebeu o Prêmio de Melhor Coreógrafo na categoria Dança do 10º Prêmio Jovem Brasileiro. Realizou cursos com os principais nomes do Hip Hop Nacional e Internacional; Foi
convidado para ministrar workshops na cidade de Arhem, na Holanda, e realizou aperfeiçoamento em Nova York, nos Estados Unidos, pela Broadway Dance Center. Também realizou cursos em outros locais dos Estados Unidos, Espanha, França, Holanda, Itália e Argentina.

2. Espaço curvo e finito
por Frank Tavantti

“Espaço Curvo e Finito; Oculta consciência de não ser; Ou de ser num estar que me transcende; Numa rede de presenças; E ausências; Numa fuga para o ponto de partida: Um perto que é tão longe; Um longe aqui; Uma ânsia de estar e de temer; A semente que de ser se surpreende; As pedras que repetem as cadências; Da onda sempre nova e repetida; Que neste espaço curvo vem de ti.” José Saramago. Aqui o cotidiano e a repetição se apresentam. Vidas muito parecidas, regradas pelo tempo do relógio. Cópias, máquinas, ciclos, repetição! “O tempo é como a luz entre dois espelhos. O tempo é rebatido para lá e para cá, produzindo um número infinito de imagens, de melodias, de pensamentos. É um mundo de incontáveis cópias” Allan Lightman.

Frank Tavantti
Iniciou seus estudos em dança e teatro no ano de 1994 no interior de São Paulo pelo Balé da Cidade de Rio Preto, onde firmou sua carreira nos 8 anos de produção com a Cia. Fez parte da TK Cia de Dança/Teatro de Catanduva pelo método de estudo de Pina Bausch. Compôs também o elenco da Virtual Cia. de Dança de Rio Preto. É fundador e coreógrafo do projeto “KD?” da KD Cia de Dança, trabalho social desenvolvido em parceria com as prefeituras do Estado de São Paulo também contemplado como artista e professor das Oficinas Culturais do Estado. Formado em Educação Física pelo Centro Universitário de Rio Preto, Artes Cênicas pelo TUCA (PUC-SP). É artista-orientador do Programa Dança Vocacional da Prefeitura de São Paulo há 4 anos e Preparador Corporal e ator da Cia. de Teatro O Grito, pela Cooperativa Paulista de Teatro. Em 2012, teve seu trabalho contemplado pelo Pró-Ac e foi convidado para dançar no espetáculo No Singular, da Quasar Cia de Dança.

3. Sometimes
por Neil Schwartz

Diferentes momentos da vida nos faz sentir de diferentes formas. São muitas as sensações e os mais variados sentimentos ocorrem em tempos distintos. Para aqueles que dançam, ela serve como forma de expressar sensações e emoções. Algumas vezes dançamos porque desejamos nos sentir livres; por outras dançamos para deixar ir, para desapegar. Para muitos, a dança também é uma forma de poder e, assim, para cada um, em cada momento, o significado pode ser diferente, mas não perde a essência de expressar o que sentimos a cada momento da vida. E você? Como expressa a si mesmo?

Neil Schwartz
Neil "Dradle" Schwartz dança desde os 7 anos de idade. Depois de se graduar na University of Maryland e se mudar para Nova York, teve o privilégio de trabalhar com Rhapsody James, Luam, Lisette, and Eric Jenkins. Neil também coreografou para artistas como Push Play, Dnay B e Taylor Bright. Também teve a oportunidade de ser assistente de Luam em Monica Rush, Artist M.E., e também trabalhou com Dawn Richards. É professor da Broadway Dance Center e já viajou ministrando workshops para o Hawaí, Peru e México. Suas coreografias podem ser vistas em programas de televisão norte-americanos como The Today Show, da NBC Live e World of Dance LA, da Carnival Choreographers ball (NY/LA), entre outros. Como professor e coreógrafo, ama a paixão e a energia na dança, encorajando cada um a
dançar com o coração.

4. O inimigo tempo
por Daniel Elahi

Isso é para você que já teve a experiência de ter um momento em que o tempo se torna seu pior inimigo. O momento que não te deixa com nada além de frustração e destruição própria. Você pensou que teria todo o tempo do mundo, mas ele desabou sua estrutura em uma bagunça que você luta para se reestabelecer. Em um primeiro momento, você pode não ter tempo, mas ok, não se preocupa muito; em seguida, o estresse aumenta e você luta para conseguir dar conta; e, em um terceiro momento, de maior tensão, o tempo se torna seu pior inimigo.

Daniel Elahi
Daniel Elahi voltou para a Suécia em 2012 após participar do ISVP Program, da Broadway Dance Center, em Nova York. Neste curso de formação, estudou hip hop e dança contemporânea; e dançou com Brice Mousset, Sheila Barker, Jared Grimes, Michele Oliva, Dana Foglia, Benny Ninja e Archie. Daniel também estudou ballet clássico, dança moderna e jazz na Carlforsska high school dance Program de 2007 a 2010. Na Europa, graduou-se na Åsa college street dance Program e dançou com Fredrick "Freeze" Herranen, Martin C. Ferretti, Niki Tsappos, Oskar Pitre, Anik "Coco Pops", entre outros. Ele ainda fundou a união A Touch of Soul, em sua cidade natal, Vasteras, na Suécia. Nesta iniciativa, o trabalho visa estimular a sociedade cultural e criar uma comunicação entre artistas que trabalham com diferentes gêneros artísticos, incitando a troca de experiências.

5. O tempo cotidiano
por Angel B

Cumprir horário, evitar atraso, chegar a tempo, seguir a agenda. Qual o tempo cotidiano? O tempo da velocidade! É a velocidade que consome cada vez mais o tempo, carregando asbmais corriqueiras preocupações do dia a dia. A batalha contra o relógio é uma luta difícil que leva muitos ao desejo de um dia com mais de 24 horas. Impossível! Então corra! O tempo está passando.... Será que o ritmo da vida nas grandes cidades sempre foi esse? Não sabemos, mas o que é certo é que a dança é o nosso caminho de reflexão; nosso momento de pause e de suspensão da velocidade. Dance!

Angel B
Nascida em São Paulo, Brasil, Amanda D’Amázio, ou Angel B é ícone na indústria da dança em seu país como coreógrafa e dançarina de muitos grandes nomes da música como Negra Li, Ivete Sangalo, Wanessa, Rodriguinho, entre muitos outros com quem já trabalhou. Seus créditos mais recentes são: dançar com Kanye West no festival SWU e coreografar o novo clip de Wanessa feat Bam Bam “Stick Dough”. Angel também já coreografou e dançou para a rapper Americana Eve em sua turnê no Brasil, e abriu os shows de Beyonce na turnê brasileira também. Angel B também coreografou e atuou como Maria no novo filme You got served beat the world, dirigido pelo escritor do filme Stomp the Yard, em Hollywood. Dançou no Brasil pela Cia Ritmos de Rua e agora é coreógrafa e diretora do grupo Pink Ladies Crew, conquistando seu espaço nos Estados Unidos, Ásia e Europa.

6. Um dia... 24 horas...
por D.S.Fuel

Um dia... 24 horas... É tudo o que resta a você! O que você faria se apenas tivesse 24 horas de vida? Livremente inspirado nos filmes Antes que termine o dia e Contra o tempo, o trabalho narra, em 6 minutos, um dia na vida de um casal; ou de outro casal... Tensão, amor, paixão, briga, compreensão... Sentimentos misturados, sensações perturbadas... Como recuperar o tempo que se perdeu? Não tem jeito. Enquanto refletia, passaram-se 5 minutos e, agora, lhe restam apenas 23 horas e 55 minutos. Não há mais tempo a perder!

D.S.Fuel
Diego Santos iniciou sua jornada nas danças urbanas em 2006 e, desde então, começou a desenvolver um detalhado estudo sobre a origem e os fundamentos especificamente do Hip Hop e do Krumping. Por dois anos, fez parte do T.F. Style Cia de Dança e, neste momento, retorna à Companhia para contribuir como coreógrafo. É idealizador do projeto Resgate Urbano, onde oferece aulas de Hip Hop e Jazz para crianças e adolescentes da cidade de Carapicuíba. Ministrou aulas no Projeto Joaninha, do Ballet Stagium, também trabalhou com a College 11 (Walt Disney Records); Natalia Damini e Rodrigo Teaser. Faz parte da Cia Ritmos de Rua, com direção de Edson Guiu, cursa Educação Física pela FMU e, recentemente, foi pesquisar e atualizar seus conhecimentos em Los Angeles (EUA), com destaque para: Millenium Dance Complex, Debbie Reynolds, IDA e Movement Life Style. Além disso, produziu um documentário com entrevistas, vídeos e um detalhado estudo com os
percussores da dança Krumping.


Mais Informações:

Igor Gasparini

(11) 9.9658.1777
www.tfstyle.com.br



******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Guitarrista Faíska lança quarto álbum solo ´No Smoking´
CD eclético, mas com sotaque blues-rock... Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Nove anos depois de Bend, Faiska lança o quarto CD solo da carreira, batizado de No Smoking. São dez canções instrumentais com a marca do guitarrista, que em 2013 completa 40 anos de carreira.



“Há country, há surf music, mas o forte do álbum é o blues-rock, que é a minha onda”, conta Faiska, que explica a faixa-título. “Finalmente, parei de fumar. E a música é uma forma de marcar esse momento”, conta o guitarrista de 57 anos.

O disco foi gravado ao vivo no Mosh Studios, em São Paulo, com Ximba Uchyama e Fabio Zaganin se revezando no baixo e Mario Fabre na bateria.

Faiska explica a diferença deste para seus álbuns anteriores, especialmente Nevoeiro (1990) e Stratosfera (1994): “Na década de 1990, a tendência da música instrumental de músicas com muita preocupação com a técnica. A partir de Bend [2003], deixei a coisa rolar mais naturalmente, simplesmente compor algo bom de se ouvir e tocar. É uma fase madura. Isso acabou puxando mais para o blues-rock que tem tudo a ver com o meu jeito de tocar. No Smoking segue a mesma linha. Músicas simples e que me dão liberdade de criação na hora do show”, conta.

José Eduardo Fernandes Borges, o Faiska, tem 57 anos e já acompanhou, entre outros, Fábio Jr., Fagner, Ná Ozzetti, Ney Matogrosso e Rita Lee. Fez shows e gravou, entre outros, com Frank Gambale, Celso Pixinga, Carminie Appice, Joelho de Porco, Banda TNT, Mozart Mello e Vera Figueiredo. Em 2008, abriu o show da Banda inglesa Deep Purple no Credicard Hall, em São Paulo. Na área publicitária gravou, entre outros, jingles para marcas como Coca-Cola, Skol, Hot Wheels, Brahma, Lux, Duracell e McDonald’s. Tem seis vídeo-aulas e é professor do IG&T (Instituto de Guitarra e Tecnologia).

Por enquanto, No Smoking pode ser adquirido pela loja online ‘Faiska Official Store




 Faiska Borges




MAIS INFORMAÇÕES

Roberta Bragaglia

RB Produções
(11) 9.7642-6411 -/- ID: 54*5498
robertabragaglia@faiska.com.br
Twitter @FaiskaOficial
Faiska Official Store (loja online)




******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Lançamanto ´Melodias de sol em pleno azul´
Oitavo CD da canora Olivia Genesi... Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Há uma ponte entre a essência do artista que respira música e a vida urbana que o cerca. O compositor tem o poder de transformar sensações de seu tempo e espaço em sons e palavras...



Neste novo CD, Olivia Genesi, paulistana, absorve de sua cidade todas as impressões do caos para devolver ao ouvinte o que ele mais necessita: paz, horizonte, gentileza e alegria de viver.

Melodias de sol em pleno azul, oitavo CD de sua discografia, consolidando cada vez mais o ecletismo de suas influências, ela nos traz um pouco de pop, rock, reggae, groove e jazz, num ambiente realista e orgânico, de sonoridade livre, como se estivesse ao nosso lado cantando e contemplando a profundidade de uma paisagem.

Músicos: Olivia Genesi, Bruno Balan, Fábio Dregs, Felipe Alves, Luca Batista e Luís Dutra

Participação de Eric de Oliveira e Zé Luiz Marmou.


O Show de lançamento deste novo CD será no dia 08 de junho no Centro Cultural B_arco, rua Virgílio de Carvalho Pinto, 426, São Paulo-SP às 19h.


Duas músicas do novo CD para ouvir:

"Perto da orla"
e
"Céu azul"


Outros links

www.myspace.com/oliviacantora
www.reverbnation.com/olivia
www.agenda.olivia.zip.net
Olivia Genesi: talento e sensibilidade por Jotta Santana






clipe "Perto da orla"




******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas na Internet"




Lançamento do clipe ´Magnetismo´
14/05 com a dupla Ricardo e João Fernando. Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

A dupla Ricardo e João Fernando escolheram hoje, dia 14, para lançar o clipe “Magnetismo” no YouTube...

A música, lançada no dia 19 de março, foi muito bem aceita nas rádios e está em primeiro lugar em várias cidades.

Agora em vídeo! Depois do sucesso de “Magnetismo” no repertório dos shows de todo o Brasil e conquistar o topo na crowley, entre as mais tocadas nas rádios, Ricardo e João Fernando lançam, hoje, dia 14 de maio, às 13h, o ritmo em clipe. As cenas, gravadas na Anhumas em Campinas e no metro de São Paulo, contam a história de amor entre um casal. O vídeo foi produzido por Fernando Trevisan, conhecido como Catatau, da Unic Film.

Ricardo e João Fernando já emplacaram grandes sucessos nas rádios do país e somam milhares de views no youtube. A dupla de amigos conquistou, de forma singela, o público com suas composições. Afinal, quem não conhece a música “Só saio com as Tops” (Eu to com tudo, to no maior IBOPE / Só saio com as top, só saio com as TOP / Eu me dei bem, sou um cara de sorte / Só saio com as top, só saio com as TOP), que se destacou entre as mais tocadas nas rádios do Brasil? Quer mais? “Top do Brasil”, que virou clipe e conta com a participação de Juju Salimeni, além do hit “Só Papai”, que não pode faltar o repertório dos shows. Para mostrar que a dupla tem força e faz a diferença no gênero sertanejo, confira o lançamento do clipe, com a música “Magnetismo”.

Magnetismo
(Ricardo e João Fernando)

Os nossos corpos se procuram sob o céu azul
Como dois irmãs se atraindo polos norte e sul
O meu olhar encontra o seu, inevitável te querer

Naturalmente como a lua busca a luz do sol
Seu amor me guia no escuro como um farol
Não tenho medo do futuro junto com você
Do que vai ser

Acho que posso voar, as estrelas tocar

Incontrolável o meu instinto é te querer, só você
É puro magnetismo, junção de amor e prazer, só com você
Inexplicável, desejos e ardentes paixões, emoções
É puro magnetismo juntando dois corações








Dayane de Vasconcelos Leme

(11) 2341-1497 / 2305-6953 / 7868-7251/ ID: 9*309417
email: dayane@caldi.com.br



******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas na Internet"




´Natural´ - O novo CD de Beatriz Rodarte!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Mesclando pop, rock e MPB, sobretudo a música mineira, estado de origem da cantora e compositora de Belo Horizonte, “Beatriz Rodarte” lança seu segundo álbum - “Natural”.

A sonoridade de seu trabalho por vezes remete a grandes nomes, como: U2, The Police e ao Clube da Esquina. Também fica explícito que se trata de uma cantora experiente dado ao uso de afinados vocalizes e impostações vigorosas. Beatriz também trabalha com a voz no mercado publicitário (em jingles) e em diversas produções para emissoras de rádio.

O álbum denota um tom de romantismo e não por insistir no assunto “amor”, mas pelas linhas de pensamento que suas letras manifestam. É um tipo de composição que eu particularmente não via há algum tempo e que me levou a sentir saudades de uma época em que a maioria das grandes rádios tocavam músicas com conteúdo!

Um dos pontos altos do CD - “Natural” é certamente a regravação de “Para Lennon & McCartney”, um clássico da música popular brasileira composta por “Márcio Borges”, “Lô Borges” e “Fernando Brant” e, que ficou imortalizada na voz primorosa da interpretação de “Milton Nascimento”.

 Outra regravação que Beatriz faz nesse álbum é da música “Nuvem Cigana”, também composta por Lô Borges, em parceria com Ronaldo Bastos.

As sete demais canções do CD são todas da própria artista, a maioria em parceria com Maurício Caruso, guitarrista responsável por todos os arranjos e pela produção musical do disco. Outras vezes Beatriz Rodarte compõe em conjunto com Carlos Colla, Sofia Laura e Maurício Santini e, do repertório de todo o repertório, a faixa sete (“Pode Ser Tarde Demais”), é assinada exclusivamente pela própria artista, que também se incumbiu da direção artística de todo o projeto.

Em seu release, o estilo do álbum é definido como “soft rock” e de fato ele transcorre pelo player de uma forma bastante leve, apresentando-se com grande fluidez e ocupando os espaços e o momento de sua audição com graça e suavidade.

Já que estamos falando em graça, não dá para não salientar a beleza de Beatriz e o quanto ela fotografa bem. Imagens que expressam exatamente o que encontramos em seu disco, um belo semblante de serenidade e compenetração.

Interessou? Então seguem os links onde poderão encontrar o álbum “Natural” da cantora e compositora “Beatriz Rodarte” - Facebook - Twitter - MySpace

Desta vez, findo agradecendo todo o carinho e momentos especiais que pude desfrutar ao lado da vovó e sogrinha, “Dona Anna Barion”, que nos deixou recentemente.

Que todos tenhamos um ótimo, divertido, iluminado e muito musical final de semana, desta vez ao som do “soft rock” de “Beatriz Rodarte”!




* Nando Pires è músico (guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Vivi Seixas - Uma luz da nova geração!
Por Nando Pires* Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Aperto o play e o CD se abre com uma fala (de voz própria) onde Raul Seixas diz: “Quem tá começando agora, eu não quero ranço de coisa de velhice. Sabe? Eu quero uma coisa nova! Eu quero uma coisa nova... Eu quero uma coisa novíssima! Então vamos fazer a cabeça dos novos, porque os velhos já estão fritos!”

Logo após (nos primeiros 29 segundos), segue uma série de timbres modernizados, mesclados com efeitos eletrônicos que entoam uma das melodias mais conhecidas e consagradas da música brasileira. Tudo isso desembocando numa “virada” de bateria sintetizada e a continuação é a versão em espanhol do clássico “Metamorfose Ambulante”, toda remixada pela “Dj Vivi Seixas”, que como podem supor; não se trata de uma mera coincidência de sobrenomes, mas sim da caçulinha de “Raulzito”!

A segunda música também consta na galeria das imortais, “Aluga-se”. E como seu refrão fala (“É tudo free!”), pode-se dizer que as tecnologias gringas da música eletrônica realmente entraram pela porta da frente da maluca música beleza de “Raul Seixas”, trazendo as composições de décadas atrás para o presente momento! – Muito bom!

Assim é a sensação de se ouvir o disco “Geração da Luz”, recém-lançado pela Warner Music Brasil, onde a “Dj Vivi Seixas” explora profundamente seus dançantes dotes musicais e faz uma espécie de “upgrade” na obra de seu pai.

A quarta música é “O Carimbador Maluco” (Pluct, Plact, Zummm) e, toda absorvida e intensificada por uma forte “pegada” eletrônica, vem a desejar “boa viagem” aos navegantes dessa jornada sonora que segue até a décima segunda música e vai deixando os malucos belezas encantados em reouvir os grandes clássicos de “Raul Seixas”, de uma forma completamente renovada, ao mesmo tempo em que o respeito às identidades originais das canções foram totalmente preservadas! – Genial!

Segundo “Vivi”, ela sente que chegou o momento de prestar o tributo ao seu pai e a escolha do nome “Geração da Luz” para o álbum, veio da música de mesmo título que foi composta em conjunto com sua mãe (Kika), onde a letra expressa o intuito de passar a bola para a próxima geração: “Eu vou m’embora apostando em vocês. Meu testamento; deixo minha lucidez. Vocês vão ter um mundo bem melhor que o meu...” Esses dizeres foram a inspiração e tema para todo esse trabalho registrado em CD!

E falando em bola... Sem dúvida posso assegurar que ela está batendo um bolão e que seu pai deve estar orgulhoso de ter uma filha que transborda tanta musicalidade! Mesmo não sendo geneticista é evidente que os cromossomos (ou “cromozitos”) da simpatia e da musicalidade de “Raulzito” passaram todos para “Vivi”! (risos)

Um dos pontos altos do disco são as frequências da mixagem e masterização, que foram enquadradas de acordo com a sonoridade contemporânea, acrescidas com ricos harmônicos nos graves e muito equilíbrio nos agudos, qualidades que os antigos equipamentos das gravações originais não alcançavam. O que deixa o CD com um som maravilhoso! Até o som da mosca que pousou em sua sopa ficou hi-tech! (risos)

De posse das vozes à capella (em separado) de seu pai, “Vivi” teve a liberdade para criar inserções pontuais (muito bem colocadas) de dizeres e melodias cantadas de “Raul Seixas”, o que somado aos acréscimos de novos arranjos de violão, guitarra, baixo, teclados e samplers eletrônicos, mais as remixagens e remasterizações resultaram em um álbum profundamente orgânico, coeso e de inquestionável bom gosto!

Mesmo já conhecendo de cor o repertório de “Raul Seixas”, todas (todas mesmo!) as inserções são colocadas com tanta fluência que parecem ter sido feitas junto com as músicas e para os mais novos, que inda não conhecem a obra desse importante artista e compositor, certamente o álbum “Geração da Luz” é uma grande porta de entrada para essa “boa música”! Fica aí, o meu convite para que o ouçam - viviseixas.com.br!

Para fechar, deixo uma citação de “Raul Seixas” que consta nesse CD: “Que o mel é doce eu me recuso a afirmar, mas que parece doce, eu afirmo plenamente!”

Interessou? Então fica a “imperdível” dica do CD – “Geração da Luz” da talentosa “Dj Vivi Seixas”!

Mais uma vez me despeço desejando a todos um ótimo, revigorante, divertido e muito musical final de semana; desta vez ao som de “Raul Seixas”, nas fantásticas versões de sua filha “Vivi Seixas”!




* Nando Pires è músico (guitar, violão e voz)
compositor, articulista
www.nandopires.com.br








******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Confiram o que rolou no II Campos Jazz Fest!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Nas últimas duas publicações (às sextas-feiras) vim noticiando o II Campos Jazz Fest, festival que aconteceu no final de semana passado (de 11 a 14 de Abril), na turística e pitoresca cidade de Campos do Jordão.

Hoje, de posse da experiência de tê-lo assistido por inteiro e de ter tido a honra de tocar em sua primeira noite, abrindo a realização, posso dizer que é possível resumir tudo o que vivenciei e vi em apenas uma única palavra: “Excelência”!

Quero salientar e elogiar a produção do festival, que foi realizada pela Lucas Shows, uma empresa tradicional e muito bem conceituada no meio do show business, que comprovou tudo o que era esperado: Uma realização primorosa em todos os aspectos!

Aqui tenho de fazer jus a toda equipe que labutou veementemente para que tudo; desde os camarins, até os bastidores do palco e finalmente os shows, acontecessem da melhor e mais profissional forma possível: Os parabéns aos produtores Herbert, Beto, Thelma, Thaís, Gabi, Cris e Raphael, ao empresário de sonorização Zé Negão e aos técnicos de som Gerubal e Babaloo, ao técnico de luz Negueto, aos produtores de palco Johnny, Fábio e à Dani (minha pequena) que auxiliou na cobertura fotográfica e a todos os demais roadies que preparam o palco de cada artista dentro de suas especificações.

O II Campos Jazz Fest veio dar continuidade a um projeto fantástico que envolve apresentações na concha acústica da praça do bairro de Capivari e também ações descentralizadas que acontecem em vários pontos de Campos do Jordão, levando música e cultura para a população local e para pontos turísticos que foram coloridos por essa iniciativa.

Vale lembrar que o festival contou com o apoio do ProAc - Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo, cujo patrocínio foi da cerveja Stella Artois, recebendo também amplo suporte da prefeitura de Campos do Jordão e da cidade, onde restaurantes, chalés, pousadas e hotéis contribuíram largamente para que essa realização transcorresse em nível de excelência!

As atrações dessa segunda edição foram:

Na quinta-feira (11/04): Márcio Leonardo e Vento Verde, seguido de Nando Pires e a tradicional Orleans Street Jazz Band.

Na sexta-feira (12/04) vieram os shows de Bernard Fines & Júlio Bittencourt Trio em “Jazz a La Carte”, seguido do cantor de blues e soul, Tony Gordon e o desfecho da noite ficou a cargo da bela cantora Ludmilla Mazzucatti.

O sábado (13/04) foi aberto com o show de Mafalda Minozzi, na parte da tarde e, seguiu à noite com as apresentações de Alissa Sanders, posteriormente de Nathalie Alvim com a participação especial de Danny Vincent e o grupo Funk Como Le Gusta incendiou o público com enorme energia!

O encerramento do II Campos Jazz Fest - 2013 ocorreu no domingo (14/04), com todos os shows no período vespertino: Primeiro a bela Dani Montuori (cantora semifinalista do The Voice Brasil) e fechando com chave de outro, Jefferson Gonçalves e Big Joe Manfra quebraram tudo com um incendiário show de blues!

O festival ainda contou com a presença do Dj Crizz, e de apresentações do blueseiro e homem banda, Vasco Faé Manoblues. Também houve ações socioculturais, como workshops no Projeto Guri e no Mercado Municipal.

Em suma, para músicos e amantes da boa música esses quatro dias pareceram o verdadeiro paraíso, onde as ondas sonoras recheavam os belíssimos espaços de Campos do Jordão, fazendo com que víssemos, ouvíssemos e vivêssemos momentos memoráveis e inesquecíveis. Podem acreditar!

Também deixo a dica para que busquem os trabalhos e a música de todos os artistas aqui citados, porque oferecem uma pluralidade quanto à sua sonoridade, mas uma uniformidade quanto às suas qualidades e certamente irão degustar de ótima música! Afinal, hoje tudo está à distância de apenas um “clique”!

Por fim, costumeiramente quero desejar a todos um ótimo, revigorante e muito musical final de semana e, de antemão convidá-los para o III Campos Jazz Fest, que acontecerá no início de 2014. Programem-se porque vale à pena!




* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz)
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Chegou o II Campos Jazz Fest!
Ate domingo, 14/04/13 em Campos do Jordão - SP Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Da 5ª feira até o domingo, a concha acústica da praça do bairro de Capivari em Campos do Jordão, receberá grandes nomes do blues e jazz, nacional e internacional, em célebres apresentações, totalmente gratuitas!



Na semana passada, publiquei um artigo explanando amplamente sobre esse memorável evento e desta forma, convido a todos para curtir toda a sonoridade desses exímios artistas nacionais e internacionais que se apresentarão no II Campos Jazz Fest. Imperdível!

5ª feira (11/04), se apresentaram Márcio Leonardo e Vento Verde, Nando Pires (este que vos escreve) e a tradicional Orleans Street Jazz Band.

6ª feira (12/04), haverá os shows de Bernard Fines & Júlio Bittencourt Trio em “Jazz a La Carte”, seguido do cantor de blues e soul, Tony Gordon e o desfecho da noite ficará a cargo da bela cantora Ludmilla Mazzucatti.

O sábado (13/04) Donny começa à tarde com o show de Mafalda Minozzi e segue à noite com as apresentações de Alissa Sanders, posteriormente de Nathalie Alvim com a participação especial de Danny Vincent e o grupo Funk Como Le Gusta promete incendiar o público com muita animação!

O encerramento do ll Campos Jazz Fest - 2013 será no domingo (14/04) e todos os shows acontecem à tarde. Primeiro a bela Dani Montuori (cantora semifinalista do The Voice Brasil) e para fechar com chave de outro, Jefferson Gonçalves e Big Joe Manfra que devem “quebrar tudo” com seu show de blues!

O festival também conta com a presença do Dj Crizz, que discotecará antes, nos intervalos e após os shows. O blueseiro Vasco Faé e a Orleans Street Jazz Band percorrerão pontos estratégicos e bairros periféricos de Campos do Jordão, levando a boa música à todos daquela linda cidade! Também estão acontecendo ações socioculturais, como os workshops no Projeto Guri e no Mercado Municipal.

Portanto, não posso deixar de reforçar o convite para que venham desfrutar dessa cidade extremamente pitoresca e dessa música fantástica!

Que nós todos tenhamos um final de semana feliz e extremamente musical ao som de muito blues e jazz!




* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz)
compositor, articulista
www.nandopires.com.br





******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




O II Campos Jazz Fest começa na semana que vem!
de 11 a 14/04/13 em Campos do Jordão - SP Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Depois de seu início em 2012, o Campos Jazz Fest se consolida e, entra para a lista de ótimas opções musicais do calendário anual brasileiro!


No ano passado foram três dias de shows gratuitos (sexta, sábado e domingo), onde três apresentações diárias incendiaram o palco da concha acústica do bairro de Capivari na serrana, turística e emblemática cidade de Campos do Jordão!

Naquela oportunidade as atrações foram: Orleans Street Jazz Band, Izzy Gordon com a participação especial de Bocato e o memorável Blues Etílicos para o primeiro dia. A cantora Sara Pi, Igor Prado Band acompanhado do pianista Donny Nichilo e o incendiário show da Big Time Orchestra para a segunda noite. Findando o festival, tivemos o show didático de Cláudio Goldman, a segunda apresentação da Orleans Street Jazz Band e o furacão do funk blues, Kenny Brown na ensolarada e memorável tarde daquele domingo de 2012.

Já deu vontade, não é?! (risos)

Mas essa segunda edição vem ainda maior e toda com shows gratuitos também!

Agora serão quatro dias de shows, com início na quinta-feira (11/04) onde se apresentarão: Márcio Leonardo e Vento Verde, seguido do show de Nando Pires (eu) e a tradicional Orleans Street Jazz Band. Confesso que estou muito feliz em constar de um line up tão qualificado!

Na sexta-feira (12/04) haverá os shows de Bernard Fines & Júlio Bittencourt Trio em “Jazz a La Carte”, seguido do cantor de blues e soul, Tony Gordon e o desfecho da noite ficará a cargo da bela cantora Ludmilla Mazzucatti.

O sábado (13/04) será aberto com o show de Mafalda Minozzi na parte da tarde e segue à noite com as apresentações de Alissa Sanders, posteriormente de Nathalie Alvim com a participação especial de Danny Vincent e o grupo Funk Como Le Gusta promete incendiar o público com muita animação!

O encerramento do II Campos Jazz Fest - 2013 será no domingo (14/04) e todos os shows serão no período vespertino, são eles: Primeiro a bela Dani Montuori (cantora semifinalista do The Voice Brasil) e para fechar com chave de outro, Jefferson Gonçalves e Big Joe Manfra que devem “quebrar tudo” com um ensandecido show de blues!

O festival ainda conta com a presença marcante do bom gosto do Dj Crizz, que discotecará antes, nos intervalos e após os shows e de apresentações musicais decentralizadas do blueseiro e homem banda, Vasco Faé e da Orleans Street Jazz Band que percorrerão pontos estratégicos e bairros periféricos de Campos do Jordão, levando a boa música a toda boa gente daquela linda cidade! Também haverá ações socioculturais, como workshops no Projeto Guri e no Mercado Municipal.

Quero parabenizar esse município que já adotou a música em seu ceio íntimo, fazendo de si uma referência internacional através do Festival de Inverno de Campos do Jordão e que agora vai criando raízes também para estações acaloradas, através do Campos Jazz Fest. Ainda aproveito para parabenizar a administração municipal recém empossada, pelo valor que dá à cultura e pela continuidade desta fantástica iniciativa!

A realização do festival é da consagrada e renomada família “Lucas Shows”, liderada pelo antológico produtor do show-business brasileiro, Herbert Lucas, que também é diretor artístico do Bourbon Street Music Club em São Paulo, o que significa garantia de excelência quanto à curadoria musical, estrutura e organização. Portanto, “não percam”!

Interessou?! Então confira mais sobre essa excelente iniciativa em seu site oficial - www.camposjazzfest.com.br

Findo por desejar a todos um ótimo, revigorante, muito musical final de semana, com grande expectativa para prestigiar e desfrutar do II Campos Jazz Fest - 2013!




* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz)
compositor, articulista
www.nandopires.com.br








******************************************
www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Pelos Trópicos
Novo CD de Andreia Dias! Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

* Por Nando Pires

Umas das imagens mais usadas pela literatura (também nas composições) é a da figura da estrada, do caminhar, da fuga, do retorno, da aventura, do desapego aos lugares, pessoas e tradições de origem, ao mesmo tempo em que há o apego com a emoção do novo e com o próprio desapego.

Desde um passo após o outro, ou rodando quilômetro por quilômetro, navegando milha por milha e se for por ar, voando hora por hora... Seja lá como se vai, para o viajante o importante é ir e o “ficar”, sempre implica num certo enraizamento, que se não for desejado, aconselha-se zarpar o quanto antes!

Praticando o andar e o musicar, a cantora e compositora Andreia Dias se desapegou de São Paulo (onde reside) para se apegar aos asfalto e ao sol com seu imprudente coração sonhador, solto no mundo. Disso resultou a gravação de seu 3º álbum, o “Pelos Trópicos”, que foi gravado de forma itinerante por 10 capitais brasileiras (partindo do Rio de Janeiro, seguindo para Belém e descendo até Salvador) por onde ela passou arrebatando corações.

Esse novo trabalho dá lugar a um astral tropicalista leve, colorido e vem repleto de ritmos brasileiros, onde também imperam influências latinas. Composto por uma felina brasileira, suas letras indicam um certo ar confessional e suas reflexões indicam uma densidade intelectual com inúmeras pitadas existencialistas... Viva o desprendimento! (risos)

Mas podem ter certeza de uma coisa, ela pode não se achar, mas certamente é chuchu beleza e já abafou com esse novo disco! (risos) Ainda nessa onda da auto confissão, me entrego como fã de Andreia Dias desde seu 1º CD solo.

Com destino à terra do nunca, sem dó e sem medo para encontrar a si mesma, ela andou milhas e milhas levando a resposta sempre consigo, esta que fazia sua sombra sempre que saia ao sol, mas o que importa não são as respostas e sim as perguntas que as letras trazem, porque são elas... As perguntas é que movem o mundo!

“Pelos Trópicos” é um CD que evidencia tudo o que sempre gostamos em Andreia Dias: As sacadas de suas letras, a sua bela voz leve que canta letras ácidas e uma espécie de predileção a efeitos surreais nos arranjos das músicas que poderiam receber apenas elementos usuais, mas que acabam por surpreender com sua irreverência.

As guitarras vêm soando ao estilo da escola baiana, que é consagrada através de grandes mestres, como Pepeu Gomes e Armandinho e, a mixagem também acrescenta uma série de sensações sonoras, sobretudo ao ouvir seu disco com fones de ouvido, dado ao uso de “pans” radicais nas músicas.

A masterização do trabalho preservou gostosas frequências de subgraves o que contribui bastante para fortalecer o swing abrasileirado. São essas as genialidades que sempre fazem com que nos apaixonemos por ouvir seu trabalho!
É nítido o quanto Andreia andou para fazer esse álbum, tanto musicalmente quanto geograficamente, mas mesmo assim ela em nenhum momento perdeu a pronúncia do “r” paulistano! (risos)
Interessou?!

Então seguem os canais oficial da artista: www.andreiadias.com.br (esse link redireciona para sua página no Facebook) - www.myspace.com/andreiadias - http://scubidu.bandcamp.com/album/andreia-dias-pelos-tr-picos (nesse último link se pode ouvir e baixar o CD inteiro).

Novamente me despeço desejando a todos um ótimo, divertido e revigorante final de semana, desta vez ao som da talentosa Andreia Dias!



 
* Nando Pires è músico (guitar, violão e voz)
compositor, articulista
www.nandopires.com.br








******************************************
www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




André Christovam lança CD ao vivo!
por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Habemus Papa! E além do católico, recém-eleito em Roma no breve conclave que os especialistas supunham que seria tenso e demorado (mas não foi), temos o Papa do blues brasileiro - André Christovam que vem numa fase de grande produção, acaba de lançar um CD inédito e já prepara mais 4 lançamentos para logo!

Apenas algumas colocações, ainda no campo da teologia, antes de prosseguirmos com a música... Se Deus é brasileiro, porque o Papa é argentino? Somos pentacampeões mundiais de futebol e os porteños “apenas” bicampeões, então quantas copas vale um Papa? Por fim, é importante alertar aos “catimbeiros” que em jogo do Brasil versus Argentina acho não deve ter “mandinga” que o Papa não derrube! Mas chega de bobagem... (risos)

Ontem o mundo inteiro assistiu ao primeiro pronunciamento do primeiro Papa sul-americano, que se nomeou como Francisco 1º e pude observar ao menos três coisas: Ele tem uma boa percepção da realidade desigual de nossos países, mostrou um senso de humor aguçado para um sumo pontífice e seu semblante (ao menos para mim), passou bastante simpatia e serenidade. Portanto faço votos que sua passagem pelo Vaticano seja iluminada e positiva!

Retornando ao blues... O novo álbum de André Christovam chama “Live in Poa” e vem pela Substancial Music. Ele foi gravado num show realizado em 2002, oportunidade ímpar para o blueseiro brazuca porque foi seu primeiro encontro com o lendário Hubert Sumlin, um dos imortais mestres americanos do estilo! Além desse encontro, esse show também foi pessoalmente especial por conta de ter sido a primeira vez que seu filho Dhaniel (com 7 meses na época) o acompanhou pela estrada da música!

Recentemente Hubert ficou bastante em evidência dados às suas participações nas duas primeiras edições do “Crossroads Guitar Festival”, importante evento idealizado e realizado por Eric Clapton, onde o veterano guitarrista, compositor e cantor foi amplamente homenageado.

Infelizmente Hubert Sumlin veio a falecer em 2011, após longos anos de luta contra um câncer, mas seu legado marca profundamente a história da música mundial, tendo influenciado artistas como o próprio Eric Clapton, Keith Richards, Stevie Ray Vaughan, Jimmy Page, Jimi Hendrix e o nosso conterrâneo, André Christovam!

Vamos às datas: O “Live in Poa” foi gravado em 2002, suas músicas foram mixadas entre 2006/2008, o álbum apenas lançado em 2012 e André me confidenciou um recurso muito importante que foi utilizado para garantir a qualidade do disco. No momento do show foram gravados canais em “linha” das guitarras, através da aplicação de dois “direct box valvulados”, o que proporcionou a possibilidade de se ter os sons puros e inalterados para os dois guitarristas - Hubert Sumlin e do próprio André.

De posse desses recursos, no momento das mixagens foram aplicadas as técnicas de “reamping”, que se consiste em extrair um sinal separado das guitarras, passar pelos amplificadores e efeitos que se deseja e regravá-los com microfones, da melhor forma com a qual o artista deseja. O que garantiu uma sonoridade equilibrada, ao mesmo tempo que expressiva e límpida! Certamente é uma dica “quentíssima” para os amantes de um blues repleto de swing!

Para 2013 estão programadas as remasterizações e posteriores relançamentos dos discos “A Touch Of Glass” (1990) e do “Catharsis” (1996). O processo de remasterização se consiste no tratamento, edição e/ou aplicação de efeitos no áudio original de uma música, onde se consegue alterar significativamente o espectro de seus harmônicos e produzir uma sonoridade bastante diferente ou melhorada, dependendo da proposta artística do projeto. Parece uma explicação muito técnica, mas certamente esses discos virão com um som mais moderno e de muito bom gosto!

Além desses relançamentos para 2013, André já agendou mais dois lançamentos inéditos para 2014, ambos ao vivo, o primeiro gravando num show em Salvador – BA e o segundo gravado em São Paulo num outro antológico encontro de blueseiros, com a participação do consagradíssimo Taj Mahal! É mole?! Acho que é uma safra ótima para incendiar um mercado e um estilo musical fantástico, mas que se encontrava um tanto no ostracismo... Long life to the blues!

Aqui deixo algumas importantes impressões de André Christovam sobre seu novo disco e sobre a música: “Nesse disco (Live in Poa), Hubert não está tocando guitarra. Ele está tocando blues, que é um outro estado de consciência.” “Música é uma questão religiosa. Não dá pra ser quase Cristão, quase Católico ou quase Espírita.” “Não há meio bom... Se você abrir exceções para a falta de qualidade, as exceções podem se transformar em regra!”

Certamente estou muito feliz com a pauta de hoje! Considero o André Christovam como um exímio músico de uma importância histórica significativa e que vê na música uma profundidade e importância que hoje está difícil de se encontrar...

André, parabéns pela lisura em sua carreira e pelos novos lançamentos e conquistas! Que isso se reflita em música boa para os nossos ouvidos, corações e mentes!

Interessou?! Então seguem os endereços dos canais oficiais do artista: www.andrechristovam.com.brwww.substancialmusic.com.br

Mais uma vez me despeço desejando a todos um ótimo, revigorante e muito musical final de semana, desta vez ao som do blues de André Christovam!



 * Nando Pires è músico (guitar, violão e voz)
compositor, articulista
www.nandopires.com.br








******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"





Conheçam o trabalho da Tritono Blues
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

No dicionário “Aurélio”, definição de trítono é a de “intervalo dissonante constituído por três tons” e esse efeito resulta numa das mais complexas dissonâncias possíveis na música ocidental.

Para os músicos, basta tocar uma nota Fá e acrescentar um Si para incorrer no que foi proibido pela Igreja Católica por séculos e pisar na que eles já chamaram de “a nota do diabo”! (risos)

Contudo, grandes compositores empregam esse recurso dissonante por conta da tensão e movimente musicais que ele produz e uma das peças mais famosas do mundo, composta por um dos maiores mestres da história da música explora amplamente os trítonos: Estou falando da 5ª sinfonia do imortal “Ludwig Van Beethoven”!

E aqui temos quatro ganchos para falar da banda paulistana “Tritono Blues”:

O primeiro é o do “movimento”, que esse grupo vem imprimindo em sua carreira e demonstrando um arrojado crescimento, já tendo participado de entrevistas em respeitados programas de respeitadas emissoras de rádio e TV. Além do reconhecimento de crítica, a “Tritono Blues” também vem tocando em grandes palcos, tanto em eventos fechados (para grandes empresas), como quanto nos bares da vida, mantendo-se sempre em contato com todo o público que quiser desfrutar de uma boa música!

O segundo ponto é o da “tensão” que o trítiono (como recurso musical) imprime, mas que no caso da banda – Tritono Blues é o contrário! Ou seja: Se você quiser “aliviar a tensão” do dia-a-dia e se embalar ao som do blues, do soul e da latinidade que o repertório do grupo percorre, pode procurar uma data de shows ou seu primeiro álbum, que certamente lhe será ótima companhia para bons momentos!

Falando nisso, esse CD chama “Groovin”, foi lançado em 2008 e dado à sua ótima receptividade, obteve o convite da gravadora Edições Musicais 2001 para ser relançado esse ano. Ainda para 2013 deverá sair o 2º álbum da banda, que foi gravado no ano passado e chama “Mojito do Bom”. Esse novo disco conta com a participação do requisitado engenheiro de som, ganhador de vários Grammys - Lui Paulo Serafim e me comprometo a pautar o lançamento desse CD para vocês!

Mas voltando aos “ganchos” para falar da Tritono Blues, o terceiro fica por conta da histórica lenda de Robert Johnson que após ter saído de sua terra natal tocando guitarra de forma comum, faz um pacto com o diabo numa encruzilhada (há quem acrescente que ele passou uma cobra por entre os dedos) e retorno logo, mas tocando de uma forma inovadora e muito, mas muito virtuosa, surpreendendo a todos os músicos locais. Desta forma, Robert praticamente incendiou o cenário do blues e o difundiu amplamente para o mundo inteiro. Quem se interessar por essa história, pode alugar o filme “Crossroads” (cuja tradução é “A Encruzilhada”) e  que recebe uma trilha sonora brilhante, assinada pelo genial Ry Cooder!

E por último temos o próprio nome do grupo, que se reporta ao fato de serem três componentes que de forma dissonante das usuais, se distancia do tradicional composição dos powers trio, que comumente vêm com baixo, guitarra e bateria. Assim, a Tritono Blues se apresenta com o virtuoso gaitista André Carlini, que é coordenador do departamento de harmônica no IG&T e traz a sonoridade agressiva das guitarras distorcidas em solos virtuosos e também reproduz linhas melódicas de metais para a banda.

Os teclados ficam por conta de André Youssef, pianista e organista que toca com Nazi (da banda Ira!) e faz todas as linhas de contrabaixo com a mão direita, enquanto se desdobra com as harmonias e fraseados do blues e do jazz com a mão esquerda! Pode-se dizer que esse cara realmente tem os dedos leves, mas no bom sentido! (risos)

E para fechar o trio, está Bruno Sant’anna que vem com uma voz de timbre grave, mas com muita ascensão aos agudos (o que é bem legal) e ainda toca dois cajóns, um mais grave e outro mais agudo, fazendo o papel que uma bateria desempenharia nas músicas.

Isso é muito interessante, porque na verdade ao assisti-los vê-se um grupo com uma formação bastante inusitada, diferente e interessante, mas ao ouvi-los, escuta-se uma música fluida, bem arranjada e com todas as nuances que se espera de um grupo do bom e velho blues e soul!

Interessou? Então está fácil, porque a Tritono Blues está amplamente colocada na Internet e ao acesso de apenas um “click”! Seguem seus canais oficiais.
Site: www.tritonoblues.com.br
SoundCloud: www.soundcloud.com/tritonoblues
Facebook: www.facebook.com/tritonoblues

Por fim, novamente desejo a todos um ótimo, revigorante e muito musical final de semana, desta vez ao som da Tritono Blues!


* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz)
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Feliz Ano Novo!
por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Primeiro gostaria de desejar a todos um feliz ano novo, visto que o Brasil só começa mesmo (com força total) depois do carnaval! Sim, essa pauta se trata de um ditado antigo e de um hábito anual meu, mas esse argumento nunca foi desmentido, então deve ser verdade...

Desta forma desejo profundamente apenas duas coisas a todos nós, ao nosso país e até para o mundo: Felicidade e prosperidade! Acho que isso pode bastar para qualquer um, em qualquer lugar.

E como ainda parece pairar a ressaca carnavalesca sobre o ânimo geral, vou apenas aquecendo os tamborins, ou melhor: “Desaquecendo” os tamborins para na semana seguinte passar novamente a indicar bons trabalhos musicais, visto que gostaria imensamente que essas dicas possam ser melhor e mais acolhidas pela maior quantidade de pessoas.

Para mim, a maior parte das melhores músicas e músicos brasileiros encontram-se na “independência” (sem gravadoras), ficando livres quanto à criatividade, mas muito dependentes de espaços que se dediquem a cuidar verdadeiramente da “música” e não de fazer “colunismo social” de famosas celebridades.

Em todo o caso, quero reiterar que tem de haver ética no trabalho jornalístico e que recentemente uma história inescrupulosa envolvendo um dos maiores grupos da atualidade, uma das maiores revistas brasileiras e um dos imortais do rock nacional, me deixou pasmo.

Quero alertar ao público que eventualmente são montadas verdadeiras “arapucas” por parte de jornalistas antiéticos, o que colocam veículos sérios em exposição a situações meramente pejorativas e difamatórias, os afastando de um jornalismo sério, bilateral e argumentativo.

Crítica musical tem de ser séria e bem pautada, não pode e nem deve ser panfletária e se dar ao simples papel publicitário! Revistas e jornais não são cartazes, nem flyers!

Mais do que isso! Ao se pautar com antecipada animosidade esse ou aquele trabalho ou artista, “nunca” se deve ir à casa deles, beber de seu café, sorrir com a boca e os dentes para ardilosamente se municiar de argumentos informações e imagens oferecidas com boa fé, para posteriormente prosseguir com um projeto vexatório!

Aqui faço uma moção de repúdio a todos os profissionais da comunicação que por ventura se utilizem de meios antiéticos e enganadores para montar “verdades” convenientes e expô-las publicamente para prejudicar terceiros, ou mesmo para satisfazer seus egos!

Dado que não entrei em contato com as partes envolvidas nessa infame matéria, procurei preservá-las guardando suas citações, para distanciar à má conduta destas nossas linhas! Mas na época, há aproximadamente 20 dias, houve imenso mal estar.

Esse tipo de conduta afasta os artistas dos jornalistas e por consequência do público, além de prestar o desserviço de corroborar a ideia de que a “crítica musical” é somente um instrumento para “falar mal”. Assim não dá, Bionicão! (risos)

Também desejo muita música para esse ano e posso assegurar que a agenda para 2013 está à pampas, repleta de grandes, médios e pequenos eventos, mas com grande musicalidade! Bora aproveitar, que tá bem legal, mesmo!

Findo por desejar a todos um ótimo, revigorante, divertido e muito musical final de semana!



* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz)
compositor, articulista
www.nandopires.com.br







******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Criolo e o seu “Nó na Orelha”!
por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Quem acompanha meus artigos, há tempos sabe que sou réu confesso quanto aos estilos musicais que mais gosto; no caso o rock, o blues e principalmente o blues/rock! (risos)

Mas também me reconheço cativo das letras da boa MPB, assim como dos versos incisivos de alguns autores e grupos de RAP que sempre abalroaram meus ouvidos com suas críticas sociais repletas de doses maciças da densa realidade das ruas.

Certamente se trata de um estilo urbano, ou melhor; suburbano. Mas apenas no sentido geográfico dessa palavra... Porque a poesia de muitos RAPs deixa longe os gritos exaltados e vazios do pseudo-amor, meramente sexual, do pagode e do sertanejo burgueses!

Vamos além, ele também deixa para trás o que hoje em dia se chama de rock. Pessoalmente lamento, porque a grande maioria desse bando de bandas compostas por adolescentes apaixonados e enfeitados só têm “personalidade” quanto ao visual e o ápice de suas rebeldias fica nas escolhas das cores dos cabelos, unhas e dos salões de beleza.

O rock, o sertanejo e o pagode atuais precisam de terapia! Perderam suas raízes quando saíram dos morros, das roças e das garagens! Mas o RAP continua lá na periferia, vivendo, experimentando e regurgitando sua realidade sob a forma de arte para o “centro” das metrópoles e invadindo várias praias midiáticas merecidamente!

Traduzindo: É gente de visão, observando o mundo e fazendo música sobre ele, olhando para o todo e não só para o próprio umbigo ou genitália... É artista, não celebridade... É poesia, não refrão... É música e não um mero produto enlatado e descartável, só para faturar... Enfim: É um exemplo para os demais estilos musicais!

Credito de Daryan Dornelles -->

Agora vai o porquê desse artigo: Trata-se do aclamado álbum “Nó na Orelha” de “Criolo”!

Um CD com download inteiramente gratuito em seu site e que traz 10 músicas memoráveis que fundem diversos estilos musicais, arranjos e instrumentações ao ritmo e à poesia do RAP.
O resultado é um disco bastante coeso, ao mesmo tempo em que é diverso e, muito acessível apesar de suas densas letras. Ele realmente conseguiu unir o útil ao agradável!

Criolo chega a citar o poeta “Manuel Bandeira” numa de suas músicas, ao mesmo tempo em que usa gírias comuns ao banditismo e ao tráfico de drogas em outros momentos.

Noutra canção ele usa um dialeto africano com dizeres do candomblé como refrão – “Ogum adjo ê mariô” e também faz alusão às tragédias pessoais dos usuários de drogas, dos destinos infelizmente certos dos que se aventuram pelo tráfico, dos desejos de subir na vida de pessoas que tomam caminhos errados ou atalhos, mas que se condenam a nunca chegar lá dado a essas escolhas.

Com orgulho de sua cor, de seu cabelo e de seu nariz, com uma voz despretensiosa e leve, “Criolo” canta versos pesados pelas verdades e emociona em sua simplicidade. Também sabe que um artista independente leva no peito a “responsa” e não “afina” diante de todo esse contexto.

Sem dúvida é álbum que apresenta muita musicalidade e é repleto de ótimas “sacadas” em suas letras! Merece todos os prêmios que veio acumulando e já entrou na minha discoteca básica!

Com a alegria de indicar uma obra de arte nesse artigo, novamente me despeço desejando a todos um ótimo, divertido e revigorante final de semana, desta vez ao som do disco “Nó na Orelho” de “Criolo”!

Mas quanto a existir amor em SP? Isso já é outra história... (risos)





 Criolo







* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br



   




******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




Conheçam o álbum ´Mixing the Cultures´ de Danuel Gales & Fred Sun Walk!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Esta dica é de um CD definitivamente “guitarrístico”!



Sem o menor pudor e com a maior domínio do blues/rock, “Danuel Gales” e “Fred Sun Walk” se juntaram para compor uma fusão de estilos e influências que resultou no álbum “Mixing the Cultures” (que significa “Misturando as Culturas” em português).

Além desses dois guitar heroes, Otávio Rocha (guitarrista do Blues Etílicos) também participou das gravações onde colabora com bases bastante sólidas, Luciano Leães (tecladista de Fernando Noronha & Black Soul) vem acrescentando swings e harmonias pulsantes ao som e Alexandre Papel Loureiro implementa uma bateria abrasileirada ao balanço do Blues americano, que arredonda ainda mais a sonoridade do disco. O contrabaixo pulsante e pujante de Ugo Perrotta (ex Big Allanbik) também vem para somar ao swing e aproximar as américas do norte e do sul, reforçando em diversos momentos a sensação rítmica festiva e dançante próprias dos negros blues e samba.

É claro que para juntar o Brasil aos USA precisaríamos de um bom meio de transporte e lhes pergunto, por que não a aviação? Obviamente se trata da melhor opção e ainda mais se for tão acrobática e performática quanto essa música toda! Desta feita surge a “Flying & Blues” e sua paixão por duas artes: A música da acrobacia dos aviões e o vôo do som do Mississippi, cuja ligação é o prazer e o sentimento que faz transcender os próprios limites!

Uma empresa ligada à música e à aviação, radicada em Ribeirão Preto e que já realizou festivais nacionais de grande peso! Vejam que ao juntar talentos ao senso empresarial, antigos limites caem por terra e é a superação que defini o momento quando aparecem as verdadeiras evoluções! Seja no ar que passa pelas asas dos aviões, seja pelo ar que carrega as ondas sonoras das guitarras do Blues!

Voltemos ao início para falar dos dois protagonistas desta obra:


Danuel Gales é um guitarrista e vocalista nascido e criado em Memphis – USA e tem toda sua vida envolvida no cenário do blues, desde o seu avô “Dempsey Garrett” (que costumava tocar com Rolling Wolf e Muddy Wates). Dentro de uma família inteira de músicos, seus quatro irmãos “Eugene”, “Samuel”, “Eric” e em especial seu gêmeo “Manuel Gales Aka” (Little Jimmy King), do qual Danuel foi seu Tour Manager durante 14 anos, ele pôde vivenciar todos os festivais e momentos de estúdio, o que lhe deu muita experiência. Mas foi somente após seis anos da morte de seu querido irmão (“Little Jimmy King”), que ele decidiu mostrar seu talento como cantor.








Fred Sun Walk
é natural de Ribeirão Preto – SP onde aconteceu o Primeiro Festival Internacional de Blues do Brasil (1989). Atualmente é considerado um dos melhores guitarristas e compositores deste estilo no país, além de ser um pesquisador e colecionador de influências e, maduro o suficiente para mostrar sua personalidade em seus trabalhos; seja escrevendo, compondo ou gravando discos. Isso tudo já o credenciou para abrir shows de grandes nomes como “Buddy Guy”, “Phill Guy”, “Teardrops” e “Little Jimmy King”, além de fazer tour com “Eric Gales” desde 2003. Fato determinante para que ele começasse a se aproximar da família “Gales”.

Todas essas histórias, além dos Natais na casa de Ugo Perrotta, vieram aproximando, juntando e colando essas talentosas pessoas em contato para que esse primoroso disco pudesse nascer, o qual indico hoje com imenso prazer e com a certeza de que ao ouvi-lo, verão suas inúmeras qualidades!

Eis o álbum “Mixing the Cultures” de “Danuel Gales & Fred Sun Walk”, que está totalmente disponível para audição no seguinte MySpace: www.myspace.com/DANUELGALES

E novamente findo esses textos por desejar a todos um ótimo, revigorante e muito musical final de semana, dessa vez ao som de “Mixing the Cultures” de “Danuel Gales & Fred Sun Walk”!




* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"




O ´Tempo´ de Júlia Bosco!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Adoro quando surpresas me surpreendem de formas surpreendentemente fortes!


No caso específico, aconteceu ao “facebookar” pelos links dos amigos cibernéticos e lá me deparar com a notícia de um novo CD que fora lançado. Tratava-se do primeiro álbum, “Tempo”, da cantora e compositora Júlia Bosco, cujo sobrenome não é mera coincidência, mas digna herança recebida do músico João Bosco, seu pai.

Talento se transfere de forma hereditária? Em alguns casos parece que sim, mas talvez na maior parte das vezes, penso que não. O que pode nos levar a refletir que cada um tenha seu dom, seu presente... E nesse sentido, Júlia literalmente “chega chegando” para não deixar a menor dúvida de sua inquestionável qualidade!

O “Tempo” é um álbum composto por treze faixas muito bem gravadas e produzidas, com sonoridades eximiamente resolvidas em sua pluralidade e cujos astrais das músicas, bastante diversos entre si, também vêm muito bem assinalados e acentuados pelos arranjos.

Quem pilota a produção independente (distribuída pela Tratore) é Plínio Ferreira e Fábio Santanna, que também é parceiro de Júlia em nove composições e assina outras quatro. Para mim, o equilíbrio de frequências da masterização do disco, o bom gosto de sua mixagem e as doses mais do que adocicadas dos subgraves são elementos dignos de destaque!

O “Tempo” é um álbum que talvez possa se enquadrar o que talvez se possa chamar de New MPB ou coisa que o valha. Isso dado à universalização das influências disponíveis aos músicos atuais e tendo em vista estarmos no que talvez possa ser chamado de geração do “E”...

No passado talvez vivêssemos a geração do “ou”: Ou rock, ou jazz, ou blues, ou POP, ou MPB, onde não se permitia a miscigenação de gêneros musicais.

Desta forma contemporânea, Júlia Bosco lança mão dos diversos recursos musicais disponíveis aplicando o “E” com muito bom gosto, culminando em arranjos orgânicos e simbióticos onde convivem metais sinfônicos e baterias de Dub e violões de MPB e contrabaixos de jazz e corais e cantos com letras poéticas e guitarras com teclados funkeados... Tudo resultando num álbum coeso “E” moderno, ao mesmo “Tempo” que é homogeneamente tão plural!

Sabe àquele CD que deixamos rolar e não percebemos que já tocou horas e horas? Que começou e recomeçou até perdemos a conta? Esse pode ser honrosamente chamado de um “disco de cabeceira”!

Mas ainda tem mais: Para fechar com chave de ouro o álbum ainda conta com as participações mais do que especiais de Marcos Valle e de João Bosco. É mole?

Interessou? Então segue aqui o link oficial onde poderão desfrutar e se esbaldar com o “Tempo” de Júlia Bosco!
Por fim, sigo com meu desejo usual de que todos nós tenhamos um final de semana divertido, alegre, revigorante e muito, mas muito musical!



* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista

www.nandopires.com.br





******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas na Internet"




Guto Goffi - Música para Alimentar o Corpo e a Alma!
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Originário de uma das maiores e relevantes bandas da história da música popular e do rock brasileiros, o Barão Vermelho, o baterista Guto Goffi acaba de lançar o CD autoral “Alimentar”.

Vale lembrar a trajetória inicial e memorável desta banda ao lado do poeta já falecido, Cazuza, mas como o tempo não para e mesmo sem pódios de chega, nem beijos de namorada o Barão se reergueu para trilhar seus próprios caminhos musicais e se consolidar com um forte protagonista no cenário musical brasileiro!

Tendo começado a ser gravado no ano de 2005, o álbum “Alimentar” apenas foi concluído 6 anos mais tarde e nesse período Guto veio a descobrir e redescobrir suas composições para dar vazão aos seus lados cantor e produtor.

Outra característica bastante peculiar do disco são suas inúmeras participações especiais, sendo que somei aproximadamente vinte ao todo.

Doze delas são dos ilustres músicos a seguir: Tico Santa Cruz, Renato Rocha, João de Aquino, George Israel, Dadi Carvalho, Mimi Lessa, Nani Dias, , Maria Hernandez, Carlos Negreiros, Cesar Brunet e Leonardo Rocha.

Outras quatro são de amigos que já não estão mais entre nós, mas que agora encontram-se imortalizados nesse trabalho: Rodrigo Netto (Detonautas) Don Chacal, Mestre Humberto e o produtor e amigo Zeca Jagger (Ezequiel Neves) que tem a música “Oração” a ele dedicada.

Por fim, o “Alimentar” convidou os Barões originais à mesa para sentar-se juntos e cozinhar mais um bom caldo musical, o que acrescenta mais quatro nomes de peso - Frejat, Fernando Magalhães, Rodrigo Santos e Maurício Barros - à esta produção já composta por quase toda a história do rock nacional!

Voltemos ao início... O pontapé inicial deste trabalho foi a música “No Coração das Palavras”, composta por Guto e por Rodrigo Netto, que foi a primeira canção a ser gravada (em 2005). Mesmo antes de realizar as pesquisas para redação deste artigo, ela me chamou a atenção por sua beleza, profundidade e arranjos com vocalizações indianas e cítara. Desta forma, passo a reproduzir um trecho de sua bela poesia: “Mas se quiser me encontrar, não chegue na hora errada... Sem coragem, não tente. Nem pense em seguir a estrada!”

Este álbum caminha entre inúmeras influências e estilos musicais, indo de uma suave bossa nova, o que eventualmente nos remete ao Toquinho, passando por calientes pitadas de salsa, pelo rock, balada, samba, música indiana, funk, MPB, Valsa francesa e até mesmo tango, caso da 6ª faixa, “O Último Biejo”, cujo bandoneon argentino anacronicamente somado à pesadas guitarras metaleiramente distorcidas acabam por compor um tango fusion à lá Astor Piazolla. Como fico feliz de citar esse mestre num artigo! (risos)

Outra destacante música deste trabalho é a “Nosso Groove”, que apresenta uma empolgante sequência instrumental de batucada, porque sendo o disco de um baterista, jamais poderia faltar a tão brasileira percussividade nesse caldeirão musicai!

Por fim, resto por dizer que jamais caberiam todas as possíveis considerações sobre as numerosas 22 faixas deste álbum, porque elas vêm acrescidas dos mais de 30 anos da brilhante carreira de um músico plural, tal qual as influências diversas que permeiam, com muito bom gosto, todo o repertório do CD “Alimentar”!

Sim, podem apostar que o poeta ainda está vivo e com muita fúria o folia alimentando corpos e almas musicais de meninos e meninas!

Interessou?! Então desfrutem desse amplo e profundo trabalho através do site oficial de Guto Goffi: www.gutogoffi.com




* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






*****************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"







O novo CD de Rodica - Blues In My Blood!
* por Nando Pires Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

A tradução literal de “Blues In My Blood” é “blues no meu sangue”, o que já sinaliza se tratar de um trabalho visceral e intenso. Mas ao ir ouvindo suas 12 músicas para a pesquisa desse texto, fui encontrando algo que transcendia o próprio blues!

É impressionante quando uma obra nos surpreende com essa pompa e me arrisco a dizer que sem nenhuma sombra de dúvidas, o novo álbum de Rodica Weitzman reúne uma diversidade enorme de estilos, passando pelo psicodelismo, pelo legítimo funk e rock que intimamente percorrem todas as faixas, pelo jazz em momentos pontuais, o soul que parece inspirar os vocais de Rodica e obviamente, com uma forte raiz bem fincada no blues!

Mas ele ainda vai além das vertentes negras dos estilos norte americanos e em alguns momentos, lá está a nossa latinidade brasileira; intensamente cheia, instintivamente orgânica, pulsante, forte e muito legal!

A voz nervosa, afinada, bela e forte de Rodica é destacante no CD e para quem a conhece, parece contradizer a tez branca de sua pele e o azul celeste de seus olhos, porque vem com a força mais pujante do spiritual dos USA, do fundo das negras almas centenárias dos lavradores de algodão de New Orleans!

Outro ponto forte do CD - Blues In My Blood é o sincrônico trabalho do baixo de Ugo Perrota e da bateria de Beto Werther que formam os trilhos consistentes para que toda a musicalidade da banda possa deslanchar sobre uma base sólida e consistente, mas que em diversos momentos vêm para frente compondo enfáticas sequências de drum-in-bass. Muito bom!

O timbre do primeiro acorde da guitarra já é o suficiente para deixar claro que se trata de Otávio Rocha tocando! E o restante do álbum vai mostrando o quanto se é possível brincar com arranjos sobrepostos de violões e guitarras que se complementam e conversam entre si. Ora juntos, ora separados e migrando para a direita e para a esquerda na mixagem estéreo do disco, com vários recursos panorâmicos. Muito bom demais da conta! (risos)

Marco Tommaso nos pianos contribui com harmonias que integram dissonâncias à fórmula básica do blues (tônica, quarta e quinta), dando um toque de sofisticação ao resultado final da sonoridade do disco.

Os demais elementos e participações especiais vêm justamente para atuar como a cereja de um bolo, deixando ainda melhor o que já estava maravilhoso e nesse sentido ainda participam do “Blues In My Blood” o consagrado gaitista Flávio Guimarâes (do Blues Etílicos), os percussionistas Sérgio Pererê e João Hermeto, os reconhecidos cariocas Ricardo Werther e Álamo Leal, Julio Bittencourt Trio (com Juliano Bittencourt na bateria, Luciano Bittencourt na guitarra e BJ Bentes no baixo), Rogério Delayon na guitarra e banjo e o veterano Bruce Henri no contrabaixo acústico.

Para arrematar as considerações sobre o “Blues In My Blood”, resta dizer que se trata de um trabalho solo onde todos os instrumentos e instrumentistas têm seus papeis realçados, o que potencializa sua sonoridade, generosidade e postura que apenas se vê em artistas altamente gabaritados. Parabéns Rodica!

Interessou? Então seguem os endereços para que possam curtir o blues dentro de suas veias: www.rodicablues.com.br - www.myspace.com/rodicablues - www.deliramusica.com.









* Nando Pires è músico (guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br









*****************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"






Quando o ruim vira bom - Gaby Amarantos!
por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Eventualmente assistimos a mudanças de conceitos que soam estranhíssimas! Ora, como uma coisa anteriormente ruim se torna boa?


Musicalmente falando: Recentemente assistimos às premiações de duas das mais conceituadas emissoras de televisão brasileiras no quesito musical. O “Multishow” que premiou a cantora paraense “Gaby Amarantos” com o troféu “Novo Hit” pela canção “Ex Mai Love” e a “MTV” que lhe sagrou como a grande ganhadora do ano (no VMB 2012) com os prêmios de “Artista do Ano”, “Melhor Artista Feminino” e “Melhor Capa”.

Observem: O estilo musical de “Gaby Amarantos” é denominado como “Tcnobrega” e nesse universo musical ela é tida como a sua musa maior. Agora lhes pergunto: Já viram uma foto dessa madona? Fora os sutis traços da sublime beleza da referida diva, questiono novamente: Já ouviram o som de Gaby? Caso não o conheçam ainda, aí vai seu site para que constatem os argumentos expostos a seguir: http://gabyamarantos.com

Agora, o mais impressionante! Acreditem se quiser, mas ela faturou todos esses prêmios sobrepujando valores “realmente” artísticos como a consagrada “Rita Lee” e “Pitty”, essa última com seu maravilhoso trabalho “Agridoce”! Acredito que para o ilustre Boris Casoy, isso se configuraria como “uma vergonha”!

Afinal, a que se prestam esses prêmios? A que nível chegou o crivo artístico das consagradas emissoras de rádio e de televisão brasileiras? Onde está o valor que se dá à arte? E porque esse valor artístico, há anos vem constantemente sendo inferiorizado por meros interesses comerciais de empresários já milionários?

Uma das músicas mais famosas e talvez a mais relevante para a carreira de “Gaby Amarantos” é a “Xirley” e, ela abre seus versos da seguinte forma: “Saia Vermelha, camisa preta. Chegou para abalar! Quando tu for na casa dela, lhe buscar, ela vai preparar. Café coado na calcinha, só pra te enfeitiçar” Isso seria uma mistura de jingle de loja de departamentos com fórmula de macumba?  Alguém consegue achar alguma poesia nesse troço?

Por último, a própria Gaby falou em diversas entrevistas do aspecto de “inclusão social” de seu estilo musical, que anteriormente era segregado e posto à margem da música de qualidade, àquela que antigamente recebia premiações por seu mérito… Mas a verdade é que antes de haver a desejável inclusão social (argumento por vezes utilizado indevidamente para justificar desmazelos, dado ao seu caráter quase inquestionável), é necessário que haja as inclusões “cultural” e “artística” das músicas e dos artistas, para que se tenham obras e carreiras que possam ostentar qualidades para figurar merecidamente nessas premiações tão expoentes!

Estamos sedentos por novidades! Por músicas de qualidade, vindas de quaisquer partes de nosso extenso país, feitas por quaisquer artistas de quaisquer cores, raças, credos e condições sociais. Estamos sedentos para comprar ingressos desses bons shows, para encher os bolsos desses novos ícones e também para escrever sobre eles lhes dando destaque, mas não confunda boa música com lixo musical, comercial, enlatado e posto goela abaixo do público por uma superexposição midiática exaustiva, maçante, massificante, cansativa e comprada!

Isso porque eu nem vou mencionar que outro dos grandes premiados da atualidade é o tal do “Michel Té Logo”! (risos)


Mas como nem tudo pode ser ruim, quero finalizar este artigo fazendo uma reverência a um artista revolucionário, verdadeiro, autêntico, inovador e sem o qual, o mundo não teria grande parte das músicas que vimos nos últimos 62 anos!

Parabéns ao Chuck Berry (pt.wikipedia), que acaba de completar 86 anos, é cantor, compositor e, sobretudo; um dos grandes guitarristas norte americanos, que talvez seja o verdadeiro pai do bom e velho “rock’n’roll”!

Novamente findo por desejar a todos um ótimo, musical e revigorante final de semana! Desta vez, com menos inocência quanto ao que vemos em nosso redor e embalado pelo maravilhoso som de Chuck Berry!













* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"





Perfil - Ultraje a Rigor
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Já são mais de 30 anos (desde 1980) de irreverência e nada parece abalar a capacidade que o Ultraje a Rigor tem em extrair o bom humor, seja das boas venturas ou das desventuras.


Formação atual Bacalhau (bateria) – Roger (voz e guitarra) – Marcos Kleine (guitarra) – Mingau (contrabaixo)

O batismo do grupo foi resolvido pelo engano do amigo e guitarrista Edgard Scandurra em 1982, que ao não entender a pergunta de Roger (O que acha de ultraje?) lhe respondeu com outras duas: – Que traje? Traje a rigor? Pronto, o bom humor mais uma vez foi o fiel da balança!

Com “Inútil”, e muita tiração de sarro, deram seu quinhão de contribuição para com o processo de redemocratização do Brasil (em meados de 1984), cuja mais árdua etapa (a das “Diretas Já”) adotou essa música como hino. O duro é que apesar do transcorrer das várias décadas, ainda presenciamos a mesma inutilidade, mas agora; diante das urnas! Tem certas músicas que são sempre atuais…

Mas como diria um de seus contemporâneos, “o tempo não pára” (Cazuza) e os outrora travessos meninos de bermudas que pararam a avenida paulista no centro da cidade de São Paulo num show de rua em 1987, vieram continuamente trabalhando e lançando inúmeros álbuns, se reinventando ao longo de uma vida de acordes distorcidos e regurgitando as mudanças sob a forma de dezenas de músicas bem humoradas!

Eis a principal característica do Ultraje a Rigor e que em fidelidade aos primórdios do rock’n’roll da década de 1950, como Chuck Berry (pt.wikipedia) e Little Richards (pt.wikipedia) (nas palavras do próprio Roger), jamais deixarão de lado a boa e velha “diversão”!

Contudo, entretanto, todavia… Uma das coisas que realmente é capaz de trazer a seriedade às faces risonhas dos atuais e integrantes da banda; Roger – voz principal e guitarra, Mingau – contrabaixo e vocais, Bacalhau – bateria e vocais e, Marcos Kleine – guitarra e vocais, é o precário momento da produção musical que atravessamos.

Roger salienta que o cenário atual se fragmenta em lançamentos pontuais desta ou daquela banda, onde os conjuntos dificilmente conseguem compor uma “obra” no sentido amplo. Hoje não há mais a reunião de vários álbuns com dezenas de músicas, assim como faziam expoentes como Deep Purple (pt.wikipedia) e o Black Sabbath (pt.wikipedia). Para Roger, a consistência artística é o ponto mais relevante para uma banda, o que faz com que a música sobreviva ao tempo e seja capaz de definir um estilo musical, assim como fez o Legião Urbana e ainda fazem o Titãs, Paralamas e o Lobão, por exemplo.

Aí vão as dicas do que não pode faltar nos iPods dos integrantes do Ultraje a Rigor: Para o baixista Mingau é imprescindível ter a música London Calling do The Clash, para o baterista Bacalhau, os sons sempre necessários são os do Red Hot Chili Peppers (pt.wikipedia), para o guitarrista Marcos Kleine os obrigatórios são Stevie Ray Vaughan (pt.wikipedia) e Ozzy Osbourne (pt.wikipedia) e para Roger nunca podem faltar Beatles (www.thebeatles.com.br) e Beach Boys (pt.wikipedia).

E já aproveitando a deixa dos garotos praianos acima, pode-se assegurar que eles definitivamente vieram para invadir as nossas praias musicais e que sua contribuição para com a atual geração órfã de grandes referências musicais é imprescindível, em grande parte por conta de estarem amplamente expostos em rede nacional como a banda oficial do programa Agora é Tarde, apresentado pelo humorista Danilo Gentili e exibido de terça a sexta-feira (às 00h) pela Rede Bandeirantes de Televisão.

Através de seu repertório o Utraje se consagra como uma banda que praticamente só tem hits e atualmente percorre grandes casas de shows com apresentações que reúnem seus clássicos mais do que consagrados como; Sexo!, Eu Gosto é de Mulher, Terceiro, Mim Quer Tocar, Vamos Invadir Sua Praia, Inútil, Pelado, Eu Me Amo, Ciúme, Zoraide, Marylou, Nada a Declarar…  E até a singela homenagem que Roger (ostentador de um Q.I. invejável de 172) fez para o grandioso tricolor paulista – Independente Futebol Clube!

Mas além de tudo isso, vale lembrar que todas as histórias reunidas nos mais de 30 anos da banda jamais poderiam caber em apenas um artigo e que houveram inúmeros outros episódios inusitados nessa longeva carreira; como a briga do irmão de Roger (Trovão) com um dos roadies do Peter Gabriel (pt.wikipedia) no último SWU, também houveram as nada talentosas participações desses encantadores rockstars no Rock Gol (programa descontinuado da MTV) e, são 24 títulos lançados pelo grupo, sendo seu último álbum o CD – “Ultraje a Rigor vs Raimundos” onde cada uma das bandas gravou 7 músicas da outra.

E para coroar toda essa história que ainda passa longe de acabar, a jornalista e escritora Andréa Ascenção recentemente publicou, pela editora Belas Letras, a “Biografia Ultraje a Rigor – Nós vamos invadir sua praia”, que conta com mais 100 fotos e 352 páginas para dar um amplo panorama sobre os 30 anos dessa banda de profunda importância na história do rock nacional.

Interessou? Então aí vai site oficial do Ultraje a Rigor (www.ultraje.com), que dentre todos os diversos conteúdos, tem todas as músicas disponíveis para audição, álbum a álbum!



* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas da Internet"







´Minha Pequena´
1º Vídeo Clipe de Nando Pires Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Minha Pequena é só uma canção… Apenas um canção em toda a sua simplicidade e sem grandiosas pretensões, a não ser a de tocar o coração para quem se toca e canta…


Ela foi composta à partir de emoções e acabou se tornando emocionante. Foi criada para expressar o amor e se  fez emocionante. Ganha vida própria à partir das gargantas que a repetem e de uma paixão, acaba por ser apaixonante…

Nasceu de um apelido carinhoso, de um lá maior permeando violões meio blues, meio eruditos. De notas e musicais e de anotações da memória em rabiscos de papel, tudo sempre por ter alguém notável ao lado. Essa é a “Minha Pequena”… (Leia mais...)








* Nando Pires è músico (guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br



******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas na Internet"




Tulipa Ruiz
A artista que habita em “Tudo Tanto”! Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Por Nando Pires *

Viva! Parabéns! Talvez essas sejam as palavras mais usuais nos cumprimentos quando do nascimento dos bebês… Desta forma, e depois de tê-lo ouvido incontáveis vezes, acho que finalmente tenho condições para apresentar-lhes o novo CD de Tulipa Ruiz, o recém-nascido álbum “Tudo Tanto”.

Projeto contemplado pelo Edital Nacional da Natura Musical, esse novo trabalho soa um pouco mais masculino que seu disco de estreia, o Efêmera. Quem assina sua produção é o guitarrista – e seu irmão – Gustavo Ruiz. Em diversos momentos há pitadas muito fortes e pontuais das décadas de 1960 (com elementos da tropicália, particularmente os timbres de guitarra) e da década de 1980 (através de efeitos eletrônicos).

Outro flerte bastante interessante é o da orquestração erudita, com uso de cordas e metais, sobretudo na 5ª faixa – Desinibida, que inevitavelmente remete o ouvinte aos áureos tempos da bossa nova.

Com letras bastante incisivas, arranjos e performances dignas de intensa dramaturgia e teatralidade, Tulipa Ruiz lança mão de seu amplo registro vocal pintando e bordando com sua maleável voz em vocalizações de agudos e vibratos impressionantes. Mas, ao mesmo tempo em que há todo esse destaque para a cantora, os arranjos vêm e vão em ondas de suavidade e intensidade denotando a liberdade que a produção e músicos devem ter tido para compor este álbum nitidamente construído em muitas mãos…

Outro elemento peculiar de “Tudo Tanto” é o acentuado psicodelismo e a experimentação marcante de algumas músicas, o que somadas às outras diversas características, finda por conduzir o ouvinte à uma viagem anacrônica que pode transportá-lo de um tranquilo passeio pela praia de Copacabana para dentro de um intenso filme impressionista alemão do final do século 19! Yeah!

Neste álbum, Tulipa Ruiz mostra nitidamente a determinação de abrir a boca e deixar sua voz transbordar da goela, expressando-se solta no ar e se permitindo falar ao seu tom e aos gritos, tudo o que suas ideias lhe pedirem.

Realmente é um CD feito para dizer algo, para passar um recado, para marcar presença, para não deixar barato, para fincar bandeira e para escancarar a artista que ali se encontra!

Interessou? Então podem comemorar, porque o download de “Tudo Tanto”, o novo álbum de Tulipa Ruiz, está integralmente disponível de forma gratuita em seu site (www.tuliparuiz.com). Viva!





* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br





******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas na Internet"






Cindy Mendes interpretando músicas consagradas por Ella Fitzgerald no Youtube
acompanhada por Fábio Alcântara na guitarra... Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious




Quando conheci Cindy - Cindy Mendes, a atriz e cantora do filme "Antônia" que virou minissérie da Globo - não poderia supor que iria ... vejam só ... me casar com ela. Foi na L´Osteria Del Generale (rua Fausto Ferraz, 163, atrás do Extra da Brigadeiro). Um almoço de negócios, onde Luna Alves, minha assessora de imprensa, estava recebendo dois atores: Cindy e Sebah Vieira (que, hoje, a dirige no papel de Luciana Mello para o musical "Jair em Disparada" com estréia próxima).

Luna insistiu na minha presença. E, embora eu tivesse, naquele dia, todos os motivos para não ir ... fui. Deu no que deu ... rsrsss

Durante o almoço, Cindy me disse que preparava um repertório de músicas do repertório de Ella Fitzgerald. Não acreditei. Como poderia uma cantora brasileira - e tão nova - se atrever a interpretar Ella Fitzgerald? Até a grande Elis Regina participara de festival de jazz sem interpretar músicas típicas de jazz, apenas músicas brasileiras "jazzificadas" ... ops, acho que inventei. Cindy não me perdoa por isso até hoje ... rsssss

A má impressão caiu quando a ouvi cantar pela primeira vez. Foi no All of Jazz, na João Cachoeira. Quase cai da cadeira quando Cindy começou a cantar Lullaby of Birdland.

Agora, divido com vocês um pouco da voz dessa cantora. O amigo Max Saborito filmou Cindy cantando, acompanhada do fabuloso guitarrista Fábio Alcântara, duas peças musicais ícones do jazz: Round Midnight e My Funny Valentine. Foi no evento Pais de Projeção Nacional, idealizado e promovido por Luna Alves na Câmara Municipal de São Paulo, com apoio do nosso vereador Milton Ferreira.

A parte as condições inadequadas do som, o murmúrio, o nervosismo geral oriundo do atraso do início da cerimônia, vale a pena...


MARCO ROSSI
(Man-mohana Dasa)
artista visual - professor de arte - (11) 8728-4179
Prêmio Face Flóreo:
http://marcorossi-premiofacefloreo.blogspot.com
http://www.facebook.com/people/Prêmiofaceflóreo-Marcorossi/10000260181433
http://www.fashiontour.com.br/eventos
Assessoria de Imprensa: Luna Alves - (11) 7315-7920

Links Cindy Mendes: VAGALUME - MySpace - Facebook






******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas na Internet"




O tiro no pé da música brasileira...
Por Nando Pires * Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Estive pesquisando muito sobre os “porquês” da situação atual da música brasileira e após ter colhido pareceres e pontos de vistas sobre as possíveis causas da latente escassez de qualidade que atravessamos, acho que me deparei com uma ótica alternativa bastante interessante.

Há quem diga que o “fim” das gravadoras criou uma ausência de crivo para selecionar os melhores trabalhos musicais e apenas lançar os afortunados escolhidos pelos seus departamentos artísticos. Contudo, existe o contraponto de que o “filtro” excessivo que as gravadoras praticavam engessava o mercado e permitia aparição a apenas “meia dúzia” de artistas de cada vez. Outra possibilidade é a de contestar o “julgamento” dos trabalhos, que por vezes tinham maior peso quanto ao seu potencial comercial, exatamente como hoje…

Também há a linha de pensamento onde se atribui esse momento monossilábico da criatividade musical às produtoras que “compram” extensos espaços nas grandes emissoras de rádio e TV, enfiando produtos musicais descartáveis goela abaixo da população. Eu particularmente acho que essa era a prática usual das gravadoras e que apenas mudou de mãos, migrando para onde foi a “grana”. Ou seja, hoje quem está com o dinheiro nas mãos são os empresários e produtoras (que vendem os shows) e não mais as gravadoras (que vendiam os discos e CDs).

Ainda há quem diga que a facilidade em se gravar devido aos avanços da tecnologia digital (computação), somado ao barateamento desses equipamentos poluiu o mercado com uma enxurrada de trabalhos produzidos em grande parte por amadores, que ao invés de visar à boa música como produto final, almejam o que antes seria uma “consequência” ou até um “subproduto” do bom trabalho, a “fama”.

Por outro lado, sem essa moderna tecnologia tão disponível, também não teriam aparecidos os incontáveis bons trabalhos que hoje representam a maior parte das novidades do cenário musical.

Por fim, tem àqueles que atribuem à Internet qualidades opostas para o mesmo ponto! (risos) A facilidade em veicular milhões de trabalhos gera uma sobrecarga de informações, cria pseudo-artistas, contudo, também dá visibilidade a trabalhos e talentos que de outra forma jamais apareceriam…

Que assunto confuso! (risos) Todos os fatores têm fortes pontos positivos e negativos e, isso porque foi apenas explanado brevemente…

Mas tem uma “ficha que caiu” e dá outro enfoque para essa questão. No dia 17/01/2012 foi publicado um novo decreto pela presidência da república, que regulamenta os critérios para “concessão” de rádio e TV. Ele regulamenta prioritariamente as “concessões” para emissoras “comerciais”, que são as mais populares, presentes e predominantes na “educação” da população como um todo. Não parece interessante que justamente as emissoras “comerciais” são as que têm maior influência na “educação e cultura” de nosso povo?

Pois é, se o foco dessas emissoras é o comércio, elas fatalmente vão fornecer para o povo apenas o que ele quer, como: Notícias sensacionalistas, reality shows e as músicas que hoje vimos por aí. Afinal, se o público só conhece isso, como ele poderia querer consumir algo que sequer sabe que existe? Outro nítido fator é que pouquíssimos dos grandes veículos de comunicação têm um projeto de melhoria de sua programação, submetendo a sua grade simplesmente ao que é mais popular no momento. Ou seja, muito lixo!

Agora, pra simplificar, pensem apenas no seguinte exemplo: O país, estados e cidades investem “bilhões” de reais em creches, escolas, cursos profissionalizantes e faculdades para que os professores passem informações, noções e valores culturais que são descaradamente “desmentidos” pelos mais populares programas das grandes emissoras rádios e de TVs comerciais, que exploram “concessões” fornecidas pelo governo de nosso próprio país! É, ou não é um tiro no pé?!

Mais uma vez findo por desejar um ótimo e revigorante final de semana a todos!


* Nando Pires è músico
(guitar, violão e voz),
compositor, articulista
www.nandopires.com.br





******************************************

www.aloartista.com
"O melhor ponto de encontro de artistas na Internet"





O Ataque dos Cabecinhas de Algodão Doce
Bandas coloridas: uma guitarra (mal tocada) na mão e nenhuma (boa) ideia na cabeça. Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Odeie seu ódio. Essa frase do grafiteiro e poeta Samir Mauad se tornou extremamente popular no inconsciente coletivo. Mahatma Gandhi - um exemplo de ser humano extremamente evoluído e tolerante - certamente faria coro. Mas e quando detestar algo nos dá certa satisfação? Não seria um ódio real e nocivo - do tipo que afeta a nós mesmos - mas um ódio saudável e sarcástico. Quem nunca disse frase semelhante a “tal coisa é algo que eu adoro odiar”? Pois é, caros leitores, a maior parte das porcarias que assolam o meio artístico eu costumo ignorar e nem comento. Outras, eu simplesmente AMO odiar e desço a lenha sem dó! Uma delas é o maldito Big Brother - uma verdadeira afronta ao bom gosto, ao bom senso, à cultura e à inteligência alheia. Outra seria o tipo de banda formada por moleques sem carisma, sem talento, sem atitude, sem estilo (a não ser que estejam se inspirando nos Teletubbies ou nos Ursinhos Carinhosos) e sem cérebro: as famosas bandas coloridas. Bandas de um “estilo musical” intitulado Happy Rock! Happy Rock? Happy rock?? Posso publicar um palavrão?

Dia desses, durante uma entrevista, um dos integrantes da detestável e medonha bandinha Restart soltou uma pérola quando perguntado sobre onde gostaria de tocar: “Eu queria muito tocar no Amazonas. Imagina você tocar no mato, assim... Sei lá, não sei como é o público de lá... Nem sei nem se existe gente e civilização... Seria bem legal tocar pra lá.”

Putz... será que aquelas calças coloridinhas, atochadas e apertadinhas esmagam tanto os testículos desses garotos (?) que além de causarem alterações na fala, afetam também seus neurônios? Esses meninos devem ter algodão melado e doce cor de rosa dentro de suas cabecinhas de ridículos penteados. A atitude, o jeito patético de se vestir, o jeito afetado de falar e a baixíssima qualidade musical desses “artistas” já me causavam uma espécie de vergonha alheia. Agora, então...

Claro que a imprensa, o revoltado povo do Amazonas, os produtores ou os pobres pais desses “happy rockers” já os deixaram devidamente informados. Mas será que eles sabiam que seus CDzinhos ruins que enchem seus bolsos de dinheiro (e esvaziam os dos jovens trouxas que os compram) são fabricados no Amazonas? Que Manaus é um dos maiores polos industriais e econômicos do Brasil? Atenção, jovem Thomas do Restart, a informação a seguir foi extraída da Wikipédia, a enciclopédia livre:
“O Amazonas é uma das 27 unidades federativas do Brasil, sendo a mais extensa delas, com uma área de 1.570.745,680 km², se constitui na nona maior subdivisão mundial, sendo maior que as áreas da França (547.030,0 km²), Espanha (504.782,0 km²), Suécia (357.021,0 km²) e Grécia (131.940,0 km²) somadas. Seria o décimo oitavo maior país do mundo em área territorial, pouco maior que a Mongólia, com seus 1,564,116 km². É maior que a área da Região Nordeste brasileira, com seus nove estados; e equivale a 2,25 vezes a área do Texas (696.200,0 km²), segundo maior estado dos Estados Unidos. É a segunda unidade federativa mais populosa da região Norte, com seus 3,4 milhões de habitantes.”

Esse tipo de bobagem disparada por um famoso suposto músico me faz sentir mais saudade ainda dos representantes do rock brazuca surgidos nos já distantes anos 80: nomes como Renato Russo, Herbert Vianna, Roger Moreira, Lobão e Cazuza tinham de sobra itens importantes que faltam nessa garotada - e consequentemente no seu pouco exigente público juvenil e babão: cérebro e talento.

E antes que alguém diga que sou preconceituoso: isso não é preconceito e sim um conceito muito bem formado. Homofóbico? De jeito nenhum!  Sou fã de alguns artistas assumidamente gays como Freddie Mercury, Elton John, Little Richard e os já citados Cazuza e Renato Russo. E nem acredito que - apesar de tão efeminados - esses molequinhos sejam homossexuais. Mas e daí se essa fosse a opção deles também? O problema é a postura fake, patética e irritante desses carinhas. Obviamente, isso é coisa de produtor aliada à personalidade zero da banda.

Os fãs do Restart não demoraram a criar um tópico no twitter (#OMundoAmaThomas) pra defender o rapaz alegre e colorido, e de lambuja, sua patotinha. A estratégia não funcionou lá muito bem e os críticos mais ferrenhos da banda rapidamente passaram a tuitar piadas como "Quando vi #OmundoAmaThomas achei que era pra uma criança com problemas especiais. Não errei." - disparou uma usuária do twitter.

O próprio Thomas usou o twitter para se desculpar pela mancada, mas novamente vestiu a cangalha (que surpresa!): "Galera, eu disse que achava que não tinha ninguém lá! Não desvalorizei a galera de lá, não... Eu adoro lugar tranquilo! Ainda mais lá que só deve ter natureza! Cachoeiras e tudo mais!”.

Pois é, ursinho de pelúcia do rock: lá também deve ter leão, tigre, rinoceronte, zebra... As antas são animais abundantes na região e a população desses bichos certamente aumentará quando vocês forem fazer seu showzinho por lá. E quem não boicotar o Restart no Amazonas e comparecer ao show, pode se juntar ao bando.

Ah, quase me esqueci: como se não bastassem tantas "qualidades" da banda arco-íris, fiquei sabendo através do blog do cantor Tico Santa Cruz que pro fã adolescente entrar no camarim depois do show, descolar um autógrafo e poder tirar uma fotos com seus ídolos, é cobrado um "ingresso" cujo preço varia entre 60 e 300 reais! É uma tal de "Photo Party" - um nome bonitinho que eles arrumaram pra justificar uns trocados a mais de maneira vexaminosa e pra lá de oportunista. Que vexame! Que Verrrgonha! 

Garotada, garotada... não se deixem mais enganar por farsantes como essa banda Restart. Ainda existem bandas legais por aí!

Please, sejam inteligentes! O mundo do futuro (que está em suas mãos) agradece.

 




Cuma? “Rocka” o quê?
Quando donos de casas noturnas voltadas pro Rock desconhecem uma de suas maiores vertentes. Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Olá, queridos leitores e amigos. Antes de começar, gostaria de informar aos que não me conhecem: faço parte, junto com a cantora Wanice Ferry, da dupla conhecida como Jack Jeans. Somos uma típica banda/dupla de Rock cuja principal influência é o Rockabilly - estilo surgido na primeira metade da década de 1950  e que teve como principais expoentes/representantes nomes como Elvis Presley, Jerry Lee Lewis, Johnny Cash, Carl Perkins...

O Rockabilly é uma das pedras fundamentais do Rock e da música em geral.  

Assim que começamos nossa peregrinação em busca dos primeiros shows na nova cidade que havia nos adotado (Sampa City) há alguns anos, me deparei várias vezes com uma dúvida recorrente e mais comum do que eu imaginava por parte dos donos de casas de show / barzinhos e todos os tipos de seres da noite…

Perguntavam pra nós: “Legal o visual de vocês e tal… mas que estilo vocês fazem?” E nós, na lata: “Fazemos Rockabilly!”

Então, em 90% das vezes (ou mais) vinha a pergunta que não queria calar: “Rocka o quê???” Quase podia se ouvir inserido na pergunta o indefectível “Cuma?” imortalizado pelo eterno Didi Mocó…

Pausa. Eu respirava fundo e pensava numa fração de segundos: “Jesus, Maria, José… Elvis… deem-me toda paciência e educação de que preciso agora. Em plena era internética, com um super Google à disposição, o cara monta uma casa voltada pro Rock’n’roll e não sabe o que é Rockabilly? Não se faz uma pesquisa geral sobre o estilo pra se montar uma casa voltada pro Classic Rock?

Outra pausa. Respirava de novo e explicava de maneira meio tosca e com um pingo de paciência: “O nome é Rockabilly. Sabe o Elvis naquela fase bem lá do comecinho… por volta de 1954 – bem antes da fase dos filmes que passavam na “Sessão da Tarde”?  Sabe aquele baixo enorme de madeira parecido com um violino gigante? (Hahahaha) Imagine um violoncelo, pronto!  E aquele som cru e dançante… Caras de topete, terno, camisa xadrez ou jaqueta de couro. Ah, tem também o Jerry Lee Lewis… Não, não é o ator de comédias e sim aquele pianista loiro… Ó, tem um filme sobre ele: “A Fera do Rock” e o maior sucesso dele é aquela “Great Balls Of Fire” (Às vezes eu até cantarolava um pedaço! O que não se faz pra conseguir emprego…). Então… é por aí.”

No final ou éramos contratados, ou pegavam nosso cartão pra um futuro contato ou simplesmente ouvíamos aquele educado “não” acompanhado dos seguintes “conselho” e conclusão: “É até  legalzinho o estilo de vocês e tal… animado… mas não cabe mais naqueles bailões de terceira idade? Ou festinha dos anos 60... (anos 60?) Aqui o pessoal quer ouvir o DJ tocando (“tocando”?) techno antes da bandinha (“bandinha”?) entrar e fazer “pópe rrróque”. O pessoal aqui curte mais é Pink Floyd, Jota Quest… Até rola um axézinho e um pagodinho de vez em quando…” E pra terminar alguns já olharam pro meu topete e tiveram a coragem de dizer (educadamente, claro): “Se vocês forem mais ecléticos e tocarem também esses outros estilos, podem até fazer um teste aqui…”

Graças aos Céus, a alguns filmes, artistas e à internet, nossa sorte tem mudado em relação a isso de uns tempos pra cá. O Rockabilly ainda é algo underground por aqui, mas se tornou sensivelmente mais conhecido entre o público “da night”. Depois do filme “Walk The Line” (“Johnny & June” aqui no Brasil) sobre Johnny Cash e sua cara-metade June Carter, o pessoal se mostrou mais interessado pela obra desse artista e consequentemente pelos seus contemporâneos mostrados no filme como os próprios Elvis e Jerry Lee, Carl Perkins e Roy Orbison. Além disso, artistas pop como U2, Gwen Stefani e Amy Winehouse volta e meia regravam oldies clássicos fazendo aumentar ainda mais o interesse por aquela maravilhosa década, inclusive através da moda. Quem nunca reparou no visual pin-up adotado pelas citadas cantoras e pelas talentosas Pitty e Imelda May (outra grande revelação do Rockabilly). Muitas das bandas têm se inspirado na sonoridade de Johnny Cash e Buddy Holly na hora de gravar e compor.

Gosto é gosto e ninguém é obrigado a curtir Rockabilly, Blues, Jazz, Ska ou Baião. Mas todos os seres viventes que se propõem a trabalhar no meio musical deveriam no mínimo pesquisar, por conta própria, os estilos musicais e seus subgêneros. Quanto a nós, músicos, temos a obrigação de cada vez mais tentar fazer sempre o melhor e explicar às pessoas leigas “de fora do meio musical” o que é esse ou aquele estilo. De onde veio, quem criou… Informações dadas de maneira correta e um trabalho feito com carinho e dedicação despertam nas pessoas mais interesse em se aprofundar em musicalidade real e bons estilos, sejam quais forem.

Mas como disse antes, cabe a nós dar uma forcinha, porém, o artista não tem a obrigação de ser uma “wikipédia ambulante”. Então, caros donos de casas noturnas: o Google e a Wikipédia existem, sabiam? A simples ignorância se transforma em total burrice quando o cidadão tem os recursos de pesquisa e aprendizado ao alcance das mãos e continua insistindo em não saber mais a respeito do próprio meio em que trabalha.

Enfim...

Relembrando Brian Setzer à frente dos Stray Cats: “Well, Rockabilly rules, okay / Rockabilly´s cool, oh yeah / Rockabilly rocks, Let´s bop / Well, Rockabilly billy bop. Let´s bop!”




Un flauto per me! Uma flauta para mim!
Método para flauta, de Massimo Orlando Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious



Um metodo de flauta com CD para aprender as basas do instrumento dedicado a todos os que querem iniciar a prática. Este livro, desenvolvido em sete capítulos, segue um caminho bem definido, mas muito flexível. Em cada fase, o aluno aprende gradualmente o que ele deve ser capaz de fazer no final.

Cada etapa se mostra adptada às dificuldades técnicas e progressivas das músicas. Com a ajuda do professor, você pode decidir se prefere cumprir a ordem proposta pelo autor ou trocar algumas etapas, conforme preferir. Esta é a facilidade que encontramos neste método, que encanta alunos e professores.

O conteúdo :

Passo 1
exercícios para a cabeça da flauta
a/ Exercícios preparatórios para a próxima etapa.
b/ Dicas para continuar e para a manutenção da flauta.

Passo 2
As primeiras notas
a/ Exercício de respiração consciente.
b/ Antologia: Músicas para flauta e “percussão”

Passo 3
Nós tocamos juntos
a/ Exercício de respiração nasal.
b/ Antologia: melodias populares do mundo.

Passo 4
A escola com Altes e Gariboldi
Antologia: Trechos de 58 exercícios de G. Gariboldi.

Passo 5
A síncope e outros ritmos complexos
Antologia: Introdução à música brasileira.

Passo 6
Utilização dos ornamentos
a/ Antologia: Introdução à música barroca.
b/ Exercícios de respiração fracionada e rítmica.

Passo 7
Técnica avançada - Coleção de estudos românticos.

Apêndices
- As técnicas avançadas de respiração
- Tabela geral das posições dos dedos.
- Tabela de trinados e mordentes principais.
- Tabela comparativa da línguagem dos termos musicais.
- Guias e lista de músicas.
- Índice de faixas do CD.

Em resumo, este metodo bem progressivo e didático é excelente para aqueles que querem aprender a tocar flauta sem muito esforço. O conceito faz com que o aluno de qualquer idade possa aprender com facilidade e de maneira divertida.

O autor, Massimo Orlando, Italiano, nascido em Milão, Massimo Orlando foi o primeiro flautista italiano a receber o "G. Verdi " de Milão. Desde 1993 ele é o primeiro solista de flauta da Orquestra Sinfônica "H. Swarowsky" em Milan. Ele enviou o livro do método para o AlôArtista analisar, por meio de seu presidente, Pierre Marie Villard, também flautista. Atualmente somente a versão em italiano está disponível, mas este não é um problema, pois o aprendizado da flauta não tem idioma. Em breve, versões em outras línguas estarão disponíveis.

Por enquanto, quem quiser adquirir o livro, deve encomendar através do site: Massimo Orlando: http://www.aloartista.com/conteudo.asp?id=169

Nota do AloArtista para o método de Massimo Orlando: 10!



CD São Paulo Ska Jazz (Independente - 2009)
Com nove integrantes e 12 canções, surge a São Paulo Ska Jazz, banda e CD Share in Facebook Share in Orkut Share in MySpace Share in LinkedIn Share in Digg Share in Delicious

Em 2008, após inúmeras experiências no currículo como compositor e contrabaixista, Marcelo Calderazzo chamou um quarteto de metais (sax alto, sax tenor, trompete e trombone) e uniu a uma cozinha com bateria, baixo, guitarra, teclado e percussão. Compôs um novo repertório, usando como pano de fundo sonoro o Ska, gênero de origem jamaicana, e o fundiu com diferentes ritmos, como frevo, baião, soul, jazz, salsa, reggae e bossa nova.

Pronto. Estava fundada a SPSJ, a São Paulo Ska Jazz.

Pouco depois, em 2009, a banda entrou em estúdio e gravou o primeiro CD, cujo resultado é uma música instrumental brasileira de primeira. E digno de se tocar a qualquer momento e em qualquer lugar, pela leveza e alegria com que o ska nos conduz à audição, longe daquela seriedade um pouco típica da música instrumental mais tradicional.

As canções são muito boas: Skaião, de Thiago Sousa, é uma fusão de ska com baião, como bem diz o nome; Sombrinha é uma das sete do CD que leva a assinatura de Marcelo Calderazzo, um ska com frevo. Nesta faixa, preste atenção no esperto solo de bandolim de Renato Guizelini, um dos ótimos instrumentistas do CD (bandolim, teclados, guitarra e violão), e que é também autor de 3 músicas; há uma surpreendente versão ska do Samba de uma Nota Só (Tom Jobim e Newton Mendonça). Vale a pena ouvir. Aliás, como vale o CD todo, que recomendo sem pestanejar.

Ouçam!





first
previous
1
2
3
next
last


You are on page 1 of a total of 3.









Siga-nos:  
AlôArtista.com no Twitter AlôArtista.com no Facebook AlôArtista.com no Orkut AlôArtista.com no MySpace AlôArtista.com no LinkedIn
About Us |  Contact Us |  Terms of Use |  Abusive Content |  Aknowledgements |  Português |  Español AlôArtista.com - © Copyright 2010 - 2014
All Rights Reserved
Designed by Tratto / Elemento Digital